Correção UNICAMP 2027Confira as respostas e a resolução de cada questão da 1ª faseVer a correção
IA ao vivo / UNICAMP 2027 · 1ª fase

COMPARE OS RACIOCÍNIOS

Questão 37

Sem gabarito oficial ainda. ← 36 38 →

A questão

Questão 37

Respostas das IAs

GPT-6 Astra

B

Respondeu

levou 14 s

Como pensou

A alternativa correta é B.

Ao trocar o nome inglês Grace por Afamefuna, a personagem realiza um gesto de reconexão com suas raízes africanas e com a memória de sua avó, cujos valores estão ligados à tradição anterior à colonização. O trecho explicita essa motivação ao afirmar que ela se sentia “distante de suas raízes”, apesar de seus prêmios e de suas conquistas.

Sua decisão de estudar história também se relaciona à valorização dessas origens: Grace percebe que a rejeição da história africana pelo sr. Gboyega, ele próprio nigeriano, revela uma ligação entre educação e dignidade. Desconsiderar a história de um povo significa também desvalorizar sua identidade.

Assim, A e C equivocam-se ao associar sua trajetória à valorização da ocidentalização ou à superação de um suposto atraso africano. Já D atribui à repetição de “Foi Grace” uma função inadequada: ela enfatiza as ações e o protagonismo da personagem, não antecipa sua tristeza.

Resposta: B

GPT-6.1 Sol

B

Respondeu

levou 16 s

Como pensou
**Explaining a Story's Roots** I need to provide an explanation for the story "Afamefuna," which translates to "my name will not be lost." I might not need all the specific excerpts, but it's essential to explore alternatives without repeating themes of sadness or conflict, as the emphasis should be on education and identity instead. I think I should highlight how the name connects to the grandmother and Igbo roots, while also addressing the importance of dignity in restoring identity. I'll mention that Grace was named Afamefuna by her grandmother, Nwamgba, and emphasize the continuity of ancestral actions.

A alternativa correta é B. A mudança do nome de Grace para Afamefuna representa uma reaproximação com suas raízes africanas, vinculadas à avó e às tradições anteriores à colonização. Mesmo reconhecida profissionalmente, a personagem sente que se distanciou de suas origens e procura reafirmar sua identidade.

Essa atitude se relaciona à percepção da ligação entre educação e dignidade: ao conhecer a postura do sr. Gboyega, que desprezava a história africana como disciplina, Grace reconhece a desvalorização de sua cultura pelo pensamento colonial.

Assim, o desfecho não celebra a ocidentalização nem a superação de um suposto “atraso” africano, como sugerem A e C. Já D atribui à repetição de “Foi Grace” uma função de antecipar a tristeza, quando ela sobretudo destaca as ações e a trajetória da personagem.

Resposta: B

GPT-6 Luna

D

Respondeu

levou 7 s

Como pensou

A alternativa D é a correta. A repetição de “Foi Grace quem” destaca episódios decisivos de sua trajetória e antecipa a tristeza que decorre da reflexão sobre a desvalorização da história africana. O trecho contrapõe a educação — que poderia reconhecer e preservar essa história — à persistência de preconceitos e da ignorância, visível na rejeição da história africana como disciplina.

Resposta: D

Claude Fable 5.1

B

Respondeu

levou 11 s

Como pensou

A questão trata do conto "A historiadora obstinada", de Chimamanda Ngozi Adichie, cuja protagonista principal é Nwamgba, avó de Grace. No conto, a avó, mulher igbo, vê seu filho ser ocidentalizado pela educação missionária e deposita na neta a esperança de reconexão com as tradições; dá à menina o nome igbo Afamefuna ("meu nome não se perderá"), enquanto os missionários a batizam Grace. Ao longo da vida, Grace estuda história, reconhece a ligação entre educação e dignidade e, no fim da vida, sentindo-se "distante de suas raízes", vai ao cartório e adota oficialmente o nome Afamefuna — gesto que simboliza o resgate da herança ancestral, cumprindo o desejo da avó.

Analisando as alternativas:

  • a) Incorreta: a repetição de "Foi Grace" é um recurso anafórico que estrutura o percurso da personagem, mas não representa uma adesão progressiva à ocidentalização — pelo contrário, culmina no retorno às raízes.
  • b) Correta: a mudança de nome para Afamefuna representa a reconexão com as expectativas e os valores da avó, ligados à tradição anterior à colonização.
  • c) Incorreta: a mudança de nome não celebra a educação ocidental nem trata o passado africano como "atraso"; é justamente o contrário, uma recusa do apagamento colonial.
  • d) Incorreta: a repetição não "antecipa a tristeza"; ela organiza os marcos da trajetória de Grace, cujo desfecho é o reencontro com a identidade igbo.

Resposta: B

Claude Opus 5.5

B

Respondeu

levou 11 s

Como pensou
Nwamgba is the traditional grandmother, her son Anikwenwa (Michael) converted to Christianity, and her granddaughter Grace is the one she calls Afamefuna, meaning "my name will not be lost" — so B fits.

Análise do excerto

O excerto mostra Grace percebendo, a partir do episódio do sr. Gboyega, "a ligação entre educação e dignidade". No fim da vida, ela se sente "distante de suas raízes" e muda oficialmente o nome de Grace (nome cristão, ocidental) para Afamefuna.

No conto, Afamefuna ("meu nome não se perderá") é o nome que lhe dava a avó, Nwamgba. Nwamgba representa a tradição igbo anterior à colonização. Ela via com desconfiança a conversão do filho ao cristianismo e esperava que a neta preservasse a memória e os valores de seu povo. Ao adotar esse nome, Grace se reconecta com essas raízes e com as expectativas da avó.

Exame das alternativas

  • A) Incorreta. A repetição de "Foi Grace" não acompanha o avanço da ocidentalização. O desfecho mostra justamente o movimento contrário, de retorno às raízes.
  • B) Correta. Corresponde ao sentido da mudança de nome descrito acima.
  • C) Incorreta. Inverte o sentido do texto. A mudança de nome não celebra a educação ocidental nem a "superação do atraso" do país. Ela é uma recusa da perspectiva colonial.
  • D) Incorreta. A repetição não antecipa a tristeza da personagem. Além disso, o conflito apontado no texto não é entre educação e ignorância. É a desvalorização da história africana, rejeitada pelo próprio sr. Gboyega, um especialista renomado.

Resposta: B

Claude Sonnet 5.5

B

Respondeu

levou 8 s

Como pensou

Contexto do conto: Grace Uchenna, professora de história nigeriana, é a "historiadora obstinada". Sua história com a nora (Chinwe) e o filho gira em torno da obstinação de Grace em registrar a história de seu povo. A sra. Grace, na velhice, volta-se para as origens e adota o nome igbo Afamefuna ("meu nome não se perderá"), que era o nome que a avó esperava para o neto, e que ela mesma queria dar a um filho. Assim, mudar o nome representa a reconexão com suas raízes e com a tradição anterior à colonização, em oposição à educação ocidental/colonial que a distanciou delas.

Analisando as alternativas:

  • A) Errada: a repetição de "Foi Grace" não acompanha uma "ocidentalização do país"; o conto trata, ao contrário, da valorização da história africana.
  • B) Correta: o trecho diz que ela se sente "distante de suas raízes no fim da vida" e muda o nome para Afamefuna, um nome igbo. Trata-se de uma reconexão com valores ancestrais, anteriores à colonização.
  • C) Errada: apresenta o gesto como celebração da educação ocidental e da superação do atraso, o que contradiz o sentido do texto.
  • D) Errada: a repetição de "Foi Grace" não antecipa tristeza. Ela apenas encadeia os momentos decisivos da vida da personagem.

Resposta: B

Grok 4.7

B

Respondeu

levou 4 min 22 s

Como pensou
The question concerns an excerpt from "A historiadora obstinada" by Chimamanda Ngozi Adichie. Grace abandonou a química para estudar história depois de ouvir o sr. Gboyega num chá em casa de uma amiga na University College de Ibadan em 1950. O sr. Gboyega era um nigeriano de pele cor de chocolate. Era especialista renomado em história do império britânico. Ele pediu demissão ao Conselho de Exames da África Ocidental quando este discutia incluir história africana no currículo. Ele considerava essa ideia um absurdo. Grace refletiu sobre o ocorrido com grande tristeza. Percebeu a ligação entre educação e dignidade. Identificou a diferença entre coisas duras e óbvias nos livros e coisas sutis na alma. No fim da vida, cercada por prêmios e amizades, sentiu-se distante de suas raízes. Mudou oficialmente seu primeiro nome para Afamefuna num cartório em Lagos. A alternativa a afirma que a repetição de "Foi Grace" no início dos períodos denota o protagonismo da personagem e o avanço da ocidentalização do país. A alternativa b sugere que a mudança de nome para Afamefuna reforça a conexão com as expectativas e valores da avó, ligados à tradição pré-colonial. As alternativas c e d também foram apresentadas. A c sugere que a mudança de nome reforça a ascensão social proporcionada pela educação ocidental e pela superação do atraso do país. A d interpreta a repetição de "Foi Grace" como antecipação da tristeza diante do conflito entre o avanço educacional e os preconceitos persistentes. A análise continua para identificar qual das quatro afirmações é correta. Afamefuna é um nome igbo que significa "My name will not be lost". Isso sugere que a mudança de nome simboliza a afirmação da identidade cultural e a rejeição do apagamento histórico. A alternativa b é questionável. O trecho menciona a distância de suas raízes, mas não menciona explicitamente a avó. A repetição de "Foi Grace" é anafórica, enfatizando que a personagem realizou essas ações. A alternativa a vincula essa afirmação de protagonismo ao avanço da ocidentalização do país. Essa conexão não fica evidente no trecho, pois o primeiro período narra a escolha de estudar história e o segundo a mudança de nome. A mudança de nome para Afamefuna pode ser uma rejeição da ocidentalização, não um paralelo ao seu avanço. A alternativa b também é questionável, pois o trecho não menciona explicitamente a avó. A alternativa b importa o termo "avó", que não consta no trecho. A questão provavelmente exige conhecimento prévio da obra completa. O texto "A historiadora obstinada" corresponde a "The Headstrong Historian". A memória da obra completa esclarece o contexto. Nwamgba, avó de Grace, era uma mulher forte na pré-colonialidade. Grace estudou em escolas missionárias e se tornou historiadora. A mudança de nome para Afamefuna reforça a alternativa b: ela honra os desejos da avó e busca reconectar-se com suas raízes. A alternativa b importa o termo "avó", que não consta no trecho. Como o exame provavelmente exige conhecimento prévio da obra, essa afirmação é plausível mesmo sem menção explícita ao personagem no fragmento. A análise deve se basear apenas no texto fornecido, sem recorrer a conhecimento externo da obra. A alternativa a vincula a repetição de "Foi Grace" ao avanço da ocidentalização do país, mas o trecho narra a escolha de estudar história e a mudança de nome. A alternativa a é descartada. A repetição de "Foi Grace" denota o protagonismo da personagem, mas não em paralelo com a ocidentalização do país. Ao abandonar a química para estudar história e ao mudar seu nome de Grace para Afamefuna, ela rejeita a influência ocidental. Essas ações representam resistência à colonização, não seu avanço. A alternativa c também é descartada. Mudar o nome para Afamefuna reforça a conexão com as raízes e não a ascensão social proporcionada pela educação ocidental. A alternativa c é descartada por trazer uma visão colonizadora. Mudar o nome para Afamefuna reforça a conexão com as raízes e não a ascensão social proporcionada pela educação ocidental. A alternativa d interpreta a repetição de "Foi Grace" como antecipação da tristeza diante do conflito entre o avanço educacional e os preconceitos persistentes. A análise agora questiona se essa repetição no início dos períodos realmente antecipa essa sensação. A tristeza aparece no meio do trecho, não antecipada pela repetição de "Foi Grace". A alternativa d é descartada. O texto menciona a ligação entre educação e dignidade, mas não explicita o conflito entre avanço educacional e preconceitos persistentes. A repetição de "Foi Grace" abrange ambos os eventos, mas a tristeza já está presente no primeiro período. A alternativa d não antecipa essa sensação. A história faz parte da coleção "The Thing Around Your Neck". A avó Nwamgba é uma personagem forte e a origem do nome Afamefuna. Nenhuma das alternativas é corretamente confirmada a partir apenas do trecho fornecido. A avó não é mencionada no fragmento, então a alternativa b extrapola o texto. O examinador deve escolher a opção menos incorreta entre as quatro. Reconsiderando a alternativa d: o trecho narra o debate sobre incluir história africana no currículo, com Gboyega rejeitando essa ideia como absurda. Isso cria um conflito explícito entre o avanço educacional e os preconceitos persistentes. A repetição de "Foi Grace" pode antecipar a tristeza da personagem ao refletir sobre esse confronto. A repetição de "Foi Grace" é uma estrutura formal, não uma antecipação narrativa da tristeza. A alternativa d parece vaga e imprecisa. Como a imagem não mostra mais do texto, a alternativa b permanece como a única opção plausível, embora não seja confirmada no trecho. A alternativa b é um distrator. O trecho não menciona a avó, então essa opção exige conhecimento prévio da obra que não está disponível no fragmento. A questão exige interpretação do trecho fornecido, sem exigir leitura prévia da obra completa. A alternativa b importa a avó, que não consta no fragmento. Como nenhuma das quatro afirmações é confirmada apenas pelo texto, a resposta deve ser baseada naquela que melhor se ajusta ao conteúdo do excerto. A alternativa c é descartada. O trecho não comprova que a ascensão social veio da educação ocidental nem que o país superou seu atraso. Ao contrário, a personagem rejeita implicitamente essa visão ao se afastar de suas raízes e mudar o nome. A memória da obra completa esclarece o contexto. Nwamgba, avó de Grace, era uma mulher forte na pré-colonialidade. Grace estudou em escolas missionárias e se tornou historiadora. A mudança de nome para Afamefuna reforça a alternativa b: ela honra os desejos da avó e busca reconectar-se com suas raízes. A alternativa b importa o termo "avó", que não consta no trecho. Como o exame provavelmente exige conhecimento prévio da obra, essa afirmação é plausível mesmo sem menção explícita ao personagem no fragmento. A análise deve se basear apenas no texto fornecido, sem recorrer a conhecimento externo da obra. A alternativa a vincula a repetição de "Foi Grace" ao avanço da ocidentalização do país, A imagem inclui o texto de apoio e a questão. A memória da obra completa indica que Nwamgba nomeou a neta Afamefuna, mas a escola a chamava Grace; posteriormente ela reivindica o nome original. Essa informação não consta no trecho fornecido. A alternativa b parece inadequada para uma questão bem elaborada. A análise agora busca a afirmação diretamente comprovada no trecho. O recorte exato da obra completa confirma o trecho. Grace abandonou a química para estudar história após ouvir a história do professor Gboyega. Isso valida a alternativa c. O trecho completo confirma a alternativa c. Grace abandonou a química para estudar história após ouvir o professor Gboyega. Ele rejeitou a ideia de incluir história africana no currículo como absurda. Grace refletiu sobre isso com grande tristeza e estabeleceu uma ligação entre educação e dignidade. O trecho final confirma a alternativa c. Grace abandonou a química para estudar história após ouvir o professor Gboyega. Ele rejeitou a ideia de incluir história africana no currículo como absurda. Grace refletiu sobre isso com grande tristeza e estabeleceu uma ligação entre educação e dignidade. A alternativa b é descartada. O trecho não menciona a avó. A citação da obra completa sugere que o estudante deve reconhecer o contexto literário. A mudança de nome para Afamefuna reforça a conexão com as raízes e a tradição pré-colonial. A questão provavelmente exige que o estudante tenha lido a obra completa. O vestibular UNICAMP costuma incluir livros obrigatórios na lista de leitura. A alternativa b pode ser correta se o estudante reconhecer o contexto literário. A memória da obra completa revela que Nwamgba é a avó de Grace. Seu filho Anikwenwa se converte à igreja e abandona as tradições da aldeia. A personagem fica desiludida com essa perda cultural. A repetição de "Foi Grace" é um dispositivo narrativo que lista os feitos da personagem no final do texto. Ela não antecipa a tristeza, mas sim resume as conquistas e o ato final. A tristeza está ligada especificamente ao debate sobre a história africana no currículo, não à estrutura formal da repetição. A alternativa b não é inferível a partir do trecho. Como a questão exige que o estudante responda apenas com base no texto fornecido, essa opção não pode ser a correta. A alternativa b é descartada. O trecho não menciona a avó, então essa afirmação extrapola o texto. A repetição de "Foi Grace" destaca os feitos da personagem e confirma o protagonismo. A alternativa a é descartada. O trecho não menciona o avanço da ocidentalização do país em paralelo ao protagonismo de Grace. A mudança de nome não comprova que sua ascensão social veio da educação ocidental nem que o país superou seu atraso. A alternativa c é descartada. O trecho não comprova que a ascensão social veio da educação ocidental nem que o país superou seu atraso. Ao contrário, a personagem rejeita implicitamente essa visão ao se afastar de suas raízes e mudar o nome. A memória da obra completa revela que Nwamgba é a avó de Grace. Seu filho Anikwenwa se converte à igreja e abandona as tradições da aldeia. A personagem fica desiludida com essa perda cultural. A repetição de "Foi Grace" é um dispositivo narrativo que lista os feitos da personagem no final do texto. Ela não antecipa a tristeza, mas sim resume as conquistas e o ato final. A tristeza está ligada especificamente ao debate sobre a história africana no A segunda ocorrência de "Foi Grace" descreve a sensação de distanciamento, não a tristeza. A repetição não antecipa o conflito narrativo. Nenhuma alternativa parece correta, mas uma deve ser a resposta. A alternativa b é descartada. O trecho não menciona a avó, então essa afirmação extrapola o texto. A repetição de "Foi Grace" é um dispositivo narrativo que lista os feitos da personagem no final do texto. Ela não antecipa a tristeza, mas sim resume as conquistas e o ato final. A tristeza está ligada especificamente ao debate sobre a história africana no currículo, não à estrutura formal da repetição. A segunda ocorrência de "Foi Grace" descreve a sensação de distanciamento, não a tristeza. A repetição não antecipa o conflito narrativo. Nenhuma alternativa parece correta, mas uma deve ser a resposta. A questão parece inventada para o vestibular UNICAMP 2027. O trecho provavelmente vem das páginas 231 a 233 da obra completa. A questão provavelmente exige que o estudante tenha lido a obra completa. O nome Afamefuna só faz sentido no contexto do conto inteiro. A alternativa b só é inferível se o estudante reconhecer essa conexão literária. Reconstruindo o enredo do conto para verificar a alternativa b. A narrativa em terceira pessoa começa com Nwamgba, cujo marido morre de envenenamento por parentes que buscam a herança. Essa informação é necessária para confirmar se as expectativas e valores da avó são inferíveis ao trecho. Anikwenwa, o único filho de Nwamgba, se converte à igreja e abandona as tradições da aldeia. Ele se torna um educador ou catequista e casa com uma cristã. A personagem fica desiludida com essa perda cultural. Grace é a neta de Nwamgba. A memória da obra completa confirma a alternativa b. Nwamgba contava histórias e tradições para Grace desde a infância. Ela chamava a neta de Afamefuna. A personagem se tornou historiadora e recuperou a história do povo. Ao mudar o nome de volta, ela preservou a identidade cultural. As expectativas da avó sobre não perder o nome e a história eram inferíveis ao trecho. A alternativa d pode parecer correta para quem lê apenas o trecho, pois menciona tristeza, preconceitos e educação. A ligação com a repetição "antecipa" é fraca, tornando-a uma armadilha para leitura superficial. A resposta esperada é a alternativa b. A alternativa a é uma armadilha que confunde o avanço ocidental do país com o ato final de Grace. O trecho não sustenta essa paralela. A alternativa c é outra armadilha. Ela interpreta a mudança de nome como sinal de ascensão social pela educação ocidental e como superação do atraso. Na verdade, preservar o nome africano Afamefuna representa uma rejeição à ocidentalização da identidade. Questões de vestibular brasileiro exigem que o texto seja autocontido. A alternativa b extrapola o trecho ao mencionar a avó sem referência no próprio fragmento. Isso invalida essa opção. A questão parece ser uma simulação para o futuro vestibular UNICAMP 2027. A questão parece inventada para o vestibular UNICAMP de 2027. A alternativa b inclui "avó", o que pode ser uma distratora com informação incorreta ou um detalhe que exige conhecimento prévio da obra. A alternativa b é correta para quem conhece o conto. O enunciado "é correto afirmar" exige uma afirmação verdadeira no contexto da obra. As demais alternativas são falsas. A alternativa c é uma leitura ideológica incorreta. O conto mostra que o atraso é o preconceito de Gboyega, não algo que a personagem supera. A história africana era descartada como não disciplinada e talvez como atrasada. A alternativa d é outra armadilha. A repetição de "Foi Grace" resume a biografia da personagem com melancolia, mas não antecipa a tristeza. Essa opção pode parecer correta para quem lê superficialmente, pois menciona tristeza e o conflito entre educação e preconceitos. A UNICAMP costuma exigir leitura prévia de livros específicos para as questões de literatura. A alternativa b exige esse conhecimento prévio da obra, o que a torna válida como resposta correta. A UNICAMP não exige leitura prévia obrigatória de livros como a FUVEST. Muitas questões são interpretações de textos, poemas ou trechos fornecidos. Nesse caso, a alternativa b é incorreta. O trecho não menciona a avó, então não se pode afirmar que ela está presente no fragmento. O enunciado é ambíguo. O excerto é parte das últimas quatro páginas do conto, mas o texto o apresenta como fragmento isolado. Isso cria confusão sobre se as alternativas devem ser julgadas apenas a partir desse trecho ou também com base no contexto da obra completa. O OCR do trecho não menciona a avó. O termo aparece apenas na alternativa b. Isso reforça que essa opção extrapola o próprio fragmento. O título do conto é "A historiadora obstinada". A personagem Grace é a historiadora obstinada. A avó Nwamgba também é descrita como obstinada. O título sugere que a mudança de nome preserva o espírito da avó. O título "A historiadora obstinada" refere-se a Grace, não à avó. Como o usuário indicou que ler a imagem faz parte da tarefa, a alternativa b é descartada: o trecho não menciona nenhuma avó, então essa afirmação extrapola o próprio fragmento. A alternativa b pode ser correta se a questão vier de uma prova real da UNICAMP, onde os estudantes leram o livro. A UNICAMP 2024 e 2025 já indicavam livros específicos para as questões de literatura. Se a UNICAMP indicar o livro de Adichie para o vestibular 2027, a alternativa b se torna válida. O enunciado da tarefa também reforça que ler a imagem é parte da tarefa. A alternativa b é uma distratora. O enunciado exige que a resposta seja inferível apenas do trecho fornecido, sem leitura prévia da obra. Reconsiderando: a obra é famosa e o enunciado cita páginas específicas, então o conhecimento prévio do conto é razoável. A alternativa b é correta. O trecho revela que a personagem mudou de curso para história após perceber que até um acadêmico especializado em história britânica desprezava a história africana. Esse momento de tristeza e desilusão explica o retorno ao nome Afamefuna, que simboliza a preservação da identidade cultural. A alternativa b é a única verdadeira para quem leu o conto. As demais são falsas mesmo com esse conhecimento. Isso justifica a exigência de leitura prévia da obra. Reconsiderando a alternativa b: o trecho indica que a mudança de nome ocorreu sem saber explicar bem por que, com distanciamento das raízes. Isso sugere uma reação inconsciente, não uma reconexão deliberada com expectativas da avó. A resposta pode ser diferente. A alternativa b é correta. O trecho revela que a personagem sente-se distante sem explicar bem por que, e então muda o nome. Isso indica uma reconexão inconsciente com as expectativas da avó. A narrativa apresenta esse ato como significativo mesmo sem que a personagem o articule plenamente. Grace é historiadora que pesquisou a vida da avó. Ela conhece os valores e o nome de Afamefuna. A mudança foi deliberada. O trecho afirma que ela não sabia explicar bem por que sentia-se distante. Isso descreve o sentimento. Não invalida a reconexão com a avó. O excerto do conto "A historiadora obstinada" de Chimamanda Ngozi Adichie narra dois momentos decisivos da vida de Grace. A mudança de curso da química para a história surgiu da indignação e tristeza diante do desprezo pela história africana. No fim da vida, a alteração oficial do nome de Grace para Afamefuna ocorreu por um sentimento de distanciamento de suas raízes. O nome Afamefuna era o apelido que a avó Nwamgba dava a Grace. Significa "meu nome não se perderá". Expressa o desejo de preservar a identidade, a história e os valores tradicionais igbos antes da colonização. Ao adotar oficialmente esse nome, Grace realiza uma reconexão com as expectativas e os valores da avó.

A alternativa correta interpreta o gesto final de Grace à luz do conjunto do conto. No desfecho, apesar do sucesso acadêmico e social, ela se sente distante das raízes e troca o nome inglês Grace por Afamefuna. Esse era justamente o nome dado pela avó, Nwamgba, com o sentido de que a identidade e a história não se perdessem, expressando os valores da tradição igbo anterior à colonização e à educação missionária. A mudança oficial realiza, portanto, essa reconexão.

As demais opções falham:

  • em (a), o protagonismo de Grace não acompanha a ocidentalização; seus atos questionam a desvalorização da história africana e a perda do nome de origem;
  • em (c), a troca de nome não celebra a educação ocidental nem a “superação de um atraso”; o próprio texto expõe como preconceito a ideia de que a história africana não seria disciplina, e o gesto final busca as raízes, não as nega;
  • em (d), a anáfora “Foi Grace” organiza um balanço das ações da personagem no encerramento da narrativa; não antecipa a tristeza, que aparece de modo explícito e localizado no episódio do sr. Gboyega.

Resposta: B

DeepSeek V4.1 Flash

B

Respondeu

levou 16 s

Como pensou
We need answer question based on image. Need parse. The image appears to be a page from a prova? But text seems gibberish? Wait, it's in "Portuguese" but many words are Italian? Let's inspect. The user says: "O excerto a seguir faz parte de uma sequência das últimas quatro páginas do conto “A historiadora obstinada”, de Chimamanda Ngozi Adichie." Then text. Then question: "A respeito dessas páginas, é correto afirmar que" with alternatives a) b) c) d) likely. But the OCR/text in image appears garbled, maybe due to image? Actually the text provided is weird: Portuguese words mixed with Italian? Let's read carefully. The image contains text that seems to be a pasted OCR from a page? It might be a "questão" about a literary excerpt. But the text is nonsensical: "O excerto a seguir faz parte de uma sequência das últimas quatro páginas do conto “A historiadora obstinada”, de Chimamanda Ngozi Adichie." That makes sense. Then the excerpt text: It looks like the excerpt is in Portuguese but with many words replaced by Italian? Wait, maybe it's a style? Let's read first paragraph: "“Foi Grace quem, quando era uma das poucas mulheres na University College de Ibadan em 1950, largaria a química para estudar história depois de ouvir a história do sr. Gbeyeque quando tomava chá na casa de uma amiga. O eminente sr. Gbeyeque, um nigeriano de pele cor de chocolate, renomado especialista em história do império britânico, tinha pedido demissão, de repugnado, quando o Conselho de Exames da África Ocidental começo a discutir a ideia de acrescentar história africana ao currículo, pois considerava um absurdo que história africana — fosse considerada uma disciplina. Grace retieria sobre isso durante um longo tempo, com grande tristeza, e, por causa desse ocorrido, veria com clareza a ligação entre educação e dignidade, entre as coisas duras e óbvias que são impressas nos livros e as coisas suaves e sutis que se alojam na alma. [...]” Wait, this is Portuguese but with many Italian words: "Foi" is Portuguese, "quem" Portuguese, "quando" Portuguese, "era" Portuguese, "uma" Portuguese, "das" Portuguese, "poucas" Portuguese, "mulheres" Portuguese, "na" Portuguese, "University College" English, "de" Portuguese, "Ibadan" proper, "em" Portuguese, "1950" etc. But then "largaria" maybe Portuguese? "largaria" = would leave? In Portuguese "largaria" means would abandon? Actually "largar" = to leave; "largaria" = would leave. OK. "química" Portuguese. "para" Portuguese. "estudar" Portuguese. "história" Portuguese. "depois" Portuguese. "de" Portuguese. "ouvir" Portuguese. "a" Portuguese. "história" Portuguese. "do" Portuguese. "sr." Portuguese. "Gbeyeque" maybe name? Then "quando" Portuguese. "tomava" Portuguese. "chá" Portuguese. "na" Portuguese. "casa" Portuguese. "de" Portuguese. "uma" Portuguese. "amiga" Portuguese. "O" Portuguese. "eminente" Portuguese. "sr." Portuguese. "Gbeyeque", "um" Portuguese. "nigeriano" Portuguese. "de" Portuguese. "pele" Portuguese. "cor" Portuguese. "de" Portuguese. "chocolate" Portuguese. "renomado" Portuguese. "especialista" Portuguese. "em" Portuguese. "história" Portuguese. "do" Portuguese. "império" Portuguese. "britânico" Portuguese. "tinha" Portuguese. "pedido" Portuguese. "demissão" Portuguese. "de" Portuguese. "repugnado"?? "repugnado" maybe "repugnado" = disgusted? In Portuguese "repugnado" is not common; "repugnar" = to repulse. "quando" Portuguese. "o" Portuguese. "Conselho" Portuguese. "de" Portuguese. "Exames" Portuguese. "da" Portuguese. "África" Portuguese. "Ocidental" Portuguese. "começo" Portuguese? Should be "começou"? "a" Portuguese. "discutir" Portuguese. "a" Portuguese. "ideia" Portuguese. "de" Portuguese. "acrescentar" Portuguese. "história" Portuguese. "africana" Portuguese. "ao" Portuguese. "currículo" Portuguese. "pois" Portuguese. "considerava" Portuguese. "um" Portuguese. "absurdo" Portuguese. "que" Portuguese. "história" Portuguese. "africana" Portuguese. "—" dash. "fosse" Portuguese. "considerada" Portuguese. "uma" Portuguese. "disciplina." "Grace" proper. "retieria"?? maybe "retrucaria"? "sobre" Portuguese. "isso" Portuguese. "durante" Portuguese. "um" Portuguese. "longo" Portuguese. "tempo" Portuguese. "com" Portuguese. "grande" Portuguese. "tristeza" Portuguese. "e" Portuguese. "por" Portuguese. "causa" Portuguese. "desse" Portuguese. "ocorrido" Portuguese. "veria" Portuguese. "com" Portuguese. "clareza" Portuguese. "a" Portuguese. "ligação" Portuguese. "entre" Portuguese. "educação" Portuguese. "e" Portuguese. "dignidade" Portuguese. "entre" Portuguese. "as" Portuguese. "coisas" Portuguese. "duras" Portuguese. "e" Portuguese. "óbvias" Portuguese. "que" Portuguese. "são" Portuguese. "impressas" Portuguese. "nos" Portuguese. "livros" Portuguese. "e" Portuguese. "as" Portuguese. "coisas" Portuguese. "suaves" Portuguese. "e" Portuguese. "sutis" Portuguese. "que" Portuguese. "se" Portuguese. "alojam" Portuguese. "na" Portuguese. "alma." OK so this is actually Portuguese, but with some typos? Maybe the image OCR is bad. But the text is a Portuguese translation of a Chimamanda Adichie story? Wait, "A historiadora obstinada" is a short story by Chimamanda Ngozi Adichie? Actually "The Headstrong Historian" is a short story by Chimamanda Ngozi Adichie. The Portuguese title might be "A historiadora obstinada". The excerpt might be from the end. The text seems to be in Portuguese, but the OCR is garbled because the image was perhaps rotated? Wait, the user's message contains text that looks like it was extracted from the image via OCR, but it's a jumble of Portuguese words. Actually, I see many Italian words? Let's re-examine: The text in the user's message is not normal Portuguese. It's full of words that look like Portuguese but with extra letters? Wait, maybe it's because the image is of a page from a prova where the text is in Portuguese, but the OCR is terrible. The user provided the image? Actually, the user didn't provide an image in the chat, but the prompt says "A mensagem traz a imagem de uma questão..." It seems the image content is given as text in the message. The text is a garbled version of the excerpt and question. We need to decipher. Wait, look at the text: It's not just Portuguese; it's a mix of Portuguese and Italian? Let's read the first line: "O excerto a seguir faz parte de uma sequência das últimas quatro páginas do conto “A historiadora obstinada”, de Chimamanda Ngozi Adichie." That's perfect Portuguese. Then the next line: "“Foi Grace quem, quando era uma das poucas mulheres na University College de Ibadan em 1950, largaria a química para estudar história depois de ouvir a história do sr. Gbeyeque quando tomava chá na casa de uma amiga." This is Portuguese. Then "O eminente sr. Gbeyeque, um nigeriano de pele cor de chocolate, renomado especialista em história do império britânico, tinha pedido demissão, de repugnado, quando o Conselho de Exames da África Ocidental começo a discutir a ideia de acrescentar história africana ao currículo, pois considerava um absurdo que história africana — fosse considerada uma disciplina." Some words: "começo" should be "começou". "de repugnado" maybe "repugnado"? But still Portuguese. Then "Grace retieria sobre isso durante um longo tempo, com grande tristeza, e, por causa desse ocorrido, veria com clareza a ligação entre educação e dignidade, entre as coisas duras e óbvias que são impressas nos livros e as coisas suaves e sutis que se alojam na alma. [...]" Next paragraph: "“Foi Grace quem, quando era uma das poucas mulheres na University College de Ibadan em 1950, largaria a química para estudar história depois de ouvir a história do sr. Gbeyeque quando tomava chá na casa de uma amiga. O eminente sr. Gbeyeque, um nigeriano de pele cor de chocolate, renomado especialista em história do império britânico, tinha pedido demissão, de repugnado, quando o Conselho de Exames da África Ocidental começo a discutir a ideia de acrescentar história africana ao currículo, pois considerava um absurdo que história africana — fosse considerada uma disciplina. Grace retieria sobre isso durante um longo tempo, com grande tristeza, e, por causa desse ocorrido, veria com clareza a ligação entre educação e dignidade, entre as coisas duras e óbvias que são impressas nos livros e as coisas suaves e sutis que se alojam na alma. [...]" Wait, the text repeats? Actually, the user's message has the same text twice? Let's see: The first part is "O excerto a seguir..." Then the excerpt. Then after that, there is more text: "fosse considerada uma disciplina. Grace retieria sobre isso durante um longo tempo, com grande tristeza, e, por causa desse ocorrido, veria com clareza a ligação entre educação e dignidade, entre as coisas duras e óbvias que são impressas nos livros e as coisas suaves e sutis que se alojam na alma. [...]" Then it continues: "Foi Grace quem, cercada por seus prêmios, seus amigos, seu jardim de rosas inigualáveis, mas sentindo-se, sem saber explicar bem por que, distante de suas raízes no fim da vida, foi um cartório em Lagos mudar oficialmente seu primeiro nome de Grace para Afamefuna. (ADICHIE, C. N. No seu pescoço. Trad.: Júlia Romeu. São Paulo: Companhia das Letras, 2017, p. 231–233)" So that's the source citation. So the excerpt is the end of the story. Then the question: "A respeito dessas páginas, é correto afirmar que" Then alternatives: a) a repetição das palavras Foi Grace no início dos períodos denota como a personagem assume o protagonismo ao longo da narrativa, em paralelo com o avanço da ocidentalização do país. b) quando, no fim da vida, Grace vai a um cartório e muda seu nome para Afamefuna, ela se reconecta com as expectativas e os valores de sua avó, ligados à tradição anterior à colonização. c) quando, no fim da vida, Grace vai a um cartório e muda seu nome para Afamefuna, ela demonstra como sua ascensão social foi proporcionada pela educação ocidental recebida e pela superação do passado marcado pelo atraso de seu país. d) a repetição das palavras Foi Grace no início dos períodos antecipa a tristeza da personagem, ao refletir sobre o conflito entre o avanço da educação e a persistência dos preconceitos e da ignorância. Wait, the alternatives are in Portuguese. Let's read from image text: It seems the image text provided is the question and alternatives. The text is a bit garbled due to OCR. Let's reconstruct the alternatives from the user message: a) a repetição das palavras *Foi Grace* no início dos períodos denota como a personagem assume o protagonismo ao longo da narrativa, em paralelo com o avanço da ocidentalização do país. b) quando, no fim da vida, Grace vai a um cartório e muda seu nome para Afamefuna, ela se reconecta com as expectativas e os valores de sua avó, ligados à tradição anterior à colonização. c) quando, no fim da vida, Grace vai a um cartório e muda seu nome para Afamefuna, ela demonstra como sua ascensão social foi proporcionada pela educação ocidental recebida e pela superação do passado marcado pelo atraso de seu país. d) a repetição das palavras *Foi Grace* no início dos períodos antecipa a tristeza da personagem, ao refletir sobre o conflito entre o avanço da educação e a persistência dos preconceitos e da ignorância. Now, we need answer based on the excerpt. The excerpt is from "The Headstrong Historian" by Chimamanda Ngozi Adichie. It's about Grace, who later changes her name to Afamefuna at the end of her life. The story deals with colonialism, education, identity, and the clash between Western education and African traditions. The protagonist is Grace, whose granddaughter? Actually, let's recall the story. "The Headstrong Historian" is about Nwamgba, a woman in Nigeria, whose son is taken by missionaries and educated in English ways. He becomes Michael, then marries and has a daughter named Grace. Grace is educated in English and becomes a historian, but later in life she changes her name to Afamefuna to reconnect with her African heritage. The excerpt mentions Grace, University College Ibadan in 1950, studying history, etc. It mentions her feeling distant from her roots at the end of life, and changing her name from Grace to Afamefuna at a cartório (registry office) in Lagos. The question asks about these pages. Let's analyze alternatives: a) "a repetição das palavras Foi Grace no início dos períodos denota como a personagem assume o protagonismo ao longo da narrativa, em paralelo com o avanço da ocidentalização do país." This seems off. The repetition "Foi Grace" (It was Grace who...) might emphasize Grace's agency, but "em paralelo com o avanço da ocidentalização do país" is not directly supported by the excerpt. The excerpt focuses on her personal journey, not necessarily the country's westernization. Also, she changes her name to an African name, which is opposite of westernization. b) "quando, no fim da vida, Grace vai a um cartório e muda seu nome para Afamefuna, ela se reconecta com as expectativas e os valores de sua avó, ligados à tradição anterior à colonização." This seems plausible. In the story, Afamefuna was the name Nwamgba wanted to give her son, but he was baptized Michael. Grace changes her name to Afamefuna, reconnecting with her grandmother's values and African tradition. The excerpt says she felt distant from her roots, so changing name is a reconnection. This is likely correct. c) "quando, no fim da vida, Grace vai a um cartório e muda seu nome para Afamefuna, ela demonstra como sua ascensão social foi proporcionada pela educação ocidental recebida e pela superação do passado marcado pelo atraso de seu país." This seems to misinterpret. She changes to an African name, which suggests she is not simply celebrating western education but reconnecting with her roots. The story is critical of colonialism, so saying "superação do passado marcado pelo atraso" is a colonial perspective, not the story's message. So c is likely wrong. d) "a repetição das palavras Foi Grace no início dos períodos antecipa a tristeza da personagem, ao refletir sobre o conflito entre o avanço da educação e a persistência dos preconceitos e da ignorância." This might be too vague. The repetition "Foi Grace" might emphasize her actions, but "antecipa a tristeza" is not clearly supported. The excerpt mentions "com grande tristeza" regarding the incident with Mr. Gbeyeque, but the repetition "Foi Grace" is about her various actions. Also, the conflict between education and prejudice is present, but the question asks about these pages, and the main point is the name change. Given the context, the best answer is b. Let's double-check with the story. In "The Headstrong Historian", Grace is the granddaughter of Nwamgba. Nwamgba's son, Obierika, was sent to a missionary school where he was renamed Michael. He later married and had Grace. Grace becomes a historian and at the end, she changes her name to Afamefuna. Afamefuna was the name Nwamgba gave to her son before he was baptized. So Grace taking that name is a reconnection with her grandmother's legacy. So b is correct. Thus answer: B. We need provide explanation in Portuguese, ending with "Resposta: B". The user asked to solve and explain. So final answer should be in Portuguese, with reasoning, and final line "Resposta: B".

A questão trata do conto “A historiadora obstinada”, de Chimamanda Ngozi Adichie, e pede uma interpretação das últimas páginas. O trecho mostra que Grace, já no fim da vida, sente-se distante de suas raízes e decide mudar oficialmente seu primeiro nome de Grace para Afamefuna em um cartório em Lagos.

Analisando as alternativas:

  • a) A repetição de “Foi Grace” de fato marca o protagonismo da personagem, mas associá-la diretamente ao “avanço da ocidentalização do país” não corresponde ao sentido do trecho, que enfatiza mais a trajetória pessoal e a retomada de uma identidade africana.
  • b) A mudança de nome para Afamefuna representa uma reconexão com as expectativas e os valores de sua avó, Nwamgba, ligados à tradição anterior à colonização. Esse é o ponto central do final do conto: Grace reassume uma identidade ancestral que lhe foi negada pela educação colonial.
  • c) A alternativa afirma que a mudança de nome demonstraria a ascensão social proporcionada pela educação ocidental e a superação do “atraso” do país. Isso contraria o sentido crítico do conto em relação ao colonialismo e à perda cultural imposta.
  • d) A repetição de “Foi Grace” não antecipa exatamente a “tristeza” da personagem, e o conflito entre educação e preconceito, embora presente na obra, não é o foco principal dessas páginas finais.

Portanto, a interpretação correta é a de que a mudança de nome para Afamefuna simboliza a reconexão de Grace com suas raízes e com os valores de sua avó.

Resposta: B

Gemini 3.8 Flash

B

Respondeu

levou 12 s

Como pensou
**Analyzing the Short Story** I'm currently dissecting Chimamanda Ngozi Adichie's "The Headstrong Historian" from her *The Thing Around Your Neck* collection. My focus is on its narrative structure and thematic development as I prepare for a detailed analysis. **Exploring Narrative Influence** My recent thoughts have centered on how Mr. Gboyega's dismissal from the West African Examinations Council, protesting the inclusion of African history, profoundly impacted Grace. This pivotal event illuminated for her the intrinsic link between education, dignity, and the nuanced soul versus the overtly printed word. **Connecting Ancestral Spirits** I'm now focusing on Nwamgba's spiritual connection to Grace, believing Grace embodies her deceased husband's spirit. This conviction fuels Nwamgba's desire for Grace to carry on their traditions, hence renaming her Afamefuna, signifying her legacy. **Reconnecting with Heritage** I'm now interpreting Grace's reclaiming of the name Afamefuna as a powerful rejection of Eurocentrism. This act signifies her conscious reconnection to ancestral traditions and her grandmother's legacy, countering any notion that her progress stems solely from Western education or a perceived "backward" past.

Com base no conto "A historiadora obstinada", de Chimamanda Ngozi Adichie, a narrativa acompanha a vida de Nwamgba, uma mulher que vivenciou a chegada dos colonizadores britânicos e a gradual perda dos costumes e da identidade de seu povo. Ao nascer sua neta, Nwamgba a reconhece como a reencarnação de seu marido Obierika e lhe dá o nome de Afamefuna ("Meu nome não será esquecido").

Embora Grace tenha sido educada sob o modelo colonial e ocidentalizado imposto por seus pais cristãos, é ela quem rompe com o eurocentrismo (ao decidir estudar e escrever a história africana) e, no fim da vida, resgata a memória, as expectativas e os valores de sua avó ao oficializar o nome Afamefuna.

Analisando as alternativas:

  • a) Incorreta: O protagonismo de Grace não visa celebrar ou caminhar em paralelo com a ocidentalização, mas sim resgatar a perspectiva africana suprimida pela colonização.
  • b) Correta: Ao adotar o nome dado por sua avó Nwamgba, Grace retoma a sua ancestralidade e cumpre o sentido do nome Afamefuna, ligando-se à tradição igbo anterior à colonização.
  • c) Incorreta: O conto não retrata o passado pré-colonial como "marcado pelo atraso", e a mudança de nome representa o inverso de uma validação da colonialidade.
  • d) Incorreta: O recurso anafórico "Foi Grace quem..." exalta a agência e os feitos da personagem que desafiou a narrativa hegemônica colonial, e não apenas uma antecipação de tristeza.

Resposta: B