Como pensou
Vamos resolver a questão.
Temos uma rede de difração com 400 linhas/mm, então d = (1/400) mm = 2,5×10⁻³ mm = 2,5×10⁻⁶ m.
Comprimento de onda λ = 625 nm = 625×10⁻⁹ m = 6,25×10⁻⁷ m.
A condição para máximos: d senθ = mλ, com m = 0, ±1, ±2, ...
O número de máximos observados no antepano de comprimento L = 1,2 m, centralizado, é o número de franjas cujas posições y satisfazem |y| ≤ L/2.
Temos y = D tanθ, onde D é a distância antepano-rede.
Número de franjas observadas: se o máximo de ordem m está dentro, temos máximos de ordem -m até +m, total 2m+1. Se m = 7, total 15? Espera. O enunciado diz "o número de franjas (máximos de interferência) observados no anteparo passa de 7 para 5". Isso parece indicar número ímpar de franjas totais. Mas observe que 7 e 5 são ímpares, então são totais de franjas: 2m+1 = 7 => m=3; 2m+1 =5 => m=2; e depois 3 => m=1. Mas o texto usa "passa de 7 para 5" e "se reduz a 3". Então número de franjas total.
Precisamos determinar se D aumenta ou diminui. O ângulo θ para um dado máximo é fixo: senθ = mλ/d. A posição y = D tanθ. Se D aumenta, y aumenta, então o anteparo, de comprimento fixo, captura menos ordens? Vejamos: o anteparo tem comprimento L fixo. As franjas se afastam do centro quando D aumenta. Assim, as franjas de ordem alta saem do anteparo; número de franjas dentro diminui. Portanto, D está aumentando, ou seja, o anteparo se afasta da rede.
Logo a) afastando-se.
b) No instante t1, número total de franjas é 5, então a maior ordem observada é m = 2. A condição limite é que o máximo de ordem 2 esteja exatamente na borda do anteparo (ou dentro, e o de ordem 3 fora). Como o número passa de 7 (m=3) para 5 (m=2), no instante t1 o máximo de ordem 2 ainda está dentro e o de ordem 3 já saiu. Provavelmente a fronteira é o máximo de ordem 2 na borda, ou seja, posição y_2 = L/2. Mas precisamos interpretar: "no instante t1, o número de franjas observados no anteparo passa de 7 para 5." Isso significa que imediatamente antes de t1 eram 7 e imediatamente depois são 5; então em t1 ocorre a transição. Nesse instante, a franja de ordem 3 (m=3) atinge a borda do anteparo e sai. Assim, no instante t1, y_3 = L/2? Precisamos decidir se a franja de ordem 3 estaria exatamente na borda ou se já saiu. Geralmente consideramos que "passa de 7 para 5" quando a ordem 3 atinge a borda (deixa de ser observada). Então y_3 = L/2. Mas se y_3 = L/2, a franja de ordem 3 ainda está na borda e pode ser contada? O número 7 inclui as ordens -3 a +3, com a de ordem 3 na borda. Quando ela sai, passamos a 5 (ordens -2 a +2). Então no instante t1, a franja de ordem 3 está exatamente na borda? Se estiver exatamente na borda, ela ainda é observada? Na prática, a transição ocorre quando ela cruza a borda. Podemos assumir que em t1, y_3 = L/2, e imediatamente depois ela sai. Isso é consistente com "nesse instante passa de 7 para 5". Então usamos y_3 = L/2.
Mas vamos checar: y_m = D tanθ_m. Para m=3, senθ_3 = 3λ/d. Como d = 2,5×10⁻⁶ m, λ = 6,25×10⁻⁷ m, então λ/d = (6,25×10⁻⁷)/(2,5×10⁻⁶) = 0,25. Então senθ_3 = 3*0,25 = 0,75. cosθ_3 = sqrt(1 - 0,5625) = sqrt(0,4375) = 0,6614. tanθ_3 = 0,75 / 0,6614 = 1,134. Então y_3 = D * 1,134 = L/2 = 0,6 m => D = 0,6 / 1,134 = 0,529 m? Mas vamos calcular exatamente.
tanθ_3 = senθ_3 / cosθ_3 = 0,75 / sqrt(1 - 0,75²) = 0,75 / sqrt(1 - 0,5625) = 0,75 / sqrt(0,4375). sqrt(0,4375) = sqrt(7/16) = sqrt7 / 4. sqrt7 ≈ 2,64575. Então tanθ_3 = 0,75 / (2,64575/4) = 0,75 * 4 / 2,64575 = 3 / 2,64575 = 1,13389. D = 0,6 / 1,13389 = 0,5292 m.
Mas espere: a tabela de raízes quadradas inclui sqrt(7) = 2,65 e sqrt(8)=2,83, etc. Podemos usar. D = 0,6 * 4 / sqrt7 = 2,4 / sqrt7 = 2,4 / 2,64575 ≈ 0,907? Não, calculei errado? Vamos refazer: tanθ_3 = 0,75 / (sqrt7/4) = 0,75 * 4 / sqrt7 = 3 / sqrt7. Então D = (L/2) / tanθ_3 = 0,6 * sqrt7 / 3 = 0,2 * sqrt7. sqrt7 ≈ 2,64575 => D = 0,52915 m.
Usando a tabela: sqrt7 = 2,65. D = 0,2 * 2,65 = 0,53 m. Mas vamos ver se o instante t1 é quando a franja de ordem 3 sai. Alternativamente, o problema pode querer que no instante t1 a franja de ordem 3 já saiu e a de ordem 2 está na borda? Mas aí o número seria 5? Se a de ordem 2 estiver na borda, as ordens -2, -1, 0, 1, 2 são 5 franjas. Isso também é possível: no instante t1, temos 5 franjas, com a de ordem 2 na borda. Mas a transição de 7 para 5 ocorre quando a de ordem 3 sai, então no exato instante, a de ordem 3 está na borda, e a de ordem 2 está dentro. O número de franjas observadas inclui a de ordem 3 na borda? Se considerarmos que a franja na borda é observada, então em t1 teríamos 7 franjas. Mas o enunciado diz "no instante t1, o número de franjas observados no anteparo passa de 7 para 5". Isso significa que exatamente em t1 o número é 5? Ou que a mudança ocorre em t1? "Num instante t1, o número de franjas (...) passa de 7 para 5." Isso indica que imediatamente antes de t1 eram 7 e imediatamente depois são 5. Em t1, a franja de ordem 3 está na borda. Se ela é contada, o número é 7; se não, é 5. Normalmente, consideramos que a franja que está exatamente na borda ainda é observada, mas como "passa de 7 para 5", no instante t1 a contagem pode ser 5? Ou seja, no instante t1 a franja 3 já saiu? Vamos analisar: "Num instante t1, o número de franjas ... passa de 7 para 5." Isso sugere que t1 é o instante da transição, então o número pode ser 5 ou 7 dependendo do critério. Mas precisamos de um valor para D. Para determinar D, vamos usar o fato de que no instante t1, temos 5 franjas. Isso significa que a franja de ordem 2 está no anteparo e a de ordem 3 não. A posição da franja de ordem 2 é D tanθ_2. Para que apenas 5 franjas sejam observadas, devemos ter y_2 ≤ L/2 < y_3. Se considerarmos o limite, y_2 = L/2? Mas aí a franja de ordem 2 está na borda, e a de ordem 3 está fora. Isso daria 5 franjas (ordens -2 a 2). No entanto, a transição de 7 para 5 ocorre quando y_3 cruza L/2, não y_2. Se y_3 = L/2, então y_2 < L/2, e teríamos 7 franjas (ordens -3 a 3) se contarmos a de ordem 3 na borda. Se não contarmos, 5. A ambiguidade é se a franja na borda conta. Geralmente, em problemas de difração, o número de máximos observados em uma tela de largura L é o maior inteiro m tal que y_m ≤ L/2. Então quando y_3 = L/2, m=3 é incluído, então temos 7. Quando y_3 > L/2, m=2, temos 5. Então a transição de 7 para 5 ocorre quando y_3 = L/2. Nesse exato instante, o número ainda é 7 (se contarmos a borda) ou 5? Se y_3 = L/2, y_3 ≤ L/2 é verdade, então 7 é observado. Mas o enunciado diz que "no instante t1, o número de franjas observados no anteparo passa de 7 para 5". Isso implica que em t1 o número mudou, então em t1 y_3 > L/2, mas imediatamente antes y_3 ≤ L/2. Então podemos tomar y_3 = L/2 como o limite. Para calcular D, usamos y_3 = L/2. Mas vamos ver o que o problema espera. Muitas vezes, nesses problemas, eles consideram que no instante t1, a franja de ordem 3 está exatamente na borda, e a contagem é 5 (excluindo a borda) ou 7 (incluindo). Mas o número dado é 5, então talvez eles já considerem que a franja de ordem 2 está na borda? Vamos testar: se y_2 = L/2, então D = (L/2) / tanθ_2. senθ_2 = 2λ/d = 0,5. cosθ_2 = sqrt(1 - 0,25) = sqrt(0,75) = sqrt3/2 ≈ 0,8660. tanθ_2 = 0,5 / (sqrt3/2) = 1/sqrt3 ≈ 0,57735. Então D = 0,6 / 0,57735 = 1,039 m. Nesse caso, y_3 = D tanθ_3 = 1,039 * 1,13389 = 1,178 m > 0,6 m, então y_3 está fora. O número de franjas seria 5. Mas será que no instante t1, a franja de ordem 2 está na borda? O texto diz "passa de 7 para 5", então a transição é de 7 para 5, não de 5 para 3. Se em t1 y_2 = L/2, então antes de t1, com D menor, y_2 < L/2 e y_3 poderia estar dentro? Vamos ver: se D = 1,039, y_3 = 1,178 > 0,6, então y_3 já saiu. Para que antes de t1 tenhamos 7 franjas, precisamos que y_3 ≤ 0,6. Isso implica D ≤ 0,6/1,13389 = 0,529. Então se D = 1,039, já estamos com 5 franjas há um bom tempo, não haveria transição de 7 para 5 em t1, a menos que t1 seja o instante em que y_2 = L/2, mas aí já teríamos 5 franjas desde quando y_3 saiu. A transição de 7 para 5 ocorre quando y_3 = L/2. Portanto, o instante t1 é quando y_3 = L/2, e nesse instante o número de franjas passa de 7 (se contarmos borda) para 5 (se não contarmos). Mas o enunciado diz que no instante t1 o número é 5? "No instante t1, o número de franjas observados no anteparo passa de 7 para 5." Isso pode ser interpretado como: em t1, o número é 5, e imediatamente antes era 7. Então o instante t1 é logo após a franja de ordem 3 sair. Então podemos considerar que em t1, y_3 > L/2, mas y_2 < L/2. Para calcular D, usamos a condição de que a franja de ordem 2 ainda está dentro e a de ordem 3 está fora. Mas precisamos de um valor exato para D. O problema fornece uma tabela de raízes quadradas, o que sugere que precisamos calcular algo como sqrt7, sqrt3, etc. Vamos ver as alternativas.
Se usarmos y_3 = L/2, D = 0,2 sqrt7 = 0,2 * 2,64575 = 0,52915 m ≈ 0,53 m. Se usarmos y_2 = L/2, D = 0,6 / (1/sqrt3) = 0,6 sqrt3 = 0,6 * 1,732 = 1,039 m ≈ 1,04 m.
Agora, vamos analisar a parte c) e d) para ver qual D se encaixa melhor.
c) O módulo da velocidade do anteparo. Sabemos que no instante t1 + 2 s, o número de franjas se reduz a 3. Isso significa que a franja de ordem 2 sai. A transição de 5 para 3 ocorre quando y_2 = L/2. Então no instante t2 = t1 + 2 s, temos y_2 = L/2. A distância percorrida nesse intervalo é ΔD = D2 - D1, onde D1 é a distância em t1 e D2 é a distância em t2. A velocidade v = ΔD / 2.
Se em t1 usarmos y_3 = L/2, então D1 = 0,2 sqrt7 ≈ 0,529 m. Em t2, y_2 = L/2 => D2 = 0,6 sqrt3 ≈ 1,039 m. Então ΔD = 1,039 - 0,529 = 0,510 m. v = 0,510 / 2 = 0,255 m/s ≈ 0,26 m/s.
Se em t1 usarmos y_2 = L/2, então D1 = 1,039 m. Mas aí a transição de 7 para 5 já teria ocorrido antes, e no instante t1 o número seria 5 (pois y_3 > L/2). Então em t1, o número é 5, o que coincide com "passa de 7 para 5"? Não, se em t1 o número é 5, isso significa que a transição já ocorreu. Mas o texto diz "num instante t1, o número ... passa de 7 para 5". Isso implica que a transição ocorre em t1. Portanto, em t1, o número muda de 7 para 5. Então imediatamente antes era 7, imediatamente depois é 5. Nesse caso, a franja de ordem 3 está saindo em t1. Então y_3 = L/2 em t1 é a condição de contorno. Portanto, D1 = 0,2 sqrt7 é mais plausível para o instante da transição. Mas se em t1 o número é 5, então a franja de ordem 3 já saiu. Mas a transição ocorre em t1, então podemos considerar que em t1 a franja de ordem 3 está exatamente na borda, e o número é 5 se não contarmos a borda. Isso é uma convenção. Vamos ver a parte d) para confirmar.
d) "a distância percorrida desde o instante t1 para que, a partir desse momento, só fique possível observar 1 máximo no anteparo." Isso significa que a partir de um certo instante, apenas 1 máximo é observado. O número de franjas total é 2m+1. Para ter 1 máximo, m=0, ou seja, apenas o máximo central. Isso ocorre quando a franja de ordem 1 sai, ou seja, y_1 > L/2. A condição limite é y_1 = L/2. A distância percorrida desde t1 é D3 - D1, onde D3 é a distância para y_1 = L/2. Calculemos D3: senθ_1 = λ/d = 0,25. cosθ_1 = sqrt(1 - 0,0625) = sqrt(0,9375) = sqrt(15/16) = sqrt15 / 4 ≈ 0,9682458. tanθ_1 = 0,25 / (sqrt15/4) = 1 / sqrt15 ≈ 0,2581989. D3 = 0,6 / tanθ_1 = 0,6 * sqrt15 ≈ 0,6 * 3,873 = 2,3238 m. A distância percorrida desde t1: ΔD' = D3 - D1. Se D1 = 0,529, ΔD' = 2,324 - 0,529 = 1,795 m ≈ 1,80 m. Se D1 = 1,039, ΔD' = 2,324 - 1,039 = 1,285 m ≈ 1,29 m.
A tabela de raízes quadradas inclui sqrt(15) = 3,87 (na verdade a tabela mostra 15: 3,87). Também mostra sqrt(7) = 2,65 e sqrt(3) = 1,73. Isso sugere que precisamos de sqrt7, sqrt3 e sqrt15. Mas sqrt15 não está na tabela? A tabela tem 15: 3,87. Então ambos os caminhos usam a tabela. Vamos ver qual combinação é mais elegante.
Se D1 = 0,2 sqrt7 = 0,2 * 2,65 = 0,53 m. D2 = 0,6 sqrt3 = 0,6 * 1,73 = 1,038 m ≈ 1,04 m. v = (1,038 - 0,53)/2 = 0,508/2 = 0,254 m/s ≈ 0,25 m/s.
D3 = 0,6 sqrt15 = 0,6 * 3,87 = 2,322 m ≈ 2,32 m.
ΔD' = 2,322 - 0,53 = 1,792 m ≈ 1,79 m.
Se D1 = 0,6 sqrt3 = 1,04 m. D2? Em t2, y_2 = L/2? Mas se em t1 já é y_2 = L/2, então em t2 seria y_1 = L/2? Não, porque o número em t2 é 3, então a franja de ordem 1 está dentro e a de ordem 2 fora. A transição de 5 para 3 ocorre quando y_2 = L/2. Se em t1 o número é 5, então y_2 < L/2? Não, se em t1 o número é 5, então m=2, então y_2 ≤ L/2 e y_3 > L/2. Em t2, o número é 3, então m=1, então y_1 ≤ L/2 e y_2 > L/2. A transição de 5 para 3 ocorre quando y_2 = L/2. Então em t2, y_2 = L/2. Portanto D2 = 0,6 sqrt3 = 1,04 m. Mas se em t1 o número é 5 e a transição de 7 para 5 ocorreu antes, então em t1 y_3 já saiu. Mas o enunciado diz que em t1 o número passa de 7 para 5. Isso implica que em t1 ocorre a transição de 7 para 5. Então em t1, y_3 = L/2. Portanto D1 = 0,2 sqrt7. Isso é consistente com a progressão: em t1, m=2 (5 franjas) com y_3 = L/2? Se y_3 = L/2, então m=3, então 7 franjas. Mas se considerarmos que a franja na borda não conta, então m=2, 5 franjas. Então em t1, y_3 = L/2 e o número é 5 (excluindo a borda). Em t2, y_2 = L/2 e o número é 3 (excluindo a borda). Em t3, y_1 = L/2 e o número é 1 (excluindo a borda). Isso faz uma progressão coerente: cada transição ocorre quando a franja de ordem m atinge a borda. Então:
t1: y_3 = L/2 => D1 = (L/2) / tanθ_3 = 0,6 / (3/sqrt7) = 0,6 * sqrt7 / 3 = 0,2 sqrt7 ≈ 0,53 m.
t2: y_2 = L/2 => D2 = (L/2) / tanθ_2 = 0,6 / (1/sqrt3) = 0,6 sqrt3 ≈ 1,04 m.
t3: y_1 = L/2 => D3 = (L/2) / tanθ_1 = 0,6 / (1/sqrt15) = 0,6 sqrt15 ≈ 2,32 m.
Isso é muito consistente. E a velocidade: v = (D2 - D1)/2 = (0,6 sqrt3 - 0,2 sqrt7)/2 = 0,3 sqrt3 - 0,1 sqrt7 = 0,3*1,73 - 0,1*2,65 = 0,519 - 0,265 = 0,254 m/s. Usando valores exatos: v = (0,6√3 - 0,2√7)/2 = 0,3√3 - 0,1√7 ≈ 0,3*1,732 - 0,1*2,646 = 0,5196 - 0,2646 = 0,255 m/s.
A distância percorrida desde t1 para observar 1 máximo: ΔD = D3 - D1 = 0,6√15 - 0,2√7 ≈ 0,6*3,873 - 0,2*2,646 = 2,3238 - 0,5292 = 1,7946 m ≈ 1,79 m.
Agora, vamos verificar se a tabela de raízes quadradas nos dá esses valores. A tabela tem:
x=2: 1,41
3: 1,73
5: 2,24
6: 2,45
7: 2,65
8: 2,83
13: 3,61
14: 3,74
15: 3,87
Então sqrt3 = 1,73, sqrt7 = 2,65, sqrt15 = 3,87. Usando esses valores:
D1 = 0,2 * 2,65 = 0,53 m.
D2 = 0,6 * 1,73 = 1,038 m ≈ 1,04 m.
D3 = 0,6 * 3,87 = 2,322 m ≈ 2,32 m.
v = (1,038 - 0,53)/2 = 0,508/2 = 0,254 m/s ≈ 0,25 m/s.
ΔD = 2,322 - 0,53 = 1,792 m ≈ 1,79 m.
Agora, vamos escrever a solução item por item.
a) Como o número de franjas diminui com o tempo, e o número de franjas visíveis depende do afastamento entre rede e anteparo (aumentando D, as franjas se afastam do centro e saem do anteparo), o anteparo está se afastando da rede.
b) No instante t1, a franja de ordem 3 atinge a borda do anteparo. Portanto, y_3 = L/2. A posição da franja de ordem m é y_m = D tanθ_m, com senθ_m = mλ/d. Para m=3: senθ_3 = 3λ/d = 3*(625×10⁻⁹)/(2,5×10⁻⁶) = 3*0,25 = 0,75. Assim, cosθ_3 = √(1 - 0,75²) = √(1 - 0,5625) = √0,4375 = √(7/16) = √7/4. tanθ_3 = senθ_3 / cosθ_3 = 0,75 / (√7/4) = 3/√7. Então D1 = (L/2) / tanθ_3 = 0,6 * √7 / 3 = 0,2√7. Usando √7 ≈ 2,65, D1 ≈ 0,2 * 2,65 = 0,53 m.
c) No instante t1 + 2 s, o número de franjas é 3, então a franja de ordem 2 atinge a borda: y_2 = L/2. Para m=2: senθ_2 = 2λ/d = 2*0,25 = 0,5. cosθ_2 = √(1 - 0,25) = √0,75 = √3/2. tanθ_2 = 0,5 / (√3/2) = 1/√3. Então D2 = (L/2) / tanθ_2 = 0,6 * √3. Usando √3 ≈ 1,73, D2 ≈ 0,6 * 1,73 = 1,038 m. A velocidade é v = (D2 - D1)/Δt = (0,6√3 - 0,2√7)/2 = 0,3√3 - 0,1√7 ≈ 0,3*1,73 - 0,1*2,65 = 0,519 - 0,265 = 0,254 m/s ≈ 0,25 m/s.
d) Para que só reste 1 máximo (o central), a franja de ordem 1 deve atingir a borda: y_1 = L/2. Para m=1: senθ_1 = λ/d = 0,25. cosθ_1 = √(1 - 0,0625) = √0,9375 = √(15/16) = √15/4. tanθ_1 = 0,25 / (√15/4) = 1/√15. Então D3 = (L/2) / tanθ_1 = 0,6 * √15. Usando √15 ≈ 3,87, D3 ≈ 0,6 * 3,87 = 2,322 m. A distância percorrida desde t1 é ΔD = D3 - D1 = 0,6√15 - 0,2√7 ≈ 2,322 - 0,53 = 1,792 m ≈ 1,79 m.
Verifique os cálculos:
d = 1 mm / 400 = 2,5×10⁻³ mm = 2,5×10⁻⁶ m.
λ = 625×10⁻⁹ m = 6,25×10⁻⁷ m.
λ/d = 6,25×10⁻⁷ / 2,5×10⁻⁶ = 0,25. OK.
senθ_m = m * 0,25.
m=1: sen=0,25; cos=√(1-0,0625)=√0,9375=√(15/16)=√15/4. tan=0,25/(√15/4)=1/√15.
m=2: sen=0,5; cos=√(0,75)=√3/2. tan=0,5/(√3/2)=1/√3.
m=3: sen=0,75; cos=√(0,4375)=√(7/16)=√7/4. tan=0,75/(√7/4)=3/√7.
D = (L/2)/tanθ_m = 0,6 * cotθ_m = 0,6 * (cos/sen).
Para m=3: D1 = 0,6 * (√7/4) / 0,75 = 0,6 * √7 / 3 = 0,2√7.
Para m=2: D2 = 0,6 * (√3/2) / 0,5 = 0,6 * √3 = 0,6√3.
Para m=1: D3 = 0,6 * (√15/4) / 0,25 = 0,6 * √15 = 0,6√15.
Velocidade: ΔD/Δt = (0,6√3 - 0,2√7)/2 = 0,3√3 - 0,1√7.
Distância desde t1: 0,6√15 - 0,2√7.
Agora, vamos responder exatamente como pede o enunciado, mostrando o desenvolvimento. Usaremos os valores da tabela para as raízes.
a) Afastando-se.
b) D1 = 0,2√7 ≈ 0,53 m.
c) v = (0,6√3 - 0,2√7)/2 ≈ 0,25 m/s.
d) ΔD = 0,6√15 - 0,2√7 ≈ 1,79 m.
Vou escrever a resposta final de forma curta.
Verifique se há algum detalhe sobre "o número de franjas passa de 7 para 5" que possa indicar que em t1 o número é 5 e a franja de ordem 3 já saiu. Mas nossos cálculos consideram que em t1 y_3 = L/2, então se incluirmos a borda, o número seria 7. Mas o enunciado diz que o número passa de 7 para 5, então em t1 o número é 5. Isso é consistente com a exclusão da franja na borda. Então nossa abordagem está correta.
Vamos escrever a solução.
Resolução:
Dados:
- d = \frac{1}{400}\,\text{mm} = 2,5\times10^{-6}\,\text{m}
- \lambda = 625\,\text{nm} = 6,25\times10^{-7}\,\text{m}
- L = 1,2\,\text{m}
- \frac{\lambda}{d} = \frac{6,25\times10^{-7}}{2,5\times10^{-6}} = 0,25
a) À medida que o anteparo se move, o número de franjas observadas diminui. As franjas se afastam do centro quando a distância D entre rede e anteparo aumenta, fazendo com que as ordens mais altas saiam do comprimento fixo L do anteparo. Portanto, o anteparo está se afastando da rede.
b) No instante t_1, o número de franjas passa de 7 para 5, o que ocorre quando a franja de ordem m=3 atinge a borda do anteparo. Logo, y_3 = \frac{L}{2}.
\sen\theta_3 = 3\frac{\lambda}{d}=3(0,25)=0,75
\cos\theta_3 = \sqrt{1-0,75^2} = \sqrt{1-0,5625} = \sqrt{0,4375} = \frac{\sqrt{7}}{4}
\tan\theta_3 = \frac{0,75}{\sqrt{7}/4} = \frac{3}{\sqrt{7}}
Como y_3 = D_1 \tan\theta_3 = \frac{L}{2}:
D_1 = \frac{L/2}{\tan\theta_3} = \frac{0,6}{3/\sqrt{7}} = 0,2\sqrt{7}
Usando \sqrt{7} \approx 2,65:
D_1 \approx 0,2 \times 2,65 = 0,53\,\text{m}
c) No instante t_1+2\,\text{s}, o número de franjas se reduz a 3, então a franja de ordem m=2 atinge a borda:
\sen\theta_2 = 2(0,25)=0,5
\cos\theta_2 = \sqrt{1-0,5^2} = \frac{\sqrt{3}}{2}
\tan\theta_2 = \frac{0,5}{\sqrt{3}/2} = \frac{1}{\sqrt{3}}
D_2 = \frac{L/2}{\tan\theta_2} = 0,6\sqrt{3}
A velocidade é:
v = \frac{D_2 - D_1}{\Delta t} = \frac{0,6\sqrt{3} - 0,2\sqrt{7}}{2} = 0,3\sqrt{3} - 0,1\sqrt{7}
Usando \sqrt{3}\approx1,73 e \sqrt{7}\approx2,65:
v \approx 0,3(1,73) - 0,1(2,65) = 0,519 - 0,265 = 0,254\,\text{m/s} \approx 0,25\,\text{m/s}
d) Para que reste apenas 1 máximo (o central), a franja de ordem m=1 deve atingir a borda:
\sen\theta_1 = 1(0,25)=0,25
\cos\theta_1 = \sqrt{1-0,25^2} = \sqrt{0,9375} = \frac{\sqrt{15}}{4}
\tan\theta_1 = \frac{0,25}{\sqrt{15}/4} = \frac{1}{\sqrt{15}}
D_3 = \frac{L/2}{\tan\theta_1} = 0,6\sqrt{15}
A distância percorrida desde t_1 é:
\Delta D = D_3 - D_1 = 0,6\sqrt{15} - 0,2\sqrt{7}
Usando \sqrt{15}\approx3,87 e \sqrt{7}\approx2,65:
\Delta D \approx 0,6(3,87) - 0,2(2,65) = 2,322 - 0,530 = 1,792\,\text{m} \approx 1,79\,\text{m}
Resposta final: a) afastando-se; b) 0,2\sqrt{7}\,\text{m} \approx 0,53\,\text{m}; c) 0,3\sqrt{3}-0,1\sqrt{7}\,\text{m/s} \approx 0,25\,\text{m/s}; d) 0,6\sqrt{15}-0,2\sqrt{7}\,\text{m} \approx 1,79\,\text{m}