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IA ao vivo / IME 2027 · Prova objetiva

COMPARE OS RACIOCÍNIOS

Questão 18

Gabarito oficial: B. ← 17 19 →

A questão

Questão 18

Respostas das IAs

GPT-6 Astra

B

Respondeu

levou 29 s

Como pensou

O plano está positivamente carregado, de modo que o campo elétrico aponta para cima na região superior e para baixo na inferior. Assim:

  • a carga -Q, acima do plano, sofre força elétrica QE para baixo;
  • a carga +3Q, abaixo do plano, sofre força elétrica 3QE para baixo.

Como as roldanas estão engrenadas, elas giram em sentidos opostos, com velocidades periféricas de mesmo módulo:

r\omega_1=2r\omega_2=v.

Os fios estão nos lados externos das roldanas; portanto, ambas as cargas descem juntas, com a mesma velocidade v e o mesmo deslocamento x.

Por serem anéis, os momentos de inércia das roldanas são:

I_1=mr^2,\qquad I_2=(2m)(2r)^2=8mr^2.

Logo, a energia cinética total é

K=\frac12I_1\omega_1^2+\frac12I_2\omega_2^2 =\frac12mr^2\left(\frac vr\right)^2 +\frac12(8mr^2)\left(\frac v{2r}\right)^2 =\frac32mv^2.

As partículas têm massas desprezíveis e os centros das roldanas permanecem fixos, não havendo variação relevante de energia potencial gravitacional. Pela conservação da energia, a redução da energia potencial elétrica transforma-se em energia cinética:

(QE+3QE)x=\frac32mv^2.

Portanto,

v^2=\frac{8EQ}{3m}x.

Comparando com v^2=2ax, pois o sistema parte do repouso e a aceleração é constante:

\boxed{a=\frac{4EQ}{3m}},

dirigida para baixo.

Resposta: B

GPT-6.1 Sol

B

Respondeu

levou 14 s

Como pensou

O campo elétrico aponta para fora do plano positivamente carregado. Assim:

  • acima do plano, a carga -Q sofre força QE para baixo;
  • abaixo do plano, a carga +3Q sofre força 3QE para baixo.

Como as roldanas estão engrenadas, suas velocidades tangenciais têm o mesmo módulo:

r\omega_1=2r\omega_2=v.

Elas giram em sentidos opostos, mas os dois fios, situados nas extremidades externas, descem juntos, com velocidade v.

Para um pequeno deslocamento x de cada fio, o trabalho total das forças elétricas é

W=QEx+3QEx=4QEx.

As roldanas são anéis, de modo que seus momentos de inércia são

I_1=mr^2,\qquad I_2=(2m)(2r)^2=8mr^2.

Como as partículas têm massas desprezíveis, a energia cinética do sistema é apenas a de rotação:

K=\frac12 I_1\omega_1^2+\frac12 I_2\omega_2^2 =\frac12 mr^2\left(\frac vr\right)^2 +\frac12(8mr^2)\left(\frac{v}{2r}\right)^2 =\frac32 mv^2.

Partindo do repouso, pela conservação da energia,

4QEx=\frac32 mv^2.

Comparando com v^2=2ax, obtemos

\boxed{a=\frac{4EQ}{3m}},

para baixo.

Resposta: B

GPT-6 Luna

A

Respondeu

levou 22 s

Como pensou
**Analyzing angular acceleration** I'm considering a scenario with positive angular acceleration. I have a positive charge on the right and a negative one on the left. If the positive mass descends, the large wheel rotates clockwise. This causes the small wheel to rotate counterclockwise. At the small wheel's left edge, the downward velocity results in negative charge descent. Here, there's an interaction of electric forces with potential generalized force due to equal descending speeds, and I see a relationship in angular speed regarding their radii.**Calculating force and inertia** I’m analyzing the speeds of the ropes, which are proportional to their radii multiplied by omega, both having the same magnitude. Both loads descend in the same direction under the chosen rotation. The net electric work results in a downward force of +2QE, with the positive charge moving downward and the negative charge exerting an opposing upward force. When considering inertia, the small ring has an inertia of \( I = mr^2 \), while the large ring has \( I = 8mr^2 \). This helps establish the effective forces at play.**Calculating rotational kinetic energy** I'm analyzing the rotational kinetic energy for both a large and small rotor. The large rotor's formula gives me 4mr²θdot², while the small rotor yields 2mr²θdot². Adding them up, I get a total of 6mr²θdot². This seems straightforward, but I want to make sure I'm using the correct parameters for my calculations! It’s essential to keep things consistent to avoid any errors.

Como o plano está positivamente carregado, o campo elétrico abaixo dele aponta para baixo. Assim, a força elétrica sobre a carga +3Q aponta para baixo, enquanto a força sobre -Q aponta para cima.

Escolha x positivo para baixo. Pelo engrenamento, as duas cargas têm deslocamentos iguais: as velocidades tangenciais nos pontos de contato das roldanas são iguais, e cada fio acompanha a velocidade da borda de sua roldana. Portanto, o trabalho elétrico para um deslocamento dx é

dW=(3QE-QE)\,dx=2QE\,dx.

Se v=\dot x, a velocidade angular da roldana maior tem módulo v/(2r), e a da menor, v/r. Para anéis, I=MR^2; logo,

K=\frac12(2m)(2r)^2\left(\frac{v}{2r}\right)^2 +\frac12m r^2\left(\frac{v}{r}\right)^2 =\frac32 mv^2.

Assim, a inércia efetiva associada ao movimento das cargas é 3m. Pela relação entre força resultante e aceleração,

a=\frac{2QE}{3m}.

Resposta: A

Claude Fable 5.1

B

Respondeu

levou 24 s

Como pensou
I'm working through the setup: two geared ring pulleys of masses m and 2m with radii r and 2r, strings hanging massless charged particles over an infinite charged plane, with -Q above and +3Q below through a hole. I'm recalling that the field from an infinite charged plane points uniformly away from it regardless of distance, so I need to work out the forces on each charge from both sides of the plane's field. Since the field points away from the plane, the force on -Q above is downward with magnitude QE, and the force on +3Q below is also downward with magnitude 3QE — so both strings get pulled downward. Now I'm tracing through the gearing: because the pulleys are geared at their contact point, rotation of the small pulley forces the large pulley to rotate oppositely, and working through the directions carefully, it turns out that both particles end up moving downward simultaneously rather than one up and one down. Treating the moving particles as points on the pulley rims, both move at the same peripheral speed v, so each force contributes positive work: power is QEv + 3QEv = 4QEv. Computing kinetic energy using the pulley moments of inertia and the constraint linking the small and large pulley speeds to v, I differentiate and solve for acceleration, getting a = 4QE/(3m), matching answer B. Now I want to double check the geometry once more to make sure -Q isn't actually moving upward instead of down.

Forças elétricas

O plano infinito positivo gera um campo de módulo E que aponta para longe do plano: para cima acima dele e para baixo abaixo dele.

  • Carga -Q (acima do plano): campo para cima, carga negativa → força para baixo, módulo QE.
  • Carga +3Q (abaixo do plano): campo para baixo, carga positiva → força para baixo, módulo 3QE.

Cinemática do engrenamento

As roldanas estão engrenadas, logo giram em sentidos opostos com a mesma velocidade tangencial v na periferia. O fio da roldana pequena sai pelo lado esquerdo e o da grande pelo lado direito. Se a pequena gira no sentido anti‑horário, seu ponto esquerdo desce (-Q desce) e seu ponto direito sobe; o ponto de contato sobe, então a grande gira no sentido horário e seu ponto direito desce (+3Q desce). Assim, as duas cargas descem juntas com a mesma velocidade v, e as duas forças elétricas realizam trabalho positivo.

Conservação de energia

Energia cinética (anéis: I = MR^2):

K = \tfrac12 m r^2\omega_1^2 + \tfrac12 (2m)(2r)^2\omega_2^2 = \tfrac12 m v^2 + \tfrac12(2m)v^2 = \tfrac32 m v^2

Trabalho das forças elétricas após descida x de ambas as cargas:

W = QE\,x + 3QE\,x = 4QE\,x

Igualando \tfrac32 m v^2 = 4QE\,x e derivando no tempo:

3m\,v\,a = 4QE\,v \;\Rightarrow\; a = \frac{4}{3}\frac{EQ}{m}

Resposta: B

Claude Opus 5.5

B

Respondeu

levou 13 s

Como pensou
I'm setting up the two meshed ring pulleys, with rim speeds equal due to gear contact: ω1r = ω2(2r), giving moments of inertia I1 = mr² and I2 = 8mr². For the charges, I'm working out that the field above the plane pushes the -Q charge downward while the field below the plane acts on the +3Q charge similarly based on direction. Tracing the rotation: if the small gear turns counterclockwise, the meshed large gear turns clockwise, and I verify that this makes both particles move downward together, so both forces contribute positive power: 4QEv. Computing total kinetic energy of both rings as (3/2)mv², then differentiating gives 3mva = 4QEv, so a = 4QE/(3m) — matching answer choice B.

Resposta: (B) a = 4EQ/(3m)

1. Vínculo cinemático

As roldanas estão engrenadas, então os pontos de contato têm a mesma velocidade: ω₁r = ω₂(2r).

Logo, os pontos dos perímetros das duas roldanas têm a mesma velocidade escalar v. Como cada fio acompanha o perímetro da sua roldana, os dois fios se movem com a mesma velocidade v e a mesma aceleração a.

2. Sentido do movimento

Engrenagens giram em sentidos opostos. Se a roldana pequena gira no sentido anti-horário, o seu lado esquerdo (onde está o fio) desce. A roldana grande gira então no sentido horário, e o seu lado direito (onde está o outro fio) também desce. Portanto, as duas partículas sobem juntas ou descem juntas.

3. Forças elétricas (massas das partículas desprezíveis)

O plano está carregado positivamente, então o campo aponta para longe dele.

  • Acima do plano, o campo aponta para cima. A carga −Q sofre força para baixo, de módulo QE.
  • Abaixo do plano, o campo aponta para baixo. A carga +3Q sofre força para baixo, de módulo 3QE.

As duas forças puxam os fios para baixo, ou seja, ambas realizam trabalho positivo no movimento. A potência total é P = (QE + 3QE)v = 4QEv.

4. Energia cinética das roldanas (anéis)

Para um anel, I = MR², e a energia de rotação vale ½Iω² = ½Mv².

E_c = ½mv² + ½(2m)v² = (3/2)mv²

5. Conservação da energia

A taxa de variação da energia cinética é igual à potência das forças elétricas:

dE_c/dt = 3mva = 4QEv

Portanto, a = 4EQ/(3m).

Resposta: B

Claude Sonnet 5.5

B

Respondeu

levou 12 s

Como pensou
With the plane positively charged, the field points away from it on both sides—upward above, downward below. So the -Q charge above feels a downward force, and the +3Q charge below also feels a downward force, meaning both strings must pull down to balance things through the pulley system. Working out the gears: the small pulley rotates counterclockwise while the large one rotates clockwise, consistent with their meshing. Setting up torques, I get 3mva = 4QEv for the energy balance, giving acceleration a = 4QE/(3m) for the peripheral speed—matching answer B.

Forças elétricas nas partículas. O plano está carregado positivamente, então o campo aponta para cima acima do plano e para baixo abaixo dele.

  • A carga −Q está acima do plano, onde o campo aponta para cima. A força sobre ela aponta para baixo e vale QE.
  • A carga +3Q está abaixo do plano, onde o campo aponta para baixo. A força sobre ela também aponta para baixo e vale 3QE.

Sentidos de giro. O fio da roldana pequena sai pelo lado esquerdo e o da grande sai pelo lado direito, ambos puxados para baixo. A pequena tende a girar no sentido anti-horário e a grande no horário, que é exatamente o sentido relativo imposto pela engrenagem. Assim, os dois fios se desenrolam e as duas forças realizam trabalho positivo.

Energia cinética. Seja v a velocidade escalar periférica, comum às duas roldanas e a ambos os fios. Como as roldanas são anéis, I = MR².

  • Roldana pequena: I₁ = mr² e ω₁ = v/r, logo K₁ = ½ mr²(v/r)² = ½ mv².
  • Roldana grande: I₂ = 2m(2r)² e ω₂ = v/(2r), logo K₂ = ½ ·2m·(2r)²·(v/(2r))² = mv².

A energia cinética total é K = (3/2) mv².

Conservação da energia. A potência das forças elétricas é (QE + 3QE)·v = 4QEv. Igualando à derivada de K:

4QEv = 3mv·a

a = 4QE/(3m)

Essa é a aceleração do fio que sustenta a carga positiva, pois o fio se move com a mesma velocidade periférica v.

Resposta: B

Grok 4.7

B

Respondeu

levou 3 min 40 s

Como pensou
The problem is in Portuguese from the IME 2027 exam. The problem involves two ring-shaped pulleys initially at rest and meshed together. Strings are wound or unwound at the same scalar speed as their respective pulley perimeters. Charged particles hang vertically from the string ends, subject to an electric field from an infinite horizontal uniformly charged plane with a small hole for one string. The pulley masses are m and 2m. The smaller pulley has radius r and mass m; the larger has radius 2r and mass 2m. The electric field is vertical with modulus E, and the particles carry charges -Q and +3Q. Their masses are negligible, the pulley masses are uniformly distributed, and both rotate frictionlessly around fixed ceiling rods. The line connecting the two centers is parallel to the charged plane. The question asks for the acceleration of the string supporting the positive charge, using conservation of energy. The possible answers are (A) 2EQ / 7m, (B) 4EQ / 3m, (C) 8EQ / 7m, (D) 8EQ / 3m, and (E) 2EQ / 3m. I am analyzing the directions of the forces and the kinematics. The charged plane appears to have positive surface charge, with the electric field E pointing left. The small hole on the right is for the string carrying the +3Q charge. The -Q charge appears to hang above the charged plane, while the +3Q charge hangs below it. The exact vertical positions are difficult to determine from the figure description. The electric field points upward above the positively charged plane and downward below it. The -Q particle hangs above the plane, while the +3Q particle hangs below it. The electric field is uniform on each side of the charged plane, so the forces on both particles are constant. This means their accelerations are constant, which allows applying either energy conservation or dynamics to find the answer. The pulleys are meshed like gears. Their angular velocities are related by the equality of linear speeds at the point of contact. The moment of inertia of each ring is m R² about its center. The strings do not slip on the pulleys; they wind or unwind at the same scalar speed as the perimeter points. Because the particles have negligible mass, their dynamics are being reconsidered. For massless particles, the net force must be zero. The tension in each string therefore equals the electric force acting on that particle. The massless particles simply follow the pulley motion, so their acceleration is determined by the pulleys. The string tension equals the electric force on each particle. Angular accelerations can be found from torques, and linear accelerations from those angular ones. The energy conservation method should yield the same result since the forces are constant. The exact direction of the electric field and whether gravity must be considered are still unclear. Gravity is irrelevant because the particles have negligible mass and the pulleys are supported at their centers. Only electric forces act through string tensions. The infinite plane has positive surface charge, so the electric field points away from it on both sides. The -Q charge is above the plane, and the +3Q charge is below it. The electric field points upward above the plane and downward below it. Because the -Q particle is negative, the electric force on it acts downward, opposite to the field direction. Both particles are pulled downward by the electric field, which would rotate the pulleys in opposite directions. Because the pulleys are meshed, their rotations must be coupled and the string winding directions need to be reconciled. The small pulley is on the left and the large one on the right. Because they are external gears, they rotate in opposite directions. The string for the -Q charge hangs from the outer left of the small pulley, and the string for the +3Q charge hangs from the outer right of the large pulley. The left pulley is being analyzed to determine its rotation direction. If the string on the left unwinds downward as the particle descends, the pulley must rotate clockwise so that its left side moves downward. The previous assumption about the small pulley's rotation direction was incorrect. The string is wound around the pulley like a winch, so unwinding it downward requires counterclockwise rotation. The left pulley rotates clockwise to wind the string in and lift the particle. The right pulley's rotation direction is now being analyzed. The right pulley rotates clockwise to let its string unwind and lower the +3Q particle. The left pulley rotates counterclockwise to wind its string in and raise the -Q particle. The previous assumption about the right pulley's rotation direction was incorrect. For external gears, the contact point must have the same linear velocity on both pulleys. If the left pulley rotates clockwise, its right side moves downward, so the right pulley's left side must also move downward. That corresponds to counterclockwise rotation for the right pulley. The two pulleys therefore rotate in opposite directions. The right pulley rotates clockwise to let its string unwind and lower the +3Q particle. The left pulley rotates counterclockwise to wind its string in and raise the -Q particle. Both particles descend together, which is consistent with both electric forces pulling downward. The string tensions are T_left = QE and T_right = 3QE. These torques cause the pulleys to unwind and the particles to descend. The next step is to check whether any other forces act on the system. The constant torques mean the angular acceleration is uniform. Because the particles have no mass, the electric forces do no work on them; their energy goes entirely into the pulleys' kinetic energy. I will now set up coordinates to apply conservation of energy. The displacement x of the positive charge is defined as the distance its string lengthens downward. Because the particles are massless, their linear acceleration equals that of the string. The coupling between the two pulleys requires finding how their angular displacements relate. Positive angles for the small and large pulleys are set to counterclockwise and clockwise respectively, with radii r and 2r. The left pulley rotates by angle φ, so its string unwinds by rφ. The large pulley rotates by ψ = φ/2, and the right string unwinds by 2r·(φ/2) = rφ. The peripheral arc lengths match, confirming the gear coupling. Both particles descend by the same distance s. Their linear speeds and accelerations are identical because the gear coupling makes the peripheral speeds of both pulleys equal. The total electric potential energy decrease is 4 QE s. This energy converts entirely into the rotational kinetic energy of the two pulleys. The moment of inertia of the small pulley is m r² and the large one is 8 m r². Their angular velocities are v/r and v/(2r). The total rotational kinetic energy is 1.5 m v². The total rotational kinetic energy is (3/2) m v². Energy conservation gives 4 QE s = 3 m a s, so the acceleration is a = 4 QE / 3 m. The figure is being re-examined to verify the charge distribution and confirm that one particle sits above the plane and the other below, since the problem states that one string passes through the hole. The energy conservation approach is being reconsidered because the particles are massless. Their kinetic energy is zero, so the work done by string tensions may not transfer energy to them. The acceleration will be verified using Newton's laws for rotation and torques instead. The torque on the small pulley is Q E r. The gear contact force at the meshing point was overlooked. That interaction force also contributes to the torque and must be included in the rotational dynamics. The gear contact force does no work because the pulleys roll without slipping. Internal forces therefore conserve energy, so the earlier energy calculation remains valid and the acceleration is confirmed as a = 4 QE / 3 m. The gear contact force is being included in the torque analysis. It acts tangentially at the meshing point and is equal on both pulleys by Newton's third law. The left pulley's torque from the string tension is QE·r, which would rotate it counterclockwise. The angular acceleration of the small pulley is twice that of the large one. The torque equation for the small pulley is being written with positive signs, since its net torque and angular acceleration both point counterclockwise. The contact force from the large pulley on the small pulley is being analyzed. If that force points downward at the right contact point, it would tend to rotate the small pulley clockwise. Clockwise rotation is negative in the chosen coordinate system. The sign of the gear contact force is still unknown. I will solve the dynamics directly by setting up torque equations for both pulleys instead of relying solely on energy conservation. The massless particles have no kinetic energy, so the work done by the electric force on each must be exactly balanced by the work done by the string tension. The earlier energy calculation is therefore sound. The moment of inertia and angular velocity calculations for both pulleys are being verified step by step. The total rotational kinetic energy is confirmed to be 1.5 m v². The potential energy loss is being re-examined, and the direction of the electric force on the negative charge is being double-checked. The figure shows the positive plane with charges labeled +++, and the electric field E appears vertical. The negative charge -Q sits above the plane and is pulled downward by QE, while the positive charge +3Q sits below and is also pulled downward by 3QE. Both particles therefore descend together, confirming the total effective force is 4QE. The answer is likely B. The moment of inertia for a hoop is confirmed as mR², and the gear coupling correctly ensures both strings move at the same peripheral speed. The only remaining doubt is whether the two particles might descend by different amounts depending on their string positions. The kinematic relation is confirmed: both pulleys have equal peripheral speeds because they roll without slipping, so the particles descend with identical acceleration. The angular accelerations are now expressed as α = a/(2r) for the large pulley and α = a/r for the small one. Torque equations for both pulleys are being set up, and the interaction force magnitude is being defined. The torque from the large pulley's right-side string is positive, equal to 3 QE times 2r. The interaction force at the left contact point is being defined. The torque equations for both pulleys will be written with this force included, and it should cancel when the torques are summed. The interaction force is defined as downward on the right pulley's left contact point. By Newton's third law, the right pulley exerts an upward force on the left pulley's contact point. The torque produced by this downward force on the right pulley is now being determined. The torque equation for the large pulley is being written explicitly. The string torque contributes 3 QE times 2r, while the gear contact force produces a negative torque of - f_down times 2r. Substituting α = a/(2r) into the moment of inertia equation yields an expression for the acceleration. The torque equation for the large pulley simplifies to 2 m a = 3 QE − f_down. The gear contact force is therefore f_down = 3 QE − 2 m a. By Newton's third law, the small pulley receives an upward force of equal magnitude at its contact point. The torque from the upward contact force on the small pulley is positive, equal to f_down times r. The string tension on the small pulley is now being analyzed to determine whether it also produces a positive torque. The torque equation for the small pulley is solved. The contact force is f_down = m a − QE. This is substituted into the large pulley equation to eliminate the unknown force. The result is 3 m a = 4 QE. The acceleration is therefore a = 4 QE / (3 m). This confirms option B. The only remaining doubt is whether the electric field direction is correct. If the field were reversed, one particle would be pushed upward while the other is pulled downward, which would make the total acceleration wrong.

A configuração das roldanas engrenadas (contato externo sem deslizamento) implica que elas giram em sentidos opostos, com relação cinemática r\omega_m=2r\omega_{2m}. Os fios acompanham as velocidades periféricas, de modo que as duas partículas descem com a mesma velocidade escalar v (e a mesma aceleração a).

O plano infinito positivamente carregado produz campo de módulo E orientado para cima acima do plano e para baixo abaixo dele. Assim, a força sobre -Q (acima) e a força sobre +3Q (abaixo) são ambas verticais para baixo, de módulos QE e 3QE. A perda de energia potencial elétrica associada a um deslocamento s de cada partícula é portanto 4QEs.

As roldanas são anéis, com momentos de inércia mr^{2} e 8mr^{2}. A energia cinética rotacional do sistema, expressa em função da velocidade comum v dos fios, vale \frac{3}{2}mv^{2}. A conservação da energia fornece

4QEs=\frac{3}{2}mv^{2}.

Derivando em relação ao tempo (ou usando v^{2}=2as, já que a aceleração é constante) obtém-se

a=\frac{4EQ}{3m}.

(O mesmo resultado é recuperado escrevendo as equações de torque das duas roldanas, incluindo a força de interação no ponto de engrenamento, o que confirma o balanço energético.)

Resposta: B

DeepSeek V4.1 Flash

B

Respondeu

levou 3 min 01 s

Como pensou
Vamos entender o problema. Temos duas roldanas em forma de anel, com massas m (menor, raio r) e 2m (maior, raio 2r). Elas estão engrenadas, então giram juntas? Engrenadas significa que seus perímetros estão em contato e giram sem escorregar. Como os raios são r e 2r, a relação entre velocidades angulares: v = ω1 r = ω2 (2r) => ω1 = 2 ω2. Ou seja, a roldana menor gira duas vezes mais rápido que a maior. Fios enrolados nos perímetros: na roldana menor, um fio com partícula de carga -Q pendurada; na roldana maior, um fio com partícula +3Q pendurada. Ambos sujeitos a campo elétrico vertical E (gerado por plano horizontal infinito carregado positivamente?). O campo E é vertical. As cargas: -Q sofre força elétrica para cima? Vamos ver: campo elétrico vertical. Na figura, o plano está indicado com +++ (positivo). O campo elétrico gerado por um plano positivo uniforme é perpendicular ao plano, apontando para fora, ou seja, para cima e para baixo? Um plano infinito positivo gera campo elétrico afastando-se do plano: acima do plano, aponta para cima; abaixo, para baixo. Mas a figura mostra as partículas abaixo? Vamos analisar a figura: o plano E está desenhado horizontalmente, com +++ em cima e embaixo? A legenda "E" com linha horizontal e sinais + acima e abaixo? Na figura, há uma linha horizontal com + + + ... em cima e + + + ... embaixo? Parece um plano carregado positivamente (linha central). As partículas estão penduradas abaixo? A partícula -Q está à esquerda, acima do plano? Vamos ver: a roldana menor está acima do plano? A figura mostra as roldanas acima, e os fios descem; a carga -Q está pendurada no fio da roldana menor, e a carga +3Q no fio da roldana maior. O plano carregado está desenhado entre as cargas? A linha E horizontal com +++ parece estar abaixo das roldanas, mas as cargas estão abaixo ou acima? Na figura, a carga -Q está à esquerda, e a carga +3Q à direita; ambas parecem estar abaixo das roldanas. O plano E está desenhado horizontalmente abaixo das roldanas, e as cargas parecem estar acima do plano? Observando: a linha do plano E está na altura das cargas? A figura mostra o plano E como uma linha horizontal com +++, e as partículas -Q e +3Q estão desenhadas acima dessa linha? Na imagem, a partícula -Q está à esquerda, e o plano E está abaixo dela? Vamos olhar com cuidado: A figura tem as roldanas no topo. O fio da roldana menor desce verticalmente e termina na carga -Q. O fio da roldana maior desce verticalmente e termina na carga +3Q. O plano E é uma linha horizontal que atravessa a figura, com sinais +. As cargas estão desenhadas acima do plano? A carga -Q está acima da linha E? Parece que a linha E está abaixo das cargas, mas a linha cruza a figura. Na verdade, o plano E é horizontal e está abaixo das roldanas, e as cargas estão penduradas acima do plano? Vamos ver a posição relativa: A linha E está desenhada na parte inferior, e as cargas -Q e +3Q estão acima dela? Sim, a linha E está abaixo das cargas? Na imagem, a linha do plano E passa abaixo das cargas? A carga -Q está à esquerda e acima da linha E? Vamos ampliar mentalmente: A figura mostra as roldanas no topo, fios descem. A carga -Q está na extremidade do fio da roldana menor. A carga +3Q está na extremidade do fio da roldana maior. O plano E é representado por uma linha horizontal com símbolos +, localizada abaixo das cargas? Na imagem, a linha E está na altura das cargas? Vejo que a carga -Q está acima da linha E? A linha E está desenhada entre as duas cargas? Não, a linha E é horizontal e está na parte de baixo da figura, abaixo das cargas? Na verdade, a linha E está na mesma altura das cargas? Vamos observar a descrição textual: "ambas sujeitas a um campo elétrico gerado por um plano horizontal infinito uniformemente carregado, com um pequeno furo o suficiente para um dos fios passar." Isso indica que o plano está entre as roldanas e as cargas? Ou as cargas estão acima do plano? O plano horizontal infinito: as cargas estão penduradas na vertical. O campo elétrico é vertical. Se o plano é positivo, o campo acima do plano aponta para cima (afastando-se do plano). Então, uma carga -Q acima do plano sofre força para baixo (Q*E para baixo). Uma carga +3Q acima do plano sofre força para cima (3Q*E para cima). Mas a figura mostra a carga -Q e +3Q abaixo do plano? Vamos ver a linha E: na imagem, a linha E está desenhada abaixo das roldanas, e as cargas estão acima ou abaixo? A linha E parece estar abaixo das cargas? Na verdade, as cargas estão penduradas e a linha E cruza a figura na altura das cargas? A linha E é uma linha horizontal com símbolos +, e as cargas estão à esquerda e à direita, mas a linha E está abaixo delas? Olhando a imagem: A linha E está na parte inferior, e as cargas -Q e +3Q estão acima da linha E? Vejo que a carga -Q está acima da linha E, e a carga +3Q também está acima da linha E? Na imagem, a linha E é horizontal e passa abaixo das cargas? A carga -Q está desenhada acima da linha E? Na verdade, a linha E está entre as roldanas e as cargas? Não, a linha E está abaixo das cargas? Vamos ver a posição: A roldana menor está no topo; o fio desce e a carga -Q está na extremidade inferior do fio. A linha E está desenhada horizontalmente abaixo da carga -Q? A figura mostra a carga -Q como um círculo cinza, e a linha E está abaixo dela? Sim, a linha E está abaixo das cargas? Mas na imagem, a linha E parece estar na mesma altura das cargas? Vou tentar deduzir pela física. A questão pergunta: "Ao ser iniciado o movimento das roldanas, pelo princípio da conservação da energia, a aceleração do fio que sustenta a carga positiva é:" Alternativas. Vamos analisar as forças e torques. Sistema: duas roldanas engrenadas (sem escorregamento). A roldana menor tem massa m, raio r. A roldana maior tem massa 2m, raio 2r. Elas giram em torno de seus centros, sem atrito. Estão engrenadas, então a velocidade tangencial nos pontos de contato é a mesma. Como estão engrenadas externamente? A figura mostra as duas roldanas lado a lado, com seus perímetros em contato. A menor à esquerda, a maior à direita. Elas giram em sentidos opostos. Se a menor gira no sentido anti-horário, a maior gira no sentido horário? Vamos definir. Fios enrolados nos perímetros: na roldana menor, um fio de onde pende -Q. Na roldana maior, um fio de onde pende +3Q. As massas das partículas são desprezíveis. As massas das roldanas estão uniformemente distribuídas (momentos de inércia: I_menor = m r^2? Para um anel, I = m r^2. Mas "roldanas em forma de anel" significa que a massa está distribuída no aro, então I = m r^2. A maior: I = (2m) (2r)^2 = 8 m r^2? Cuidado: se a massa 2m está distribuída em um anel de raio 2r, então I = (2m)(2r)^2 = 8 m r^2. Mas se for um disco, I = (1/2) M R^2. A descrição diz "roldanas em forma de anel", então I = M R^2. Vamos considerar anel: I_menor = m r^2; I_maior = (2m)(2r)^2 = 8 m r^2. Verificar se as alternativas usam isso. Forças: - Carga -Q: força elétrica F_e = Q E (módulo). Direção? Se o plano é positivo e a carga está acima do plano, o campo E aponta para cima, então a força na carga negativa é para baixo (Q E). Se a carga está abaixo do plano, o campo elétrico gerado por plano positivo abaixo dela aponta para baixo? Vamos analisar a figura: a linha E tem sinais + em cima e embaixo? Na figura, a linha E é desenhada com + acima e + abaixo? Parece uma linha horizontal com + + + em cima e + + + embaixo, indicando um plano carregado positivamente (as cargas positivas estão distribuídas no plano). O campo elétrico gerado por um plano infinito positivo aponta para fora do plano, ou seja, para cima acima do plano e para baixo abaixo do plano. Se as cargas estão acima do plano, o campo aponta para cima. Mas a figura mostra as cargas acima ou abaixo? A linha E está desenhada abaixo das roldanas, e as cargas estão penduradas acima da linha E? Na imagem, a linha E está na parte inferior, e as cargas -Q e +3Q estão desenhadas acima dela? Vejo que a carga -Q está acima da linha E, e a carga +3Q também está acima da linha E. Então o campo elétrico acima do plano aponta para cima. Assim: - Carga -Q: força elétrica = Q E para baixo. - Carga +3Q: força elétrica = 3 Q E para cima. Mas o texto diz: "ambas sujeitas a um campo elétrico gerado por um plano horizontal infinito uniformemente carregado, com um pequeno furo o suficiente para um dos fios passar." Isso sugere que o plano está entre as roldanas e as cargas? Ou o fio da carga positiva passa pelo furo no plano? "com um pequeno furo o suficiente para um dos fios passar" – provavelmente o fio da carga positiva passa pelo furo, então a carga positiva está abaixo do plano, e a negativa acima? Vamos analisar: Se o plano está horizontal, e um furo permite que um dos fios passe, então uma das cargas está acima do plano e a outra abaixo? A figura mostra as duas cargas na mesma altura? Na imagem, a carga -Q está à esquerda e a +3Q à direita, ambas parecem estar acima do plano? Mas o texto menciona um furo para um dos fios passar. Isso indica que o plano está entre as duas cargas? Ou o plano está abaixo das roldanas e uma carga está acima e outra abaixo? Vamos ver a figura: A linha E é horizontal, e as cargas estão desenhadas acima dela? Na verdade, a linha E está na parte inferior, e as cargas estão acima. Mas o furo? Talvez o plano esteja na altura das cargas, e a carga -Q está acima do plano, enquanto a carga +3Q está abaixo do plano? A figura mostra a carga -Q acima da linha E? E a carga +3Q também acima? Vamos observar com atenção a imagem original: A linha E é uma linha horizontal com + + +. As cargas -Q e +3Q estão desenhadas acima da linha E? Vejo que a carga -Q está acima da linha E, e a carga +3Q também está acima da linha E? Na verdade, a carga +3Q está à direita e parece estar na mesma altura da linha E? A linha E passa por trás da carga +3Q? Não, a linha E está abaixo da carga +3Q? Vou tentar interpretar a geometria: As roldanas estão no topo. O fio da roldana menor desce e termina na carga -Q. O fio da roldana maior desce e termina na carga +3Q. O plano E é uma linha horizontal que está na parte inferior da figura, abaixo das cargas? Se o plano estivesse abaixo das cargas, o campo acima do plano aponta para cima. Então a carga -Q sofreria força para baixo, e a +3Q para cima. Mas por que o furo? Talvez o plano esteja entre as roldanas e as cargas, e o fio da carga positiva passa pelo furo, então a carga positiva está abaixo do plano, e a negativa acima? A figura mostra a carga -Q acima do plano? A linha E está desenhada na mesma altura da carga -Q? Vamos ver: a carga -Q está à esquerda; a linha E está desenhada horizontalmente e passa abaixo da carga -Q? A carga -Q parece estar acima da linha E. A carga +3Q parece estar abaixo da linha E? Na imagem, a linha E está entre as duas cargas? Não, a linha E é contínua e atravessa a figura. As cargas estão posicionadas verticalmente: a -Q está mais acima, e a +3Q mais abaixo? Observando a imagem: A roldana menor está no topo esquerdo; o fio desce verticalmente e a carga -Q está na extremidade inferior. A roldana maior está no topo direito; o fio desce verticalmente e a carga +3Q está na extremidade inferior. A linha E está desenhada horizontalmente abaixo das roldanas, cruzando a figura. A carga -Q parece estar acima da linha E? E a carga +3Q parece estar abaixo da linha E? Vejo que a linha E passa entre a carga -Q e a carga +3Q? Não, a carga -Q está à esquerda, e a linha E está abaixo dela; a carga +3Q está à direita, e a linha E está acima dela? Na imagem, a linha E está na parte inferior, e a carga +3Q está abaixo da linha E? Vamos olhar os detalhes: A linha E tem sinais + acima e abaixo. A carga +3Q está desenhada abaixo da linha E? Na figura, a carga +3Q está na parte inferior direita, e a linha E está acima dela? Sim, a linha E parece estar acima da carga +3Q. E a carga -Q está acima da linha E? A carga -Q está na parte superior esquerda, e a linha E está abaixo dela? Sim, a linha E está abaixo da carga -Q. Portanto, a carga -Q está acima do plano, e a carga +3Q está abaixo do plano. O furo no plano permite que o fio da carga +3Q passe. Isso faz sentido: o plano está entre as duas cargas. O campo elétrico gerado por um plano positivo: - Acima do plano, o campo aponta para cima (afastando-se do plano). Então, para a carga -Q acima do plano, a força elétrica é para baixo (Q E). - Abaixo do plano, o campo aponta para baixo (afastando-se do plano). Então, para a carga +3Q abaixo do plano, a força elétrica é para baixo? Cuidado: Campo elétrico gerado por plano positivo: as linhas de campo saem do plano para ambos os lados. Então, abaixo do plano, o campo aponta para baixo. Assim, uma carga positiva +3Q abaixo do plano sofre força para baixo (3 Q E). Uma carga negativa -Q acima do plano sofre força para baixo (Q E). Então ambas as cargas sofreriam força para baixo! Isso parece estranho, mas possível. Vamos verificar as alternativas: todas têm aceleração proporcional a E Q / m. Se ambas as forças elétricas forem para baixo, então a força resultante no sistema seria para baixo, e o movimento seria acelerado para baixo. Mas a pergunta é "aceleração do fio que sustenta a carga positiva". Vamos analisar. Se o plano é positivo: - Acima: E para cima. - Abaixo: E para baixo. Carga -Q acima: força = -Q * E (para cima) = Q E para baixo. Carga +3Q abaixo: força = +3Q * E (para baixo) = 3 Q E para baixo. Então ambas as cargas puxam os fios para baixo. A força resultante elétrica no sistema seria 4 Q E para baixo. Mas há também a gravidade? As massas das partículas são desprezíveis, então a gravidade nas partículas é desprezível. As massas das roldanas estão sujeitas à gravidade? As roldanas estão sustentadas por hastes presas ao teto nos respectivos centros, então a gravidade nas roldanas não causa movimento de rotação? A gravidade atua no centro de massa das roldanas, que está fixo no eixo, então não gera torque. Portanto, a gravidade não afeta a rotação. Assim, apenas as forças elétricas nas partículas geram torques. Mas se ambas as forças elétricas são para baixo, então os fios são puxados para baixo em ambos os lados. A roldana menor: fio puxa para baixo com força Q E. A roldana maior: fio puxa para baixo com força 3 Q E. Como as roldanas estão engrenadas, elas devem girar de forma consistente. Se ambas puxam para baixo, a roldana menor tenderia a girar em um sentido, e a maior no sentido oposto? Vamos analisar. Vamos definir sentidos de rotação. A roldana menor (esquerda) e a maior (direita) estão engrenadas. Se a menor gira no sentido anti-horário, o ponto de contato na direita da menor se move para baixo? Vamos ver: na engrenagem, os dentes se movem em sentidos opostos. Se a menor gira anti-horário, o ponto de contato (à direita da menor) se move para baixo? Para uma roda girando anti-horário, o ponto mais à direita se move para baixo? Não: em uma roda girando anti-horário, o ponto à direita se move para cima? Vamos pensar: sentido anti-horário: topo vai para esquerda, direita vai para baixo? Não, em um círculo, sentido anti-horário: 12h -> 9h -> 6h -> 3h -> 12h. Então o ponto à direita (3h) se move para baixo (em direção a 6h). Sim, o ponto à direita se move para baixo. O ponto à esquerda (9h) se move para cima. Então, se a menor gira anti-horário, o ponto de contato à direita se move para baixo. Para a maior, que está à direita e engrenada, o ponto de contato à esquerda (9h) deve se mover para baixo também (para não escorregar). Para a maior, o ponto à esquerda se mover para baixo significa que ela gira no sentido horário? Vamos ver: na maior, o ponto à esquerda (9h) se mover para baixo: em sentido horário, 9h -> 6h? Sentido horário: 12h -> 3h -> 6h -> 9h -> 12h. O ponto 9h se move para cima (em direção a 12h) no sentido horário? Não: sentido horário: 12h -> 3h (direita) -> 6h (baixo) -> 9h (esquerda) -> 12h. Então, no sentido horário, o ponto 9h se move para cima (para 12h)? Vamos traçar: em sentido horário, o topo (12h) vai para a direita (3h), a direita (3h) vai para baixo (6h), o fundo (6h) vai para a esquerda (9h), a esquerda (9h) vai para cima (12h). Então, no sentido horário, o ponto à esquerda (9h) se move para cima. No sentido anti-horário, o ponto à esquerda (9h) se move para baixo (para 6h). Então, para a maior, o ponto de contato à esquerda se mover para baixo implica que ela gira no sentido anti-horário? Vamos ver: anti-horário: 12h -> 9h -> 6h -> 3h -> 12h. O ponto 9h se move para 6h (para baixo). Sim. Então, se a menor gira anti-horário, a maior também gira anti-horário? Mas engrenagens externas giram em sentidos opostos. Vamos revisar: Duas rodas dentadas em contato externo giram em sentidos opostos. Se a menor gira anti-horário, a maior gira horário. Então, o ponto de contato na menor (à direita) se move para baixo (anti-horário). O ponto de contato na maior (à esquerda) deve se mover para baixo também (para acompanhar). Se a maior gira horário, o ponto à esquerda (9h) se move para cima (como vimos). Então há inconsistência. Vamos rever os movimentos. Vamos usar a definição: Em engrenagens externas, as velocidades tangenciais nos pontos de contato são iguais em módulo e direção. Se a roda A gira no sentido anti-horário, o ponto de contato em sua periferia (voltado para a roda B) se move para baixo. Para a roda B, o ponto de contato (voltado para A) também deve se mover para baixo. Para que o ponto à esquerda da roda B se mova para baixo, a roda B deve girar no sentido horário? Vamos analisar: Roda B, ponto à esquerda (9h). Se a roda B gira no sentido horário, o que acontece com o ponto 9h? Sentido horário: 12h -> 3h -> 6h -> 9h -> 12h. O ponto 9h está na posição 9h. No instante seguinte, ele se move para 12h? Não, a velocidade instantânea é tangente ao círculo. No ponto 9h (esquerda), a tangente vertical. Se a roda gira no sentido horário, a velocidade no ponto 9h aponta para cima (para 12h) ou para baixo (para 6h)? Vamos usar a regra da mão direita: ω na direção -z (horário) => v = ω × r. Em 9h, r = (-R, 0). ω = (0,0,-ω). v = ω × r = (0,0,-ω) × (-R,0,0) = (0, -ωR, 0)? Vamos calcular: i j k; 0 0 -ω; -R 0 0. i(0*0 - (-ω)*0) - j(0*0 - (-ω)*(-R)) + k(0*0 - 0*(-R)) = -j(0 - ωR) = (0, ωR, 0). Então v = (0, ωR, 0) para cima. Então, no sentido horário, o ponto à esquerda se move para cima. No sentido anti-horário, ω = (0,0,ω). v = (0,0,ω) × (-R,0,0) = i(0*0 - ω*0) - j(0*0 - ω*(-R)) + k(0*0 - 0*(-R)) = -j(ωR) = (0, -ωR, 0) para baixo. Então, para a maior, o ponto à esquerda se mover para baixo implica rotação anti-horária. Mas a menor, para o ponto à direita se mover para baixo, qual rotação? Ponto à direita (R,0). Para a menor, se girar anti-horário, ω = (0,0,ω). v = (0,0,ω) × (R,0,0) = (0, ωR, 0) para cima. Se girar horário, ω = (0,0,-ω). v = (0,0,-ω) × (R,0,0) = (0, -ωR, 0) para baixo. Então, para o ponto à direita se mover para baixo, a menor deve girar no sentido horário. Então, se a menor gira horário, a maior deve girar anti-horário. Isso é consistente com engrenagens externas (sentidos opostos). Portanto, se a menor gira horário, o fio nela enrola/desenrola? Precisamos ver como os fios estão enrolados. O problema diz: "cada fio é enrolado ou desenrolado à mesma velocidade escalar dos pontos do perímetro de sua respectiva roldana." Ou seja, a velocidade do fio é igual à velocidade tangencial da roldana. O sentido do enrolamento não é especificado, mas podemos deduzir pelas forças. Forças elétricas: - Carga -Q: se está acima do plano positivo, E para cima, força na carga negativa = Q E para baixo. Então o fio da roldana menor é puxado para baixo com força Q E. - Carga +3Q: se está abaixo do plano positivo, E para baixo, força na carga positiva = 3 Q E para baixo. Então o fio da roldana maior é puxado para baixo com força 3 Q E. Ambos os fios são puxados para baixo. Na roldana menor, um fio puxa para baixo em um lado (digamos, o lado esquerdo ou direito?). A figura mostra o fio da roldana menor descendo do lado esquerdo? Vamos ver: a roldana menor tem o fio saindo do lado esquerdo? Na figura, o fio da roldana menor desce verticalmente a partir do lado esquerdo da roldana. O fio da roldana maior desce verticalmente a partir do lado direito da roldana. Assim, na roldana menor, a força Q E para baixo atua no lado esquerdo, gerando torque no sentido horário? Vamos analisar: A roldana menor, fio no lado esquerdo puxando para baixo. Para uma roldana, uma força para baixo no lado esquerdo gera torque horário. Sim, porque a força tende a girar o lado esquerdo para baixo, o que é sentido horário (12h -> 3h -> 6h -> 9h -> 12h; o lado esquerdo indo para baixo significa 9h -> 6h, que é horário? Vamos ver: 9h -> 6h é sentido anti-horário? Sentido horário: 12->3->6->9->12. Então 9h -> 6h é anti-horário? Não: 9h -> 12h é horário? Vamos definir: Sentido horário: topo (12h) vai para direita (3h); direita (3h) vai para baixo (6h); baixo (6h) vai para esquerda (9h); esquerda (9h) vai para cima (12h). Então, no sentido horário, o ponto à esquerda (9h) se move para cima. No sentido anti-horário, o ponto à esquerda (9h) se move para baixo (para 6h). Portanto, uma força para baixo no lado esquerdo tende a girar a roldana no sentido anti-horário. Vamos verificar: torque = r × F. r = (-r, 0). F = (0, -F). τ = r × F = (-r,0) × (0,-F) = (-r)(-F) - 0 = r F? Direção: i j k; -r 0 0; 0 -F 0. i(0*0 - 0*(-F)) - j((-r)*0 - 0*0) + k((-r)*(-F) - 0*0) = k(r F). τ_z = r F > 0 => sentido anti-horário (regra da mão direita: τ positivo em z = anti-horário). Então, força para baixo no lado esquerdo gera torque anti-horário. Portanto, a roldana menor tenderia a girar no sentido anti-horário. Na roldana maior, o fio está no lado direito? A figura mostra o fio da roldana maior saindo do lado direito? Vamos ver: a roldana maior está à direita; o fio desce verticalmente a partir de seu lado direito? Na imagem, o fio da roldana maior desce do lado direito da roldana. Então, força para baixo no lado direito: r = (R, 0) com R = 2r. F = (0, -3Q E). τ = r × F = (R,0) × (0,-F) = -R F k => τ_z = -R F < 0 => sentido horário. Então a roldana maior tenderia a girar no sentido horário. Mas as roldanas estão engrenadas. Se a menor gira anti-horário, a maior deve girar horário (sentidos opostos). Isso é consistente! Então ambas as forças elétricas atuam no mesmo sentido de rotação? Vamos ver: A roldana menor, força para baixo no lado esquerdo -> torque anti-horário. A roldana maior, força para baixo no lado direito -> torque horário. Como estão engrenadas, se a menor gira anti-horário, a maior gira horário. Perfeito! Então as forças elétricas estão de acordo com o movimento: ambas tendem a girar o sistema no sentido anti-horário para a menor e horário para a maior, o que é compatível com a engrenagem. Portanto, o sistema acelerará nesse sentido. Os fios serão desenrolados? Se a roldana menor gira anti-horário, o fio no lado esquerdo desce? Vamos ver: o fio está enrolado na roldana. Se a roldana gira anti-horário, o lado esquerdo da roldana se move para baixo, então o fio é desenrolado e a carga desce? Ou o fio é enrolado? Depende de como o fio está enrolado. Normalmente, se o fio puxa para baixo, ele desenrola. A carga desce. Então a carga -Q desce. Na roldana maior, gira horário, o lado direito se move para baixo? Sentido horário: o lado direito (3h) se move para baixo (para 6h). Então o fio no lado direito desce, e a carga +3Q também desce. Então ambas as cargas descem. Isso faz sentido: as forças elétricas puxam ambas para baixo. O sistema acelera com as cargas descendo. Mas a pergunta é: "a aceleração do fio que sustenta a carga positiva". Ou seja, a aceleração linear do fio da carga +3Q. Vamos calcular. Precisamos usar conservação de energia? O enunciado diz "pelo princípio da conservação da energia, a aceleração..." Mas podemos usar dinâmica (segunda lei de Newton) ou energia. Vamos usar dinâmica para achar a aceleração. Sistema: duas roldanas engrenadas, com momentos de inércia I1 = m r^2 (menor) e I2 = (2m)(2r)^2 = 8 m r^2 (maior). As rotações estão relacionadas: se a roldana menor gira um ângulo θ1, a maior gira θ2. Como estão engrenadas, o arco percorrido nos perímetros é igual: r θ1 = (2r) θ2 => θ1 = 2 θ2. Portanto, ω1 = 2 ω2 e α1 = 2 α2. A velocidade linear do fio na roldana menor é v1 = r ω1 (para baixo, se desenrola). A velocidade linear do fio na roldana maior é v2 = (2r) ω2. Mas como ω1 = 2 ω2, então v1 = r (2 ω2) = 2 r ω2. E v2 = 2 r ω2. Portanto, v1 = v2! As duas cargas se movem com a mesma velocidade linear! Interessante: como os raios são r e 2r, e as velocidades angulares são ω e ω/2, os produtos rω são iguais. Então as duas cargas se movem juntas com a mesma aceleração linear a. Vamos verificar: v1 = r ω1. v2 = 2r ω2. ω1 = 2 ω2 => v1 = r * 2 ω2 = 2 r ω2 = v2. Sim, as velocidades lineares são iguais. Portanto, a aceleração linear do fio da carga positiva é a mesma que a da carga negativa. A pergunta pede a aceleração do fio que sustenta a carga positiva, que é a. Agora, vamos aplicar a segunda lei de Newton para rotação. Forças que geram torque: - Na roldana menor: tensão no fio T1 (para baixo) no lado esquerdo. A força elétrica na carga -Q é Q E para baixo. A massa da partícula é desprezível, então a equação de movimento da partícula é: T1 - Q E = m_p a ≈ 0 => T1 = Q E. (A tensão no fio é igual à força elétrica, pois a massa é desprezível). Portanto, a força que a roldana sente no fio é T1 = Q E para baixo. Torque na roldana menor: τ1 = r T1 = r Q E, sentido anti-horário. - Na roldana maior: tensão no fio T2 (para baixo) no lado direito. A força elétrica na carga +3Q é 3 Q E para baixo. A massa desprezível => T2 = 3 Q E. Torque na roldana maior: τ2 = (2r) T2 = 2r * 3 Q E = 6 r Q E, sentido horário. Mas atenção: o torque na roldana maior é no sentido horário, que é oposto ao sentido anti-horário da menor. Mas como estão engrenadas, os torques devem ser combinados considerando a relação de transmissão. Vamos analisar a dinâmica do sistema acoplado. Podemos usar a conservação de energia ou a segunda lei generalizada. Vamos usar a segunda lei para rotação em cada roldana, considerando as forças de contato entre as engrenagens. Seja F a força de contato entre as engrenagens no ponto de engrenamento. Na roldana menor, a engrenagem exerce uma força F no ponto de contato (à direita). Na roldana maior, a engrenagem exerce uma força -F no ponto de contato (à esquerda). Mas podemos evitar calcular F usando a conservação de energia, que é mais simples. Como o sistema é conservativo (sem atrito), podemos usar a conservação de energia. A energia potencial elétrica é convertida em energia cinética das roldanas. As massas das partículas são desprezíveis, então não contribuem para a energia cinética. A energia potencial elétrica: a carga -Q desce uma altura h (ou sobe? Vamos definir). Se ambas as cargas descem, a carga -Q (negativa) em um campo elétrico vertical para cima? Cuidado: a força elétrica é para baixo, então o campo elétrico é para cima. A carga negativa -Q sofre força para baixo, então o campo E aponta para cima. O trabalho da força elétrica é F * d = Q E * h (positivo, pois a força e o deslocamento são para baixo). A energia potencial elétrica U = -q E y? Vamos definir y positivo para cima. A carga -Q: q = -Q. U = -q E y = -(-Q) E y = Q E y. Se y diminui (desce), U diminui, então a energia potencial se converte em cinética. A carga +3Q: q = +3Q. U = -q E y = -3Q E y. Se y diminui, U aumenta? Não: U = -q E y. Se q = +3Q, U = -3Q E y. Se y diminui (desce), y fica mais negativo? Vamos definir y positivo para cima. As cargas estão abaixo? Vamos usar a diferença de potencial. O campo elétrico E aponta para cima acima do plano, e para baixo abaixo do plano? Espera, eu assumi que ambas as forças elétricas são para baixo. Vamos revisar o campo elétrico do plano positivo. Plano infinito positivo: o campo elétrico é perpendicular ao plano e aponta para fora do plano. Acima do plano, aponta para cima. Abaixo do plano, aponta para baixo. Portanto, se a carga -Q está acima do plano, E para cima => força = -Q * E_para_cima = Q E para baixo. Se a carga +3Q está abaixo do plano, E para baixo => força = +3Q * E_para_baixo = 3 Q E para baixo. Então ambas as forças são para baixo. Mas a energia potencial elétrica: U = q V. O potencial elétrico V de um plano positivo: V(y) = -E y + C acima? Vamos calcular: E = -grad V. Acima do plano, E = E_0 \hat{y} (para cima). Então dV/dy = -E_0. V = -E_0 y + C. Abaixo do plano, E = -E_0 \hat{y} (para baixo). Então dV/dy = E_0 => V = E_0 y + C. Para continuidade em y=0, V(0) = C. Então acima: V = -E_0 y + C; abaixo: V = E_0 y + C. A carga -Q acima (y>0): U = (-Q) V = (-Q)(-E_0 y + C) = Q E_0 y - Q C. Se y diminui, U diminui. A carga +3Q abaixo (y<0): U = (+3Q) V = 3Q (E_0 y + C) = 3Q E_0 y + 3Q C. Se y diminui (mais negativo), U diminui (pois y é negativo, e 3Q E_0 y fica mais negativo). Então ambas as cargas perdem energia potencial ao descer. O trabalho total da força elétrica é W = Q E h + 3Q E h = 4 Q E h, onde h é a altura descida (comum a ambas, pois as velocidades são iguais). Portanto, a variação de energia potencial é ΔU = -4 Q E h. A energia cinética do sistema: as roldanas giram. K = (1/2) I1 ω1^2 + (1/2) I2 ω2^2. I1 = m r^2; ω1 = v / r (já que v1 = v = r ω1 => ω1 = v/r). I2 = (2m)(2r)^2 = 8 m r^2; ω2 = v / (2r) (já que v2 = v = 2r ω2 => ω2 = v/(2r)). Substituindo: K = (1/2)(m r^2)(v/r)^2 + (1/2)(8 m r^2)(v/(2r))^2 = (1/2) m r^2 (v^2 / r^2) + (1/2) 8 m r^2 (v^2 / 4 r^2) = (1/2) m v^2 + (1/2) 8 m r^2 * v^2 / (4 r^2) = (1/2) m v^2 + (1/2) 2 m v^2 = (1/2) m v^2 + m v^2 = (3/2) m v^2. Então K = (3/2) m v^2. Conservação de energia: ΔU + ΔK = 0 => -4 Q E h + (3/2) m v^2 = 0 => (3/2) m v^2 = 4 Q E h. Derivando em relação ao tempo: (3/2) m * 2 v a = 4 Q E v => 3 m v a = 4 Q E v => 3 m a = 4 Q E => a = (4 Q E) / (3 m). Isso corresponde à alternativa (B) 4/3 EQ/m. Mas vamos verificar se a aceleração é a do fio que sustenta a carga positiva. Como vimos, as velocidades lineares são iguais, então a aceleração é a mesma. Portanto, a = 4/3 Q E / m. Alternativa (B). Vamos conferir se não há erro nos momentos de inércia. O problema diz "roldanas em forma de anel". Para um anel, I = M R^2. A menor: massa m, raio r => I = m r^2. A maior: massa 2m, raio 2r => I = (2m)(2r)^2 = 8 m r^2. Correto. Mas e se as roldanas fossem discos? I = (1/2) M R^2. Menor: (1/2) m r^2. Maior: (1/2)(2m)(2r)^2 = (1/2)(2m)(4r^2) = 4 m r^2. Então K = (1/2)(1/2 m r^2)(v/r)^2 + (1/2)(4 m r^2)(v/(2r))^2 = (1/4) m v^2 + (1/2)(4 m r^2)(v^2/(4r^2)) = (1/4) m v^2 + (1/2) m v^2 = (3/4) m v^2. Então (3/4) m v^2 = 4 Q E h => (3/4) m * 2 v a = 4 Q E v => (3/2) m a = 4 Q E => a = (8/3) Q E / m. Isso corresponderia à alternativa (D) 8/3 EQ/m? Alternativa (D) é 8/3 EQ/m? Vamos ver: (D) 8/3 EQ/m? A alternativa (C) é 8/7 EQ/m; (D) 8/3 EQ/m; (E) 2/3 EQ/m. Se fosse disco, a = 8/3 QE/m, que é a alternativa (D). Mas o enunciado diz "roldanas em forma de anel", então I = M R^2. Portanto, a resposta correta é (B) 4/3 EQ/m. Vamos verificar se há alguma outra interpretação. O enunciado: "duas roldanas em forma de anel". Isso confirma I = M R^2. Além disso, "as massas das roldanas estão uniformemente distribuídas". Para um anel, a massa está distribuída no aro, então I = M R^2. Se fosse um disco, a massa estaria distribuída uniformemente na área, e I = (1/2) M R^2. A palavra "anel" é clara. Vamos verificar se as cargas estão realmente em lados opostos do plano. A figura mostra a linha E abaixo das cargas? Vamos reexaminar a imagem. A linha E tem +++ em cima e embaixo. As cargas -Q e +3Q estão desenhadas acima da linha E? Na verdade, na imagem, a carga -Q está acima da linha E, e a carga +3Q também está acima da linha E? Se ambas estiverem acima do plano, o campo elétrico acima do plano aponta para cima. Então: - Carga -Q: força para baixo (Q E). - Carga +3Q: força para cima (3 Q E). Isso mudaria os torques: a força na carga +3Q seria para cima, então a tensão T2 = 3 Q E para cima. O torque na roldana maior seria no sentido anti-horário? Vamos analisar: fio no lado direito puxando para cima. Força para cima no lado direito: r = (2r, 0), F = (0, 3Q E). τ = r × F = (2r,0) × (0,3QE) = 6 r Q E k => τ_z > 0 => anti-horário. A roldana menor: força para baixo no lado esquerdo => torque anti-horário (como antes). Então ambas as roldanas tenderiam a girar no sentido anti-horário, o que é impossível para engrenagens externas (elas devem girar em sentidos opostos). Portanto, as cargas não podem estar ambas acima do plano. A configuração correta deve ser uma acima e outra abaixo, como eu assumi. E a figura mostra a carga -Q acima da linha E e a carga +3Q abaixo? Vamos olhar a imagem novamente: A linha E está desenhada horizontalmente. A carga -Q está à esquerda e parece estar acima da linha E? A carga +3Q está à direita e parece estar abaixo da linha E? Na imagem, a linha E passa entre as duas cargas? Não, a linha E é uma linha horizontal que atravessa a figura. A carga -Q está acima da linha E? A carga +3Q está abaixo da linha E? Observando a posição vertical: A roldana menor está no topo; o fio desce e a carga -Q está na extremidade. A linha E está desenhada abaixo da carga -Q? Na verdade, a linha E parece estar na mesma altura da carga -Q? Vou olhar a imagem com atenção: A linha E é uma linha horizontal com sinais +. As cargas -Q e +3Q são círculos cinza. A carga -Q está à esquerda, e a linha E está abaixo dela? Sim, a linha E está abaixo da carga -Q. A carga +3Q está à direita, e a linha E está acima dela? A linha E parece passar acima da carga +3Q? Na imagem, a linha E está na parte inferior, e a carga +3Q está abaixo da linha E? Vejo que a carga +3Q está na parte inferior direita, e a linha E está acima dela. Portanto, a carga -Q está acima do plano, e a carga +3Q está abaixo do plano. Isso confirma nossa interpretação: forças para baixo em ambas. Mas vamos verificar o texto: "ambas sujeitas a um campo elétrico gerado por um plano horizontal infinito uniformemente carregado, com um pequeno furo o suficiente para um dos fios passar." Isso indica que o plano está entre as cargas, e uma delas está acima e outra abaixo. O furo permite que o fio da carga positiva passe. Portanto, a carga positiva está abaixo do plano. Correto. Agora, vamos verificar se a aceleração é a do fio que sustenta a carga positiva. Como as velocidades lineares são iguais, a aceleração é a mesma. Portanto, a = 4/3 QE/m. Alternativa (B). Vamos revisar as alternativas: (A) 2/7 EQ/m (B) 4/3 EQ/m (C) 8/7 EQ/m (D) 8/3 EQ/m (E) 2/3 EQ/m Nossa resposta é (B). Vamos fazer uma verificação adicional usando torques e segunda lei para garantir. Equações de movimento: Seja a a aceleração linear do fio (positiva para baixo). A aceleração angular da roldana menor: α1 = a / r (sentido anti-horário). A aceleração angular da roldana maior: α2 = a / (2r) (sentido horário). Note que α1 = 2 α2. Na roldana menor: Torque resultante = I1 α1 = (m r^2)(a/r) = m r a. Forças que geram torque: tensão T1 = Q E (para baixo) no lado esquerdo, e a força de contato F da engrenagem no lado direito. A força F atua horizontalmente? No ponto de engrenamento, a força entre as engrenagens é ao longo da linha que une os centros? Para engrenagens, a força de contato é perpendicular à superfície dos dentes, ou seja, ao longo da linha de ação. Para engrenagens de dentes retos, a força é ao longo da linha tangente comum? Na verdade, a força entre engrenagens é na direção perpendicular à linha que une os centros? Vamos pensar: as engrenagens estão lado a lado, seus centros na horizontal. O ponto de contato está na linha que une os centros? Sim, para engrenagens externas, o ponto de contato está na linha que une os centros. A força de contato é perpendicular à superfície dos dentes no ponto de contato. Para dentes evolventes, a força está ao longo da linha de pressão, que é tangente aos círculos de base. Mas para simplificar, podemos considerar que a força de contato é horizontal? Na verdade, a força entre duas engrenagens é ao longo da linha que une os centros? Não, se fosse ao longo da linha dos centros, não geraria torque. O torque é transmitido pela componente tangencial da força. A força de contato tem uma componente tangencial (que gera torque) e uma componente radial (que não gera torque). Para engrenagens, a força tangencial é a responsável pelo torque. Podemos considerar que a força de contato F atua tangencialmente no ponto de contato. Vamos supor que a força F é tangencial (horizontal). No ponto de contato (à direita da roldana menor, à esquerda da maior), a força que a maior exerce na menor é para baixo ou para cima? Vamos definir: a roldana menor gira anti-horário, então ela "empurra" a maior no ponto de contato para baixo? A força de contato na menor é exercida pela maior. Para a menor girar anti-horário, a força no ponto de contato (à direita) deve ser para baixo (pois uma força para baixo no lado direito gera torque horário? Vamos calcular: ponto à direita (r,0). Força para baixo (0,-F). τ = (r,0) × (0,-F) = -r F k => sentido horário. Mas queremos torque anti-horário. Então a força no ponto de contato deve ser para cima para gerar torque anti-horário? Vamos calcular: força para cima (0,F). τ = (r,0) × (0,F) = r F k => anti-horário. Então, para a roldana menor girar anti-horário, a força da engrenagem no ponto de contato deve ser para cima. Mas a força da engrenagem na menor é exercida pela maior. Se a maior exerce força para cima na menor, então a menor exerce força para baixo na maior. Vamos ver a maior: ponto de contato à esquerda (-2r,0). Força para baixo (0,-F). τ = (-2r,0) × (0,-F) = (-2r)(-F)k = 2r F k => anti-horário. Mas a maior deve girar horário. Então a força na maior deve ser para cima para gerar torque horário? Força para cima (0,F): τ = (-2r,0) × (0,F) = -2r F k => horário. Então a força na maior é para cima. Portanto, a força que a menor exerce na maior é para cima. Isso significa que a maior empurra a menor para baixo? Força na menor é para baixo? Vamos reavaliar: A força de contato entre engrenagens é uma ação e reação. Se a força na maior é para cima, a força na menor é para baixo. Mas para a menor girar anti-horário, a força no ponto de contato deve ser para baixo? Vamos recalcular: Ponto à direita (r,0). Força para baixo (0,-F). τ = (r,0) × (0,-F) = -r F k => horário. Então força para baixo gera torque horário. Mas queremos torque anti-horário. Então a força na menor deve ser para cima. Mas pela terceira lei, se a força na maior é para cima, a força na menor é para baixo. Contradição. Onde está o erro? Vamos analisar os sentidos de rotação novamente. Se a roldana menor gira anti-horário, o ponto de contato à direita se move para baixo. A roldana maior, para acompanhar, deve ter o ponto de contato à esquerda se movendo para baixo. Para a maior, o ponto à esquerda se mover para baixo significa rotação anti-horária? Vamos ver: ponto à esquerda (-2r,0). Se a maior gira anti-horário, ω = (0,0,ω). v = ω × r = (0,0,ω) × (-2r,0,0) = (0, -2r ω, 0) para baixo. Então a maior giraria anti-horário também! Mas engrenagens externas giram em sentidos opostos. Então há um erro: se a menor gira anti-horário, o ponto de contato à direita se move para cima ou para baixo? Vamos calcular a velocidade do ponto à direita da menor quando ela gira anti-horário. ω = (0,0,ω). r = (r,0). v = ω × r = (0,0,ω) × (r,0,0) = (0, ω r, 0) para cima! Então, se a menor gira anti-horário, o ponto à direita se move para cima. Eu tinha errado antes. Vamos refazer: Sentido anti-horário: 12h -> 9h -> 6h -> 3h -> 12h. O ponto à direita (3h) está na posição 3h. No instante seguinte, ele se move para 12h? Não, a velocidade é tangente. Em 3h, a tangente é vertical. Se a roda gira anti-horário, o ponto 3h se move para cima (em direção a 12h). Sim, porque anti-horário: 3h -> 12h -> 9h -> 6h -> 3h. Então 3h -> 12h é para cima. Portanto, o ponto de contato à direita da menor se move para cima. Para a maior, o ponto de contato à esquerda (9h) deve se mover para cima também. Para a maior, se ela gira no sentido horário, o ponto 9h se move para cima? Sentido horário: 9h -> 12h -> 3h -> 6h -> 9h. Então 9h -> 12h é para cima. Sim! Então, se a menor gira anti-horário, o ponto de contato sobe, e a maior gira horário. Isso é consistente com engrenagens externas. Portanto, meu erro anterior foi na direção da velocidade. Vamos corrigir. Então: - Roldana menor girando anti-horário: o fio no lado esquerdo (9h) se move para baixo? Sentido anti-horário: 9h -> 6h (para baixo). Sim! O fio no lado esquerdo desce. - Roldana maior girando horário: o fio no lado direito (3h) se move para baixo? Sentido horário: 3h -> 6h (para baixo). Sim! O fio no lado direito desce. Então, ambas as cargas descem, como antes. E as velocidades lineares são iguais? Vamos ver: v_menor = r ω1. v_maior = 2r ω2. Como ω1 = 2 ω2, v_menor = r (2 ω2) = 2r ω2 = v_maior. Sim. Agora, os torques: - Na roldana menor: força no fio à esquerda é para baixo (T1 = Q E). Isso gera torque no sentido anti-horário? Vamos calcular: ponto à esquerda (-r,0). Força para baixo (0,-QE). τ = (-r,0) × (0,-QE) = (-r)(-QE) k = r Q E k => sentido anti-horário. Correto. - Na roldana maior: força no fio à direita é para baixo (T2 = 3 Q E). Ponto à direita (2r,0). Força para baixo (0,-3QE). τ = (2r,0) × (0,-3QE) = 2r * (-3QE) k = -6 r Q E k => sentido horário. Correto. Então os torques estão de acordo: a menor quer girar anti-horário, a maior quer girar horário. Elas estão engrenadas, então vão acelerar nesses sentidos. A força de contato entre elas: no ponto de contato (à direita da menor, à esquerda da maior), a menor se move para cima, a maior se move para cima também. Para a menor, a força de contato (exercida pela maior) deve ser para baixo? Vamos ver: na menor, o torque resultante é τ1 = r Q E - r F_contato (se a força de contato for para baixo no lado direito). Se a força de contato for para baixo, ela gera torque horário (negativo). Então τ1 = r Q E - r F_c = I1 α1 = m r^2 (a/r) = m r a. Na maior, a força de contato é para cima (reação), no ponto à esquerda. Força para cima (0,F_c). τ = (-2r,0) × (0,F_c) = -2r F_c k => torque horário? Vamos calcular: (-2r,0) × (0,F_c) = (-2r)(F_c) k? i j k; -2r 0 0; 0 F_c 0. i(0*0 - 0*F_c) - j((-2r)*0 - 0*0) + k((-2r)*F_c - 0*0) = -2r F_c k. Sentido horário (negativo). Mas a maior também tem o torque do fio: τ2_fio = -6 r Q E (horário). Então o torque resultante na maior é τ2 = -6 r Q E - 2r F_c = I2 α2? Cuidado: a aceleração angular da maior é α2 = a/(2r) no sentido horário (negativo). Então I2 α2 = (8 m r^2)(-a/(2r)) = -4 m r a. Então: -6 r Q E - 2r F_c = -4 m r a => dividindo por -2r: 3 Q E + F_c = 2 m a => F_c = 2 m a - 3 Q E. Na menor: r Q E - r F_c = m r a => Q E - F_c = m a => F_c = Q E - m a. Igualando: Q E - m a = 2 m a - 3 Q E => 4 Q E = 3 m a => a = 4 Q E / (3 m). Mesmo resultado! Portanto, a resposta é (B) 4/3 EQ/m. Vamos verificar se a força de contato F_c é consistente. F_c = Q E - m a = Q E - m (4 Q E / (3 m)) = Q E - 4/3 Q E = -1/3 Q E. O sinal negativo significa que a força de contato na menor é para cima, e na maior é para baixo. Isso é possível? Vamos ver: se F_c na menor é para cima, então o torque na menor devido à engrenagem é no sentido anti-horário (positivo). Então τ1 = r Q E + r (1/3 Q E) = 4/3 r Q E. I1 α1 = m r a = m r (4/3 Q E / m) = 4/3 r Q E. Confere. Na maior, a força de contato é para baixo no ponto à esquerda. Força para baixo (0,-F_c) com F_c = -1/3 Q E? Se F_c na menor é para cima, a reação na maior é para baixo. Então força para baixo no ponto à esquerda: (-2r,0) × (0,-|F_c|) = (-2r)(-|F_c|) k = 2r |F_c| k => sentido anti-horário? Mas a maior deve girar horário. Vamos recalcular com cuidado. Vamos definir F como a força que a maior exerce na menor, no ponto de contato (à direita da menor). Se F é para cima (positivo y), então na menor: τ_contato = r × F = (r,0) × (0,F) = r F k (anti-horário). Na maior, a força que a menor exerce na maior é -F (para baixo), no ponto à esquerda (-2r,0). τ_contato_maior = (-2r,0) × (0,-F) = (-2r)(-F) k = 2r F k (anti-horário). Mas a maior deve ter torque resultante horário. Vamos equacionar: Menor: τ_resultante = τ_fio + τ_contato = r Q E + r F = I1 α1 = m r a. (1) Maior: τ_resultante = τ_fio + τ_contato = -6 r Q E + 2r F = I2 α2 = (8 m r^2)(-a/(2r)) = -4 m r a. (2) Da equação (2): 2r F = -4 m r a + 6 r Q E => F = -2 m a + 3 Q E. Substituindo em (1): r Q E + r(-2 m a + 3 Q E) = m r a => Q E - 2 m a + 3 Q E = m a => 4 Q E = 3 m a => a = 4 Q E / (3 m). Mesmo resultado. Agora F = -2 m (4 Q E / (3 m)) + 3 Q E = -8/3 Q E + 3 Q E = (-8/3 + 9/3) Q E = 1/3 Q E. Positivo. Então F é para cima na menor (como antes, F_c = -1/3 Q E? Cuidado: eu tinha F_c = Q E - m a = Q E - 4/3 Q E = -1/3 Q E. Mas aqui F = 1/3 Q E. Vamos reconciliar: Na equação (1), usei τ_contato = r F. Se F é para cima, τ_contato = r F (anti-horário). Então r Q E + r F = m r a => Q E + F = m a => F = m a - Q E = m (4 Q E / (3 m)) - Q E = 4/3 Q E - Q E = 1/3 Q E. Correto. Antes eu tinha F_c = Q E - m a = -1/3 Q E, porque considerei a força na menor como para baixo? Não, eu tinha definido F_c como a força de contato na menor, e disse que se for para baixo, gera torque horário. Então τ1 = r Q E - r F_c. Se F_c = -1/3 Q E, então τ1 = r Q E - r (-1/3 Q E) = 4/3 r Q E. O mesmo. Portanto, a força de contato na menor é para cima (F = 1/3 Q E). Na maior, a força é para baixo (reação), com módulo 1/3 Q E. Isso faz sentido: a menor está sendo "empurrada" para cima no ponto de contato para ajudá-la a girar anti-horário? Na verdade, a menor tem um torque do fio Q E r, mas precisa de mais torque para acelerar. A engrenagem fornece um torque adicional de 1/3 Q E r no mesmo sentido (anti-horário). A maior tem um torque do fio de 6 Q E r (horário), mas a engrenagem exerce um torque de 2r * (1/3 Q E) = 2/3 Q E r no sentido anti-horário? Vamos ver: a força na maior é para baixo no ponto à esquerda. Força para baixo no lado esquerdo gera torque anti-horário? Vamos calcular: (-2r,0) × (0,-F) = (-2r)(-F) k = 2r F k (anti-horário). Então a engrenagem na maior exerce um torque anti-horário de 2/3 Q E r. O torque do fio na maior é 6 Q E r horário. Então o torque resultante na maior é 6 Q E r - 2/3 Q E r = 16/3 Q E r? Mas I2 α2 = 8 m r^2 * a/(2r) = 4 m r a = 4 m r (4 Q E / (3 m)) = 16/3 Q E r. Sim, confere. Então a engrenagem ajuda a menor e "atrapalha" a maior? Na verdade, a engrenagem transmite torque da maior para a menor? O torque do fio na maior é muito maior, então a maior tende a girar mais rápido no sentido horário, mas a engrenagem força a menor a girar junto. A maior "empurra" a menor para cima no ponto de contato, o que exerce um torque anti-horário na menor (ajudando-a) e um torque anti-horário na maior? Não, a força na maior é para baixo, que gera torque anti-horário? Vamos rever: Ponto à esquerda da maior (-2r,0). Força para baixo (0,-F). τ = (-2r,0) × (0,-F) = (-2r)(-F) k = 2r F k => anti-horário. Mas a maior precisa de torque horário para girar horário. Então a engrenagem exerce um torque anti-horário na maior, opondo-se ao seu movimento. Isso significa que a maior está "freando" a menor? Na verdade, a menor tem menos torque do fio, então a maior a arrasta. A maior tem torque de sobra, então ela acelera a menor. A força de contato na maior é para baixo, gerando torque anti-horário (oposto ao movimento da maior). Isso é consistente: a maior transfere energia para a menor. Portanto, tudo coerente. Assim, a resposta é (B). Vamos apenas conferir se a pergunta se refere à aceleração do fio que sustenta a carga positiva. Como as acelerações são iguais, a = 4/3 Q E / m. Alternativa (B) 4/3 EQ/m. Portanto, a resposta é B. Vou escrever a explicação em português, passo a passo, e concluir com "Resposta: B".

Para resolver a questão, vamos analisar o sistema formado pelas duas roldanas engrenadas e as cargas elétricas.

1. Relação cinemática entre as roldanas:
As roldanas estão engrenadas, então a velocidade tangencial nos pontos de contato é a mesma. Se a roldana menor (raio r) gira com velocidade angular \omega_1 e a maior (raio 2r) com \omega_2, temos:

r\,\omega_1 = 2r\,\omega_2 \quad\Rightarrow\quad \omega_1 = 2\,\omega_2.

Como os fios estão enrolados nos perímetros, as velocidades lineares dos fios são:

v_1 = r\,\omega_1, \qquad v_2 = 2r\,\omega_2.

Substituindo \omega_1 = 2\omega_2, obtemos:

v_1 = r(2\omega_2) = 2r\,\omega_2 = v_2.

Portanto, as duas cargas se movem com a mesma velocidade linear v e, consequentemente, a mesma aceleração a.

2. Forças elétricas:
O plano horizontal carregado positivamente gera campo elétrico vertical. Acima do plano o campo aponta para cima; abaixo, para baixo.

  • A carga -Q está acima do plano, logo sofre força elétrica F_1 = QE para baixo.
  • A carga +3Q está abaixo do plano, logo sofre força elétrica F_2 = 3QE para baixo.
    Como as massas das partículas são desprezíveis, as tensões nos fios são iguais a essas forças:
T_1 = QE, \qquad T_2 = 3QE.

3. Torques e momentos de inércia:
As roldanas são anéis, então seus momentos de inércia são:

I_1 = m r^2, \qquad I_2 = (2m)(2r)^2 = 8mr^2.

Os torques devidos às tensões nos fios são:

  • Roldana menor: T_1 atua no lado esquerdo, gerando torque \tau_1 = r\,T_1 = rQE (sentido anti-horário).
  • Roldana maior: T_2 atua no lado direito, gerando torque \tau_2 = 2r\,T_2 = 6rQE (sentido horário).

4. Conservação de energia (método alternativo):
A energia potencial elétrica perdida quando as cargas descem uma altura h é:

\Delta U = QE\,h + 3QE\,h = 4QE\,h.

A energia cinética do sistema é a soma das energias de rotação das roldanas. Como \omega_1 = v/r e \omega_2 = v/(2r):

K = \frac12 I_1\omega_1^2 + \frac12 I_2\omega_2^2 = \frac12(mr^2)\left(\frac{v}{r}\right)^2 + \frac12(8mr^2)\left(\frac{v}{2r}\right)^2 = \frac12 mv^2 + mv^2 = \frac32 mv^2.

Pela conservação de energia:

4QE\,h = \frac32 mv^2.

Derivando em relação ao tempo (dh/dt = v, dv/dt = a):

4QE\,v = \frac32 m \cdot 2v\,a \quad\Rightarrow\quad 4QE = 3m\,a \quad\Rightarrow\quad a = \frac{4QE}{3m}.

5. Conclusão:
A aceleração do fio que sustenta a carga positiva é \displaystyle a = \frac{4EQ}{3m}.

Resposta: B

Gemini 3.8 Flash

B

Respondeu

levou 2 min 19 s

Como pensou
**Analyzing the Scenario** I'm currently focused on accelerating the thread supporting the positive charge ($+3Q$). My attention is on the figure and text provided. I'm noting the presence of two ring-shaped pulleys, each with a uniform mass distribution. I am beginning to examine the implications for an individual ring's radius. **Calculating Inertia & Velocity** I've calculated the moment of inertia for both pulleys. The first, with radius $r$ and mass $m$, is $mr^2$. The second, with radius $2r$ and mass $2m$, is $8mr^2$. The key insight is their interaction – they're meshed. This implies that the linear velocity at the contact point is identical, allowing me to relate their angular velocities. **Examining Electric Forces** I am now focusing on the forces acting upon the charges within this configuration, particularly how the uniform positive charge distribution on the infinite horizontal plane influences them. Specifically, I'm examining how the electric field ($E$) above and below the plane affects both the $-Q$ and $+3Q$ charges. I am working on determining the direction and magnitude of the electrical force on each charge. I have determined the electric force on the charge $-Q$. **Determining Rotational Direction** I've determined the electric force on the +3Q charge, which acts downwards with a magnitude of 3QE. Now, I'm analyzing the torques and rotational direction caused by the -Q charge pulling the string connected to pulley 1. I'm focusing on how the rotation of pulley 1, in the counter-clockwise direction, affects the meshed pulley 2, which will rotate clockwise as a result. **Confirming Downward Motion** I've confirmed the $+3Q$ charge moves downward. I've re-examined the pulley system and confirmed the rotational directions. Pulley 1 rotates counter-clockwise. This implies that pulley 2, which is meshed, will rotate clockwise. It's clear how the movement of the $-Q$ charge drives the rotation, affecting the $+3Q$ charge's descent. **Calculating Total Work** I am now calculating the total work done by the electric forces. I've confirmed both charges move downwards simultaneously. The work done on each charge is positive. Specifically, the work done on $-Q$ is $QE \cdot y$, and on $+3Q$, it's $3QE \cdot y$. Now, I am exploring how the equal displacements of the charges simplifies the calculation for the total work. **Examining Energy Conservation** I'm now integrating energy conservation, given negligible particle masses. Kinetic energy stems solely from the pulleys. After calculating individual pulley kinetic energies using their moments of inertia and angular velocities, I've summed them, leading to a total kinetic energy of $(3/2)mv^2$. I'm exploring the energy conservation principle to equate the total work done. **Deriving Acceleration Equation** I'm now deriving the acceleration equation, focusing on energy conservation and its temporal derivative. I've simplified it to $3 m v a = F_{total} v = (F_1 + F_2) v$, leading to $a = \frac{F_1 + F_2}{3m}$. With forces $F_1 = QE$ and $F_2 = 3QE$, the total is $4QE$, giving an acceleration of $\frac{4QE}{3m}$. This aligns with option (B) in the multiple choices. However, I'm verifying the problem states the pulleys are rings, not disks. **Revising Energy Equations** I'm now meticulously reviewing my previous energy equations, specifically the kinetic energy calculations. I'm focusing on the pulley's configuration and whether factors were overlooked, leading to the discrepancy with the provided answer choices. I need to be absolutely certain I correctly accounted for the relationship between the pulleys' radii and masses when calculating their moments of inertia and, consequently, their kinetic energies. **Revising Force Directions** I'm now carefully re-evaluating the directions of the forces acting on the system. Specifically, I'm meticulously re-examining whether the electric forces on the charges cooperate or oppose each other, which would lead to a total force of $2QE$ instead of $4QE$. By precisely mapping the force directions in the figure, I hope to avoid previous misconceptions. I think I made a mistake! **Clarifying Force Directions** I am now thoroughly clarifying force directions to ensure consistency. I recognize that the previous analysis might contain an error. I am carefully re-examining how the electric forces on the charges affect the tension in the string and pulley rotation. I'm taking another look at how the directions of the electric forces impact the system's dynamics. **Verifying Charge Interactions** I'm now carefully re-examining how the electric field and charge signs interact, ensuring I've correctly determined the direction of forces. Specifically, I'm verifying the direction of the force on the positive +3Q charge given the downward-pointing electric field below the charged plane. I've reconfirmed the force on the +3Q charge is indeed downwards. I'm now focusing on the kinematics of the pulley system to determine rotational direction based on the string. **Confirming Velocity & Rotation** I'm now meticulously confirming the directions of rotation and velocities at each point in the pulley system. I'm focusing on the pulley's left edge and how the direction of its downward motion establishes the counter-clockwise rotation. I've verified the counter-clockwise rotation and direction of motion at key points around the pulley, including the contact point. Because the pulleys are meshed, I'm ensuring the direction of motion at the contact point is consistent between both pulleys. **Refining Directional Analysis** I'm now deep-diving to refine my previous directional analysis of the pulley system, aiming to solidify the relationship between charge movement and rotational direction. I'm focusing on the pulley 2's rotation, meticulously checking the direction of motion at different points to eliminate any previous confusion. I'm focusing on how the wire connected to +3Q travels down to confirm consistency with the total force direction. **Revising Torque & Angular Motion** I am now thoroughly reviewing torques and their impact on angular motion within the system. I have determined that both the $-Q$ and $+3Q$ charges contribute to torques in the same kinematic direction. I need to be absolutely certain to correctly account for the moments of inertia and consider how the torques affect the acceleration of the masses. I also have to find the source of the number 7 in the denominator of the answer choices. **Revising Ring vs. Disk** I'm now revisiting the ring versus disk assumption, suspecting this is where the discrepancy originates. I've re-calculated the kinetic energy for both ring and disk pulley configurations, carefully considering their moments of inertia. I'm focusing on the implications of each configuration for both the total work done and the final acceleration equation. I'm seeing if the disk assumption leads to the same answer choices as the ring assumption. **Investigating the Number 7** I'm now zeroing in on the source of the elusive '7' in the denominator of some answer choices. I'm carefully scrutinizing all my calculations, particularly the energy conservation equation, looking for any overlooked factors that might introduce this denominator. I'm systematically checking each step, including the calculation of moments of inertia, kinetic energies, and the total work done. I'm focused on the relationship between the radii and masses of the pulleys, as well as the linear and angular velocities. **Deriving Final Acceleration** I've finally pinpointed the elusive "7"! My prior energy conservation equation had an error. Re-examining the system's kinetic energy, specifically considering the moment of inertia for ring pulleys ($I = mr^2$ and $I = 8mr^2$), and carefully relating angular velocities to linear velocity, I now find the total kinetic energy is $(7/2)mv^2$. This correctly leads to the derived acceleration $a = 8QE/7m$, confirming option (C). **Clarifying Geometric Setup** I'm now carefully re-examining the provided figure to confirm the geometric setup of the pulleys. I'm making sure I have precisely understood the radii and the presence or absence of any internal circles. I'm focusing on the labeling of the radii for both pulleys, to avoid making any geometric assumptions. I'm focusing on the radii of both pulleys, and how these affect rotational inertia. **Confirming Perimetric Wrapping** I'm now focusing on the crucial detail of how the string wraps around the pulleys. I'm carefully reviewing the problem statement, which emphasizes that the string wraps or unwraps at the same linear velocity as points on the pulley's perimeter. This confirms the string contacts the outer edges of the pulleys, which I have to keep in mind, in future calculations. **Refining Velocity Relationships** I'm now carefully revisiting the velocity relationships within the pulley system, especially given their meshed configuration. I'm focusing on how the string's linear velocity at the contact point dictates both the angular velocities of the pulleys. Considering the varying radii ($r$ and $2r$) and assuming constant contact, I am verifying that $v_1 = v_2 = v$. I am meticulously calculating the kinetic energy, incorporating the moments of inertia and angular velocities, aiming to determine the correct effective mass, given the system parameters. **Revising Equivalent Mass** I'm now diving deep into calculating the equivalent mass of the system. I'm focusing on the pulley's kinetic energy: $(1/2) I_1 w_1^2 + (1/2) I_2 w_2^2$, where $w_1$ is $v/r$ and $w_2$ is $v/2r$. Substituting $I_1 = mr^2$ and $I_2 = 8mr^2$ confirms $M_{eq} = (7/2)m$, and I can derive the correct acceleration for the equivalent force. With the equivalent mass of $(7/2)m$ and equivalent force as $8QE$, I'm confirming option (C) as the correct choice. **Refining Kinematic Analysis** I'm now refining the kinematic relationships to precisely determine acceleration. My focus is on $a_2$, the positive charge's string acceleration. It equals $a_2 = r_2 \alpha_2$, where $\alpha_2$ is pulley 2's angular acceleration. By relating angular and linear accelerations, I hope to confirm the correct expression and determine if I am calculating the correct quantity. **Revising Acceleration Calculation** Now, I'm carefully reviewing the kinematic relationships, focusing on how the string's linear acceleration at both pulleys is the same ($a_1 = a_2 = a$). Re-examining the derivation of the equivalent mass and total kinetic energy ($E_c$) with the ring assumption, where $I_1=mr^2$ and $I_2=8mr^2$, led to an incorrect $M_{eq} = 3m$, suggesting an error in kinetic energy. I'll test to see how we arrived at the correct equivalent mass. **Revising Force & Acceleration** I'm revisiting the force calculations and, particularly, the acceleration equations, considering all interactions within the system. Re-analyzing the forces acting on the pulleys and charges has highlighted a possible error in deriving the acceleration equation. I'll meticulously go back through all the force calculations. \n\n **Reassessing System Dynamics** I'm now completely reassessing the system's dynamics by drawing a free-body diagram for each pulley, including string tensions, gravitational forces (although negligible), and the electric forces acting on the charges. I will confirm that my acceleration equation, derived from the energy conservation, is accurate with Newtonian physics. **Refining Pulley Interactions** I'm now carefully analyzing the contact force between the meshed pulleys. I'm building free-body diagrams, focusing on string tensions and the tangential force. I need to clarify torque directions for pulleys 1 and 2, ensuring consistency with rotational motion and the electric forces. I'm focusing on deriving equations for each pulley with these interactions. **Refining Equations & Torque** I'm now deriving the acceleration using a free-body diagram of each pulley, focusing on the tension, the meshing contact force, and the torques. I’m meticulously setting up equations for pulley 1 and pulley 2. This involves analyzing torque from the forces at the contact point. I'm carefully double-checking the sign conventions for the torques to verify my calculations. **Refining Equation Derivation** I'm now deriving the acceleration equations directly from the forces and torques acting on each pulley, meticulously applying Newton's second law for both linear and rotational motion. I am setting up equations for each pulley using free-body diagrams, considering tensions, the meshing contact force, and the applied electric forces. This will help confirm that I have not made any errors in previous analyses. **Refining Newton's Laws** I'm revisiting the force analysis on each pulley, focusing on the contact force *f* and its effect on torques and angular acceleration. By carefully analyzing the torques, and free-body diagrams, and applying Newton's second law for both pulleys, I'm verifying the system's force and torque equations to ensure no errors were made. The key here is properly understanding how the contact force transfers motion. **Confirming System Equations** I'm now confirming the validity of equations by focusing on torque balances and string tensions across the pulleys. I'm rigorously checking Newton's second law, particularly the torque equations, to see if they produce the same result as the energy conservation method. I've been considering all interactions within the system, looking for any previously overlooked relationships or simplifications. **Investigating Effective Mass** I'm now deeply focused on determining how the system's effective mass ($M_{eq}$) was determined to arrive at the solution. I'm carefully reviewing all the relevant equations, specifically the work-energy theorem, and seeking an explanation for $M_{eq} = (7/2)m$. I'm considering all possible configurations of the ring and disk to understand the source of this value. **Refining Moment of Inertia** I'm revisiting the moment of inertia calculation for the ring-shaped pulleys, aiming to confirm correct values for each. The problem states they are rings, not disks, so $I = MR^2$ and $I = 8MR^2$ are correct. I'm focusing on the implications of each pulley's geometry to ensure no errors were made. **Refining the Effective Mass** I'm now revising the effective mass calculation, specifically for the ring pulleys, to see if I can arrive at the expected solution. I'm carefully reviewing all the relevant equations, specifically the work-energy theorem, and seeking an explanation. I've been considering all possible configurations of the ring and disk to understand the source of the 7. **Revising Energy Calculations** I'm now re-examining the kinetic energy calculation, assuming the ring edge's velocity $v$ and focusing on an elegant derivation. For the first ring, all points move at $v$, so the kinetic energy is simply (1/2)mv^2. Similarly, for the second ring, all points also move at $v$, with kinetic energy (1/2)(2m)v^2. The total kinetic energy is now correctly calculated as (3/2)mv^2. This highlights the simplification achievable with the ring assumption, avoiding moment of inertia integration. **Simplifying System Equations** I'm now zeroing in on a critical simplification related to the problem. I've realized that the points of contact on both rings move with the same velocity, $v$. This directly simplifies kinetic energy calculations. The total inertia is indeed $3m$, indicating a correct effective mass ($M_{eq} = 3m$), which leads to the correct result. Now, I'm trying to figure out where the 7 would come from as a calculation error. **Refining Disk & Ring Analysis** I'm revisiting the kinetic energy for rings versus disks. I calculated $I_1 = mr^2$ for pulley 1 (mass $m$, radius $r$) and $I_2 = 8mr^2$ for pulley 2 (mass $2m$, radius $2r$). The energy with ring assumption, considering contact points move at the same speed ($v$), is (3/2)mv^2. I will see if a similar method applies when considering each as a disk. **Refining Final Calculation** I'm now zeroing in on resolving the conflict between answers (B) and (C). The correct kinetic energy calculation seems critical. The given rings' moments of inertia were $mr^2$ and $8mr^2$. The ring's velocity along the radius equals their linear velocity, and so using the moments of inertia and accounting for equal velocity, the total kinetic energy is $(7/2)mv^2$. This yields an equivalent mass of (7/2)m. The question is, how do we arrive at a final answer with acceleration (C) being correct? **Refining Final Calculations** I'm now zeroing in on resolving the discrepancy between the kinetic energy calculations and the final answer. I'm rigorously rechecking each step, from kinetic energy to acceleration, ensuring the correct variables are used and all assumptions are valid. It seems the key lies in relating the rotational kinetic energy of the pulleys to the linear displacement of the charges. **Calculating String Acceleration** I'm now focusing on calculating string acceleration, and how the pulleys' meshed configuration dictates charge acceleration. I've reconfirmed equal peripheral velocities at the contact points, and I'm carefully connecting this to the string's linear acceleration ($a$). This ties directly into the downward acceleration of the +3Q charge. I've confirmed that the string's acceleration on pulley 2 is equal to its acceleration. **Refining System Direction** I am now meticulously verifying force directions to determine a final acceleration direction. The negative charge is attracted downwards due to the plane's positive charge, while the positive charge is repelled. The string tension in the system needs precise definition. I've reconfirmed the direction of the forces acting on the charges. **Confirming Force & Rotation** I'm now meticulously confirming the downward direction of the $+3Q$ charge due to the repulsive force from the plane. I am confident that the force on the $-Q$ charge also pulls it downwards. Now, I'm focusing on tracing the string's motion and rotational directions, making sure the meshed pulley system's kinematics are correctly analyzed. I'll trace through the forces and pulley rotations, including the direction of movement of the $+3Q$ charge. **Calculating Total Work Done** I've confirmed the downward movement of both charges over the displacement $\Delta y$. With both charges moving the same distance, the electric forces perform positive work. The total work done is the sum of the work done on each charge: $W_{total} = (QE + 3QE) \Delta y = 4QE \Delta y$. This provides the basis for the next phase in my calculation.

Para resolver a questão, aplicamos o Princípio da Conservação da Energia (ou Teorema do Trabalho-Energia Cinética) ao sistema formado pelas duas roldanas e pelas partículas carregadas.

1. Forças Elétricas Atuantes

O plano infinito uniformemente carregado com carga positiva gera um campo elétrico uniforme de módulo E:

  • Na região acima do plano, o campo elétrico aponta para cima (\vec{E} = +E\,\hat{j});
  • Na região abaixo do plano, o campo elétrico aponta para baixo (\vec{E} = -E\,\hat{j}).

Analisando cada partícula:

  • Partícula de carga -Q: está localizada acima do plano. Sendo sua carga negativa, a força elétrica atrai a partícula em direção ao plano positivo (para baixo):

    \vec{F}_1 = (-Q)(+E\,\hat{j}) = -QE\,\hat{j} \implies F_1 = QE \quad (\text{para baixo})

  • Partícula de carga +3Q: está localizada abaixo do plano. Sendo sua carga positiva, o plano a repele (para baixo):

    \vec{F}_2 = (+3Q)(-E\,\hat{j}) = -3QE\,\hat{j} \implies F_2 = 3QE \quad (\text{para baixo})

2. Vínculo Cinemático entre as Roldanas

As duas roldanas estão engrenadas em suas periferias. Isso significa que, no ponto de contato, a velocidade linear tangencial de ambas é idêntica:

v = \omega_1 r = \omega_2 (2r) \implies \omega_1 = \frac{v}{r} \quad \text{e} \quad \omega_2 = \frac{v}{2r}

Como cada fio desenrola no perímetro de sua respectiva roldana, a velocidade escalar e a aceleração escalar de ambos os fios são iguais a v e a, respectivamente:

  • Se a carga -Q desce de um deslocamento \Delta y, a roldana 1 gira no sentido anti-horário.
  • O ponto de contato sobe, fazendo a roldana 2 girar no sentido horário.
  • Com a rotação horária da roldana 2, a sua borda direita desce, fazendo com que a carga +3Q também desça pelo mesmo deslocamento \Delta y.

Portanto, os movimentos de descida de ambas as partículas são compatíveis e se somam.

3. Trabalho Realizado pelas Forças Elétricas

Como ambas as partículas se deslocam no mesmo sentido das respectivas forças elétricas (para baixo):

W = W_1 + W_2 = F_1 \Delta y + F_2 \Delta y = (QE + 3QE)\Delta y = 4QE\Delta y

4. Energia Cinética do Sistema

Como as massas das partículas são desprezíveis, a energia cinética do sistema provém exclusivamente da rotação das roldanas em forma de anel delgado (I = M R^2):

  • Roldana 1 (massa m e raio r):

    I_1 = m r^2 \implies E_{c1} = \frac{1}{2} I_1 \omega_1^2 = \frac{1}{2} (mr^2)\left(\frac{v}{r}\right)^2 = \frac{1}{2}mv^2

  • Roldana 2 (massa 2m e raio 2r):

    I_2 = (2m)(2r)^2 = 8mr^2 \implies E_{c2} = \frac{1}{2} I_2 \omega_2^2 = \frac{1}{2} (8mr^2)\left(\frac{v}{2r}\right)^2 = mv^2

A energia cinética total é:

E_c = E_{c1} + E_{c2} = \frac{1}{2}mv^2 + mv^2 = \frac{3}{2}mv^2

5. Cálculo da Aceleração

Pelo princípio da conservação da energia, partindo do repouso:

W = \Delta E_c \implies 4QE\Delta y = \frac{3}{2}mv^2

Utilizando a equação de Torricelli (v^2 = 2a\Delta y):

4QE\Delta y = \frac{3}{2}m(2a\Delta y) = 3ma\Delta y

Cancelando \Delta y:

a = \frac{4EQ}{3m}

Resposta: B