Como pensou
Vamos resolver a questão passo a passo.
Precisamos entender a geometria. Temos uma fonte sonora presa por um fio de comprimento L ao fundo da piscina. O objeto executa movimento circular uniforme (MCU) no plano horizontal? As figuras: vista lateral mostra a caixa esférica? Na verdade, "objeto motorizado em forma de casca esférica" preso por um fio de comprimento L ao fundo da piscina. Vista lateral: um retângulo (piscina) com uma linha pontilhada vertical (fundo?) e um fio L inclinado, com o objeto na extremidade superior. Vista superior: um círculo (trajetória) com centro no fundo? O ponto B está na parte superior do círculo (mais distante do observador O?), ponto A na parte inferior do círculo (mais próximo do observador O?). O observador O está no mesmo plano do movimento circular, na superfície da piscina. A distância AO = d = 10 m.
Vamos analisar a geometria. O fio de comprimento L = 10 m prende o objeto ao fundo da piscina. O objeto se move circularmente uniformemente no plano horizontal? A vista superior mostra um círculo de raio R (a determinar). O centro do círculo é o ponto de fixação? O fio forma um cone, com o vértice no fundo da piscina. O comprimento do fio é L = 10 m, então a distância do objeto ao fundo é L. A vista lateral mostra o fio inclinado, e o objeto descreve um círculo horizontal. O raio R da trajetória é o raio da base do cone. A altura do cone é h, a profundidade do objeto em relação ao fundo? Na verdade, "fundo de uma piscina" é o ponto de fixação. O objeto está submerso? A piscina tem água, e o objeto é uma casca esférica. A vista lateral mostra a piscina com uma linha vertical pontilhada no centro (eixo de rotação). O fio L vai do fundo (centro) até o objeto. A altura vertical do objeto em relação ao fundo é h = sqrt(L^2 - R^2). O observador O está na superfície da piscina, no mesmo plano do movimento circular da fonte sonora. "mesmo plano que o movimento circular" significa que o plano horizontal da trajetória coincide com o plano horizontal que contém o observador? O observador está na superfície da piscina, então a trajetória circular está na superfície? Ou o plano do movimento é horizontal e contém o observador, que está na superfície. A distância AO = d = 10 m. A é um ponto da trajetória, provavelmente o mais próximo do observador. Vamos deduzir.
Vista superior: o observador O está à direita, o círculo tem centro C (ponto de fixação? Não, o centro da trajetória circular). A linha pontilhada vertical passa por B (topo) e A (base). O ponto A está mais próximo de O. A distância AO = d = 10 m. O centro do círculo está a uma distância horizontal D de O. Se A é o ponto mais próximo, então a distância do centro a O é D = d + R? Ou D = d - R? Vamos ver: o círculo, A é o ponto mais próximo de O, então O está fora do círculo, a distância de O até A é d. A distância do centro C até O é d + R, se A está entre C e O? Na figura, A está na parte inferior do círculo, e O à direita. A distância AO é horizontal? A figura mostra A na vertical abaixo do centro, e O à direita, com uma linha pontilhada horizontal de A até O? Sim, a linha pontilhada de A até O parece horizontal. Então A está na mesma altura que O? Na vista superior, o círculo tem centro C, B no topo, A embaixo. O ponto O está à direita, na mesma linha horizontal que A? A linha pontilhada vai de A até O horizontalmente. Então a distância AO = d = 10 m é a distância entre A e O. O centro C está acima de A (na vista superior, verticalmente). A distância de C a A é R. A distância de C a O? Pela geometria, se A está na parte inferior do círculo e O está à direita de A na horizontal, então C está acima de A, e O está à direita de A, formando um triângulo retângulo? Na verdade, se A é o ponto mais baixo do círculo e O está na horizontal à direita de A, a linha CO não é necessariamente horizontal. Mas a distância AO = 10. Se o centro C está na vertical acima de A, então a coordenada de A é (0, -R) se C=(0,0). O ponto O está em (d, -R)? A linha pontilhada de A até O é horizontal, então O está na mesma linha horizontal que A, ou seja, mesma coordenada y que A. Assim, O = (d, -R). A distância de C a O é sqrt(d^2 + R^2). Mas o enunciado não dá a distância CO, apenas AO = d = 10.
No entanto, para o efeito Doppler, precisamos da velocidade radial da fonte em relação ao observador. A frequência percebida depende da componente da velocidade da fonte ao longo da linha que liga a fonte ao observador.
Vamos analisar as frequências observadas nos pontos A e B.
Frequência emitida f0.
Em A, o observador percebe 5f0/4.
Em B, percebe 10f0/11.
A fórmula do efeito Doppler para fonte em movimento e observador em repouso (ou ambos, mas observador parado na água? O observador está na superfície da piscina, no ar? O som se propaga na água? O enunciado dá velocidade do som no ar, v_som = 340 m/s. Mas a fonte está submersa? "fonte sonora ... acoplada a um objeto motorizado ... preso ... ao fundo de uma piscina." A água tem velocidade do som diferente? O enunciado só dá velocidade do som no ar. Mas o observador está na superfície da piscina, no ar? "Um observador localizado em O, na superfície da piscina" - provavelmente no ar. A fonte sonora está submersa? O objeto está submerso. O som se propaga da água para o ar? Isso complicaria. Mas o enunciado dá v_som = 340 m/s, que é a velocidade do som no ar. Talvez a fonte esteja na água, mas o som se propaga no ar? Ou o meio é o ar? A piscina tem água, mas a fonte pode estar acima da água? A vista lateral mostra o objeto dentro da água? O retângulo cinza é a água, e o objeto está dentro? A linha do fio vai do fundo até o objeto, que está dentro da água. Então o som se propaga na água. Mas o dado v_som = 340 m/s é típico do ar. Pode ser que a questão desconsidere a mudança de meio e considere que a velocidade do som é 340 m/s no meio (água?) ou o observador está na água? "na superfície da piscina" pode ser na água, na borda? Vamos considerar que o som se propaga no ar com v = 340 m/s. Mas a fonte está submersa, então o som atravessa a água e o ar. Isso afetaria o efeito Doppler? Normalmente, se a fonte e o observador estão em meios diferentes, a frequência não muda na refração? A frequência é invariante na refração. O efeito Doppler depende das velocidades relativas e da velocidade do som no meio onde a fonte e o observador estão. Se a fonte está na água, a velocidade do som na água é ~1500 m/s, então a fórmula usaria v_som na água. Mas o dado é 340 m/s, então provavelmente consideramos que o som se propaga no ar e a fonte também está no ar? Ou a fonte está na superfície? A figura mostra o objeto dentro da água. Mas o enunciado pode estar simplificando: "velocidade do som no ar: v_som = 340 m/s". Pode ser que a fonte esteja na água, mas o efeito Doppler é calculado como se o meio fosse o ar? Não faz sentido físico. Vamos ver as alternativas: as frequências são 5f0/4 e 10f0/11. Vamos calcular as velocidades radiais necessárias.
Fórmula do efeito Doppler (fonte em movimento, observador em repouso, meio em repouso):
f_obs = f0 * (v_som) / (v_som - v_r), onde v_r é a componente da velocidade da fonte na direção do observador (positiva se se aproxima, negativa se se afasta). Mas cuidado: a fórmula é f_obs = f0 * v_som / (v_som - v_fonte_radial), onde v_fonte_radial é a componente da velocidade da fonte na direção do observador (positiva quando a fonte se aproxima do observador). Se a fonte se aproxima, v_r > 0, denominador menor, frequência maior. Se se afasta, v_r < 0, frequência menor.
Em A: f_obs = 5/4 f0 = 1.25 f0. Então v_som / (v_som - v_rA) = 5/4 => 4 v_som = 5 (v_som - v_rA) => 4 v_som = 5 v_som - 5 v_rA => 5 v_rA = v_som => v_rA = v_som / 5 = 340/5 = 68 m/s. Positivo, então a fonte está se aproximando do observador em A. Mas A é o ponto mais próximo do observador? Se a fonte está em movimento circular uniforme, no ponto mais próximo do observador, a velocidade é perpendicular à linha que liga ao observador? Vamos analisar a geometria.
Vista superior: O observador está à direita. O círculo tem centro C. A está na parte inferior do círculo, B na parte superior. O ponto A é o mais próximo de O? A distância AO = 10. Se O está à direita de A, então a linha OA é horizontal. O centro C está verticalmente acima de A, então C = (0, -R) se A = (0,0)? Vamos definir coordenadas: A = (0,0). O = (10,0). C = (0, R)? Mas A é o ponto mais baixo do círculo, então C está acima de A: C = (0, R). O círculo tem raio R. B é o ponto mais alto: B = (0, 2R). O observador O = (10, 0). A distância de C a O é sqrt(10^2 + R^2). A distância de B a O é sqrt(10^2 + (2R)^2)? Não, B = (0, 2R), O = (10,0), então BO = sqrt(10^2 + (2R)^2) = sqrt(100 + 4R^2). Mas a fonte está em movimento circular uniforme. A velocidade é tangente ao círculo. No ponto A, a velocidade é horizontal (para a direita ou esquerda?). O movimento é anti-horário. Vista superior: o círculo, A embaixo, B em cima. Movimento anti-horário: em A (ponto mais baixo), a velocidade é para a direita (se o centro está acima, anti-horário significa que em A a velocidade é para a direita). Em B (ponto mais alto), a velocidade é para a esquerda. Mas o observador está à direita de A. Então em A, a velocidade é para a direita, ou seja, na mesma direção de A para O? A linha AO é horizontal para a direita. A velocidade em A é para a direita, então a fonte está se movendo diretamente para o observador? Se A está em (0,0) e O em (10,0), a velocidade em A é (v, 0) (para a direita). Então a componente radial da velocidade na direção de O é v (positiva, aproximando). Então v_rA = v. Assim, v = 68 m/s? Mas vamos ver em B. Em B, a velocidade é para a esquerda (-v, 0). O vetor de B para O é O - B = (10, -2R). A componente da velocidade na direção de O é (v_B . (O-B)/|O-B|). v_B = (-v, 0). Então a componente radial = (-v) * (10) / sqrt(100 + 4R^2) = -10 v / sqrt(100 + 4R^2). Negativa, indicando afastamento. A frequência observada em B é 10f0/11, que é menor que f0, consistente com afastamento.
Vamos usar a fórmula para B: f_obs = 10/11 f0 = f0 * v_som / (v_som - v_rB), onde v_rB é a componente radial (negativa). Ou podemos usar f_obs = f0 * (v_som + v_rB?) / v_som? Vamos usar a fórmula padrão: f_obs = f0 * (v_som) / (v_som - v_r), onde v_r é a componente da velocidade da fonte na direção do observador (positiva se aproxima). Para B, v_rB = -10 v / sqrt(100 + 4R^2). Então:
10/11 = v_som / (v_som - v_rB) = 340 / (340 - v_rB)
=> 10 (340 - v_rB) = 11 * 340
=> 3400 - 10 v_rB = 3740
=> -10 v_rB = 340
=> v_rB = -34 m/s.
Então -10 v / sqrt(100 + 4R^2) = -34 => 10 v / sqrt(100 + 4R^2) = 34 => v / sqrt(100 + 4R^2) = 3.4.
Mas de A, v_rA = v = 68 m/s? Vamos verificar: em A, f_obs = 5/4 f0 = 1.25 f0.
1.25 = 340 / (340 - v) => 1.25 (340 - v) = 340 => 425 - 1.25 v = 340 => 1.25 v = 85 => v = 68 m/s. Sim.
Então v = 68 m/s. Substituindo na equação de B: 68 / sqrt(100 + 4R^2) = 3.4 => sqrt(100 + 4R^2) = 68 / 3.4 = 20. Então 100 + 4R^2 = 400 => 4R^2 = 300 => R^2 = 75 => R = sqrt(75) = 5√3 ≈ 8.66 m.
Mas espera: a distância AO = d = 10 m. A geometria que assumimos: A = (0,0), O = (10,0), C = (0,R). Mas será que A é o ponto mais próximo do observador? A figura mostra A na parte inferior do círculo, e O à direita. A linha pontilhada de A até O é horizontal. Se o círculo tem centro C e raio R, e A é o ponto mais baixo, então C está acima de A. O ponto O está à direita de A. A distância AO = 10. Se A é o ponto mais próximo de O, então a linha AO passa pelo centro? Não, se O está à direita de A, e C está acima de A, então a linha CO não passa por A. A distância de O a A é 10. Mas a distância de O ao centro C é sqrt(10^2 + R^2). A distância de O ao ponto B é sqrt(10^2 + (2R)^2)? Não, B é o ponto mais alto, então B = (0, 2R). O = (10,0). BO = sqrt(10^2 + (2R)^2) = sqrt(100 + 4R^2). Isso é exatamente o que usamos. Então nossa geometria está consistente com a figura? A figura mostra o círculo, B no topo, A embaixo, e O à direita, com uma linha pontilhada de A até O. Sim. E a linha do centro C até A é vertical? Na figura, há uma linha pontilhada vertical passando por B e A? A vista superior mostra uma linha vertical pontilhada de B até A, passando pelo centro? Sim, a linha pontilhada vertical passa por B e A. Então C está nessa linha vertical, entre B e A. A distância CA = R, CB = R. Então A e B estão em extremos opostos do diâmetro vertical. O observador O está à direita, na mesma horizontal que A? A linha pontilhada de A até O é horizontal. Então O está na mesma altura que A. Assim, a geometria é: C = (0, R), A = (0, 0), B = (0, 2R), O = (10, 0). Isso faz sentido.
Agora, o raio da trajetória R = 5√3 m ≈ 8.66 m. Mas o fio tem comprimento L = 10 m. A altura vertical do objeto em relação ao fundo (ponto de fixação) é h = ? O fio vai do fundo (que é o centro de rotação? O fundo é o ponto de fixação, que é o centro do círculo? Na vista superior, o centro do círculo é o ponto C. Mas o fio está preso ao fundo da piscina. O fundo da piscina é um ponto? A vista lateral mostra o fio saindo de um ponto no fundo (uma linha vertical pontilhada) e indo até o objeto. A vista superior mostra o centro do círculo C. Então o ponto de fixação no fundo é o centro C? Mas C está no plano do movimento? A vista superior mostra o círculo e o centro C. O ponto de fixação está no fundo, então a projeção vertical do centro C no fundo. A altura do objeto em relação ao fundo é a profundidade. O fio tem comprimento L = 10 m. O raio R = 5√3. A altura h (vertical) satisfaz R^2 + h^2 = L^2 => (5√3)^2 + h^2 = 10^2 => 75 + h^2 = 100 => h^2 = 25 => h = 5 m. Então o objeto está a 5 m acima do fundo. A piscina tem profundidade? O observador está na superfície da piscina, no mesmo plano do movimento circular. Se o movimento circular está a uma altura h do fundo, e o observador está na superfície, então a superfície está a uma altura h do fundo? "o observador está no mesmo plano que o movimento circular da fonte sonora" significa que o plano horizontal do movimento circular coincide com a superfície da água? Ou o observador está na superfície da piscina, e o movimento circular também está nesse plano horizontal? A vista lateral mostra a piscina com uma linha vertical pontilhada (fundo) e o objeto no topo. A superfície da água é a linha superior? A vista lateral mostra um retângulo cinza (água) com uma linha superior. O objeto está na superfície? Na figura, o objeto (círculo preto) está no topo do retângulo, na linha superior. Então o movimento circular ocorre na superfície da água. O observador está na superfície da piscina, no mesmo plano. Portanto, a profundidade do objeto é 0? Mas o fio tem L=10, e R=5√3≈8.66, então h=5 m. Se o objeto está na superfície, então a profundidade da piscina é 5 m. O fundo está a 5 m abaixo da superfície. O fio vai do fundo até a superfície, formando um cone. Isso é consistente: o objeto se move na superfície, e o fio está inclinado, com a extremidade inferior fixa no fundo, a 5 m de profundidade. A distância horizontal do centro (ponto de fixação) à trajetória é R = 5√3 m. A altura é 5 m. O comprimento do fio é sqrt(R^2 + h^2) = sqrt(75 + 25) = 10 m. OK.
Agora vamos aos itens.
a) a velocidade escalar do objeto;
Já calculamos v = 68 m/s. Mas vamos revisar: a velocidade escalar é constante (MCU). v = 68 m/s.
b) o raio da trajetória;
R = 5√3 m ≈ 8,66 m. O enunciado dá √3 = 1,732, então 5*1,732 = 8,66 m.
c) a tração no fio;
Precisamos considerar as forças no objeto. O objeto é uma casca esférica submersa. Forças: tração T no fio, peso P = mg, empuxo E = ρ V g (para o volume submerso). O movimento é circular uniforme em um plano horizontal. A aceleração centrípeta é horizontal, dirigida ao centro. A componente horizontal da tração fornece a força centrípeta. A componente vertical da tração equilibra o peso e o empuxo.
Mas o objeto é uma casca esférica. O volume submerso? O item d pergunta o volume do objeto que permanece submerso. A observação diz: "considere que o volume submerso do objeto não se altera durante o movimento; para efeito de cálculos desconsidere a resistência da água e as dimensões do objeto, que só devem ser consideradas no cálculo do empuxo." Então o objeto tem um volume V_sub que permanece constante. O empuxo é E = ρ V_sub g. O peso é m g. A massa é dada: m = √3 kg ≈ 1,732 kg.
Vamos calcular a tração T. O fio forma um ângulo θ com a vertical. O raio R = 5√3, altura h = 5. Então tan θ = R/h = (5√3)/5 = √3. Portanto θ = 60°. O fio faz 60° com a vertical.
Componente vertical: T cos θ + E = P? Ou T cos θ + E - P = 0 (se o objeto está em equilíbrio vertical). Vamos ver os sinais: O empuxo é para cima, o peso para baixo, a componente vertical da tração é para cima (o fio puxa o objeto para cima em direção ao ponto de fixação? O fio vai do objeto até o fundo. O objeto está acima do fundo. A tração no fio puxa o objeto em direção ao fundo, ou seja, para baixo e para o centro. Então a componente vertical da tração é para baixo! Cuidado. O fio está preso no fundo. O objeto está na superfície, acima e afastado do ponto de fixação. A tração no fio atua no objeto puxando-o na direção do fio, ou seja, para baixo (em direção ao fundo) e para o centro. Então a componente vertical da tração é para baixo. A componente horizontal é para o centro (fornece a centrípeta). O empuxo é para cima. O peso é para baixo.
Então, no equilíbrio vertical:
T cos θ (para baixo) + P (para baixo) = E (para cima)
T cos θ + m g = E
T cos θ = E - m g
Mas E = ρ V_sub g. Ainda não conhecemos V_sub. O item c pede a tração, e o item d pede o volume submerso. Talvez possamos encontrar T sem V_sub? Não, precisamos de E. Mas talvez a tração seja calculada apenas com a componente centrípeta? Não, a tração tem componente vertical. Precisamos de E. Mas o item d é depois. Podemos expressar T em função de V_sub, mas o item c pede um valor numérico. Talvez o volume submerso seja tal que o objeto flutue? Mas ele está preso por um fio. O fio pode estar tensionado para baixo, o que significa que o empuxo é maior que o peso, então o objeto tende a subir, e o fio o puxa para baixo. Vamos ver: m = √3 ≈ 1,732 kg. Peso P = 1,732 * 10 = 17,32 N. Se o empuxo E for maior que P, a tração tem componente vertical para baixo. Se E < P, a tração teria componente vertical para cima? Mas o fio só pode puxar, não empurrar. Se E < P, o objeto não poderia estar na superfície a menos que o fio o puxe para cima? Mas o fio está preso no fundo, então ele só puxa para baixo. Se E < P, o objeto afundaria, a menos que o fio esteja esticado para cima? Não, o fio está preso no fundo e o objeto está acima, então o fio puxa para baixo. Se E < P, a resultante vertical seria para baixo, e o objeto afundaria, mas o fio impediria? Na verdade, se E < P, o objeto tenderia a afundar, e o fio ficaria frouxo? Não, o fio está esticado porque o objeto está se movendo circularmente, e a tração fornece a força centrípeta. Mesmo que E < P, a componente vertical da tração pode ser para cima? Não, a tração atua ao longo do fio, puxando o objeto em direção ao ponto de fixação. Como o ponto de fixação está abaixo do objeto, a tração tem componente vertical para baixo. Então T cos θ é para baixo. Para o equilíbrio vertical, a soma das forças para cima deve igualar a soma para baixo. A única força para cima é o empuxo. Então E = P + T cos θ. Isso significa que E > P. Portanto, o empuxo é maior que o peso. Isso é possível se o objeto for oco (casca esférica) e o volume submerso for grande o suficiente. Então E > P, e o fio puxa para baixo.
Mas ainda precisamos de E. Vamos usar a condição de que o volume submerso é constante. Talvez possamos calcular a tração usando a componente centrípeta? A força centrípeta é fornecida pela componente horizontal da tração: T sin θ = m v^2 / R. Isso é independente de E! Sim, porque a aceleração centrípeta é horizontal, e a única força horizontal é a componente horizontal da tração (a resistência da água é desprezada). Então podemos calcular T diretamente da equação centrípeta.
Vamos calcular:
T sin θ = m v^2 / R
θ = 60°, sin 60° = √3/2.
m = √3 kg.
v = 68 m/s.
R = 5√3 m.
T * (√3/2) = √3 * (68^2) / (5√3)
= √3 * 4624 / (5√3) = 4624 / 5 = 924,8 N.
Então T = 924,8 / (√3/2) = 924,8 * 2 / √3 = 1849,6 / √3 ≈ 1849,6 / 1,732 ≈ 1067,9 N? Vamos calcular com precisão.
Mas o enunciado dá 34^2 / √3 = 667,4. Isso pode ser útil. Vamos ver: 34^2 = 1156. 1156 / √3 ≈ 667,4. Sim.
Vamos calcular T de outra forma:
T sin θ = m v^2 / R.
v = 68 = 2 * 34.
v^2 = 4 * 34^2 = 4 * 1156 = 4624.
R = 5√3.
m = √3.
Então m v^2 / R = √3 * 4624 / (5√3) = 4624 / 5 = 924,8 N.
T = (m v^2 / R) / sin θ = 924,8 / (√3/2) = 1849,6 / √3.
1849,6 / √3 = (1849,6/√3). Mas 34^2/√3 = 667,4. Então 1849,6 = ? 1849,6 / 34^2 = 1849,6 / 1156 = 1.6. Então 1849,6 = 1.6 * 1156 = 1.6 * 34^2.
Então T = 1.6 * 34^2 / √3 = 1.6 * 667,4 = 1067,84 N. Exatamente 1067,84 N? Vamos ver: 1.6 * 667.4 = 1067.84. Sim.
Mas espera, a componente centrípeta é T sin θ. Então T = 1067,84 N. Vamos confirmar com cálculo exato:
T = (√3 * (68)^2 / (5√3)) / (√3/2) = (68^2 / 5) * (2/√3) = (4624/5) * (2/√3) = 9248 / (5√3) = 1849,6 / √3.
Usando 34^2/√3 = 667,4: 1849,6 / √3 = (1849,6/1156) * (34^2/√3) = 1.6 * 667.4 = 1067.84 N. OK.
Mas o item c pede a tração no fio. Será que precisamos considerar a componente vertical também? A tração é a mesma ao longo do fio. A equação centrípeta já nos dá T. A componente vertical da tração será T cos θ = T * 1/2 = 533,92 N. Então o empuxo E = P + T cos θ = 17,32 + 533,92 = 551,24 N. Isso é possível.
Mas vamos verificar se o volume submerso calculado no item d é consistente. O volume submerso V_sub = E / (ρ g) = 551,24 / (1000 * 10) = 0,055124 m³ = 55,124 litros. Mas o objeto é uma casca esférica de massa 1,732 kg. Se V_sub = 0,055 m³, a densidade média seria 1,732 / 0,055 = 31,5 kg/m³, muito menor que a água. Isso é plausível para uma casca esférica oca. Mas vamos ver se o item d pede o volume do objeto que permanece submerso. Pode ser que o volume submerso seja uma fração do volume total. Mas o enunciado diz "volume do objeto que permanece submerso". Então é o volume de água deslocado, que calculamos via empuxo.
No entanto, precisamos ter cuidado: a tração no fio é a força que o fio exerce no objeto. Nós calculamos T = 1067,84 N. Mas será que a tração é essa? Vamos rever a fórmula do movimento circular. O objeto executa MCU em um plano horizontal. A aceleração centrípeta é horizontal. A força resultante horizontal é a componente horizontal da tração. A componente vertical da tração não contribui para a centrípeta. Então T sin θ = m v^2 / R é correto. T = 1067,84 N.
Mas espere, o ângulo θ é o ângulo entre o fio e a vertical. Nós calculamos tan θ = R/h = (5√3)/5 = √3, então θ = 60°. Isso está correto? O fio tem comprimento L = 10. O raio R = 5√3. A altura h = 5. Então sin θ = R/L = (5√3)/10 = √3/2, então θ = 60°. cos θ = h/L = 5/10 = 1/2. OK.
Agora, o item d: o volume do objeto que permanece submerso. Nós calculamos E = P + T cos θ = mg + T cos θ. Vamos calcular com precisão:
m = √3 kg ≈ 1,732 kg.
g = 10 m/s².
P = 10√3 ≈ 17,32 N.
T = 1849,6 / √3 ≈ 1067,84 N.
T cos θ = T * 1/2 = 533,92 N.
E = P + T cos θ = 10√3 + 1849,6/(2√3) = 10√3 + 924,8/√3.
Vamos calcular exatamente:
E = 10√3 + 924,8/√3 = (10*3 + 924,8)/√3 = (30 + 924,8)/√3 = 954,8/√3 N.
Mas 924,8 = ? Vamos manter frações.
T = 1849,6 / √3 = (1849,6) / √3.
T cos θ = 1849,6 / (2√3) = 924,8 / √3.
P = 10√3 = 30/√3.
Então E = (30 + 924,8)/√3 = 954,8/√3 N.
V_sub = E / (ρ g) = (954,8/√3) / (1000 * 10) = 954,8 / (10000√3) m³.
954,8 / (10000*1,732) = 954,8 / 17320 ≈ 0,05512 m³.
Mas o enunciado dá 34^2/√3 = 667,4. Vamos expressar E em termos de 34^2.
E = 954,8/√3 = (954,8 / 1156) * (34^2/√3) = (0,826) * 667,4? Não é exato.
Vamos calcular de forma exata usando os dados fornecidos.
m = √3.
v = 68.
R = 5√3.
T = m v^2 / (R sin θ) = √3 * 68^2 / (5√3 * (√3/2)) = 68^2 / (5 * √3/2) = 68^2 * 2 / (5√3) = 4624 * 2 / (5√3) = 9248 / (5√3) = 1849,6 / √3.
T cos θ = 1849,6 / (2√3) = 924,8 / √3.
P = m g = 10√3 = 30/√3.
E = P + T cos θ = (30 + 924,8)/√3 = 954,8/√3.
V_sub = E / (ρ g) = (954,8/√3) / (10000) = 954,8 / (10000√3) = 0,09548 / √3 m³.
Como 1/√3 = √3/3 ≈ 0,57735, V_sub ≈ 0,09548 * 0,57735 ≈ 0,05512 m³.
Mas o enunciado fornece 34^2/√3 = 667,4. Vamos tentar expressar V_sub usando isso.
954,8 = 34^2 * ? 34^2 = 1156. 954,8 / 1156 = 0,826. Não é uma fração simples.
Talvez eu tenha cometido um erro no cálculo da tração? Vamos revisar o efeito Doppler e a velocidade.
Talvez a velocidade v não seja 68 m/s. Vamos recalcular a partir das frequências.
Temos f_A = 5f0/4 e f_B = 10f0/11.
Fórmula do efeito Doppler: f_obs = f0 * (v_som) / (v_som - v_r), onde v_r é a componente da velocidade da fonte na direção do observador (positiva se aproxima).
Em A: v_rA = v (aproximando). f_A = f0 * v_som / (v_som - v) = 5/4 f0.
=> v_som / (v_som - v) = 5/4 => 4 v_som = 5 v_som - 5 v => v = v_som / 5 = 340/5 = 68 m/s. Correto.
Em B: v_rB = - v * cos φ, onde φ é o ângulo entre a velocidade em B e a linha BO. Em B, a velocidade é horizontal para a esquerda. A linha BO vai de B (0, 2R) a O (10, 0). O vetor BO = (10, -2R). O vetor velocidade em B = (-v, 0). O produto escalar v_B . (O-B) = (-v)*10 + 0*(-2R) = -10v. O módulo de BO = sqrt(10^2 + (2R)^2) = sqrt(100 + 4R^2). Então v_rB = (-10v) / sqrt(100 + 4R^2). Negativo, como esperado.
f_B = f0 * v_som / (v_som - v_rB) = 10/11 f0.
=> 340 / (340 - v_rB) = 10/11 => 340 * 11 = 10 * (340 - v_rB) => 3740 = 3400 - 10 v_rB => 340 = -10 v_rB => v_rB = -34 m/s.
Então -10v / sqrt(100 + 4R^2) = -34 => 10v / sqrt(100 + 4R^2) = 34 => v / sqrt(100 + 4R^2) = 3.4.
Com v = 68, 68 / sqrt(100 + 4R^2) = 3.4 => sqrt(100 + 4R^2) = 68/3.4 = 20 => 100 + 4R^2 = 400 => 4R^2 = 300 => R^2 = 75 => R = 5√3. Correto.
Agora, vamos verificar a geometria do fio. O fio tem comprimento L = 10 m. A altura h = sqrt(L^2 - R^2) = sqrt(100 - 75) = 5 m. OK.
Agora, vamos calcular a tração. A força centrípeta é m v^2 / R. A componente horizontal da tração é T sin θ, onde θ é o ângulo entre o fio e a vertical. sin θ = R/L = (5√3)/10 = √3/2. Então T = m v^2 / (R sin θ) = m v^2 / (R * (R/L)) = m v^2 L / R^2.
Vamos calcular: m = √3, v = 68, L = 10, R^2 = 75.
T = √3 * 68^2 * 10 / 75 = √3 * 4624 * 10 / 75 = √3 * 46240 / 75 = √3 * 616,533... = 1067,84 N? Vamos calcular exato:
46240 / 75 = 616,5333... = 4624/7,5? Melhor: 4624 * 10 / 75 = 46240 / 75 = 18496 / 30 = 9248 / 15.
Então T = √3 * 9248 / 15 = 9248√3 / 15 ≈ 9248 * 1,732 / 15 ≈ 16017,5 / 15 ≈ 1067,83 N. Mesmo valor.
A componente vertical da tração é T cos θ = T * (h/L) = T * (5/10) = T/2 = 533,92 N.
Empuxo E = P + T cos θ = mg + T/2 = 10√3 + 9248√3 / 30 = (10 + 9248/30)√3 = (300/30 + 9248/30)√3 = (9548/30)√3 = (4774/15)√3 ≈ 551,24 N.
V_sub = E / (ρ g) = (4774/15)√3 / (1000 * 10) = 4774√3 / 150000 ≈ 4774 * 1,732 / 150000 ≈ 8268,5 / 150000 ≈ 0,05512 m³.
Mas o enunciado dá 34^2/√3 = 667,4. Vamos ver se V_sub pode ser expresso de forma mais simples.
V_sub = E / (ρ g) = (mg + T cos θ) / (10000).
T = m v^2 / (R sin θ) = √3 * 68^2 / (5√3 * √3/2) = 68^2 / (5 * √3/2) = 68^2 * 2 / (5√3) = 4624 * 2 / (5√3) = 9248 / (5√3).
T cos θ = T * 1/2 = 4624 / (5√3).
Então E = 10√3 + 4624 / (5√3).
V_sub = [10√3 + 4624/(5√3)] / 10000 = [ (10√3 * 5√3 + 4624) / (5√3) ] / 10000 = [ (150 + 4624) / (5√3) ] / 10000 = (4774) / (50000√3) = 4774 / (50000√3) = 0,09548 / √3 m³.
4774 / 50000 = 0,09548.
Agora, 0,09548 / √3 = (0,09548√3)/3 ≈ 0,09548 * 1,732 / 3 ≈ 0,05512.
Mas o enunciado fornece 34^2/√3 = 667,4. Vamos tentar expressar 0,09548 em termos de 34^2.
4774 / 50000 = 4774 / 50000. 4774 = ? 34^2 = 1156. 4774 / 1156 = 4,13. Não é simples.
Talvez eu tenha considerado a massa m = √3 kg, mas o enunciado diz "massa do objeto: m = √3 kg". OK.
Vamos verificar se o empuxo é maior que o peso. P = 17,32 N, E ≈ 551,24 N. Sim, o empuxo é muito maior. Isso significa que o objeto é uma casca esférica muito leve e grande. O volume submerso V_sub ≈ 0,055 m³. O volume total do objeto? Não é pedido. O item d pede "o volume do objeto que permanece submerso durante o movimento". Isso é V_sub.
Mas vamos ver se há alguma pegadinha. "para efeito de cálculos desconsidere a resistência da água e as dimensões do objeto, que só devem ser consideradas no cálculo do empuxo." Então o empuxo é calculado usando o volume submerso. O volume submerso é constante. O objeto é uma casca esférica. A massa é √3 kg. O volume submerso é o volume de água deslocado.
Agora, vamos calcular a tração no fio como o candidato faria. Talvez a tração seja calculada apenas com a componente centrípeta? Mas a tração é a mesma em todo o fio. A componente vertical equilibra a diferença entre empuxo e peso. Mas o item c pede a tração no fio. Nós podemos calcular T a partir da componente centrípeta, como fizemos. T = m v^2 / (R sin θ). Isso não depende do empuxo. Então T = 1067,84 N.
Mas vamos ver se a tração poderia ser calculada de outra forma: T = m v^2 / (R sin θ). Sim.
Vamos calcular os valores numéricos exatos usando os dados fornecidos.
Dados:
√3 = 1,732
34^2/√3 = 667,4
a) v = 68 m/s.
b) R = 5√3 = 5 * 1,732 = 8,66 m.
c) T = ?
T = m v^2 / (R sin θ).
m = √3 = 1,732 kg.
v = 68 m/s.
R = 5√3 = 8,66 m.
sin θ = √3/2 = 0,866.
T = 1,732 * 68^2 / (8,66 * 0,866) = 1,732 * 4624 / (7,5) = 1,732 * 4624 / 7,5.
1,732 * 4624 = ? 4624 * 1,732 = 4624 * (1,7 + 0,032) = 7860,8 + 147,968 = 8008,768.
8008,768 / 7,5 = 1067,8357 N. Arredondando: 1067,8 N.
Mas podemos usar a relação dada: 34^2/√3 = 667,4.
T = m v^2 / (R sin θ) = √3 * (2*34)^2 / (5√3 * √3/2) = √3 * 4 * 34^2 / (5√3 * √3/2) = 4 * 34^2 / (5 * √3/2) = 8 * 34^2 / (5√3) = (8/5) * (34^2/√3) = 1,6 * 667,4 = 1067,84 N. Exatamente. Então T = 1067,84 N.
d) V_sub = ?
E = P + T cos θ.
cos θ = 1/2.
T cos θ = 1067,84 / 2 = 533,92 N.
P = m g = √3 * 10 = 17,32 N.
E = 17,32 + 533,92 = 551,24 N.
V_sub = E / (ρ g) = 551,24 / (1000 * 10) = 0,055124 m³.
Mas podemos expressar em termos dos dados:
E = mg + T/2 = 10√3 + 1067,84/2 = 10√3 + 533,92.
V_sub = (10√3 + 533,92) / 10000 = (17,32 + 533,92) / 10000 = 551,24 / 10000 = 0,055124 m³.
Ou usando a expressão exata: V_sub = (4774/50000√3) = (4774√3)/(150000) ≈ 0,05512 m³.
Vamos calcular com √3 = 1,732:
4774 * 1,732 = ? 4774 * 1,7 = 8115,8; 4774 * 0,032 = 152,768; soma = 8268,568. Dividido por 150000 = 0,0551238... m³.
Então V_sub ≈ 0,0551 m³ = 5,51 × 10^{-2} m³.
Mas vamos ver se o item d pode ser expresso em litros? Não, o enunciado não pede unidade específica. Vamos deixar em m³.
Agora, vamos revisar a questão: "determine: a) a velocidade escalar do objeto; b) o raio da trajetória; c) a tração no fio; d) o volume do objeto que permanece submerso durante o movimento."
Parece que está tudo consistente.
Mas espera, será que a frequência em A e B são dadas como 5f0/4 e 10f0/11? Sim.
Em A, f_obs = 5/4 f0 = 1.25 f0. Em B, f_obs = 10/11 f0 ≈ 0.909 f0.
Nós usamos a fórmula do efeito Doppler para fonte em movimento e observador em repouso. Mas o observador está na superfície da piscina, e a fonte está submersa? O enunciado diz "Um observador localizado em O, na superfície da piscina, percebe as frequências...". A velocidade do som no ar é 340 m/s. Se a fonte está submersa, o som se propaga na água, e a velocidade do som na água é ~1500 m/s. Mas o enunciado só dá a velocidade do som no ar. Isso sugere que a fonte está no ar? Ou que o som se propaga no ar? A vista lateral mostra o objeto dentro da água. Mas talvez a fonte esteja na superfície, e o som se propague no ar. A observação diz "o observador está no mesmo plano que o movimento circular da fonte sonora". Isso significa que o observador e a fonte estão no mesmo plano horizontal (a superfície). Então a fonte está na superfície da água, e o som se propaga no ar. A água está abaixo. O fio prende o objeto ao fundo, mas o objeto está na superfície. Então a fonte está na interface água-ar, e o som se propaga no ar. A velocidade do som no ar é 340 m/s. Isso faz sentido. A água só serve para o empuxo. Então a fonte está no ar (ou na superfície), e o observador também. Portanto, a velocidade do som é 340 m/s. OK.
Outra dúvida: a geometria da vista superior. O círculo tem centro C. A distância AO = 10 m. Nós assumimos que A é o ponto mais próximo de O. Mas a figura mostra A na parte inferior do círculo e O à direita. A linha pontilhada de A até O é horizontal. Isso está consistente com A sendo o ponto mais próximo? Se O está à direita de A, a distância de O a qualquer ponto do círculo: o ponto mais próximo seria aquele na direção de O. Como O está à direita, o ponto mais próximo seria o ponto mais à direita do círculo, não o ponto mais baixo. Mas a figura mostra A embaixo, e uma linha pontilhada horizontal de A até O. Isso é estranho: se A está embaixo, a linha de A até O não é horizontal? Na figura, a linha pontilhada de A até O parece horizontal. Mas se A é o ponto mais baixo do círculo, a coordenada y de A é a mais baixa. O ponto O está à direita, na mesma altura que A? Na figura, a linha pontilhada de A até O é horizontal, então O está na mesma altura que A. Isso significa que A e O estão na mesma linha horizontal. Mas se A é o ponto mais baixo do círculo, então o centro C está acima de A. A linha CO não é horizontal. A distância AO = 10. O ponto A não é o ponto mais próximo de O? Vamos analisar: O está em (10, 0) se A = (0,0). O círculo tem centro C = (0, R). O ponto mais próximo de O no círculo é aquele na direção de O. O vetor de C para O é (10, -R). O ponto mais próximo é C + R * (10, -R)/sqrt(100+R^2). Isso não é A (0,0), a menos que R seja 0. Então A não é o ponto mais próximo de O. A é apenas o ponto mais baixo do círculo. A distância AO = 10 é dada, mas não é a distância mínima. Isso é importante! A frequência em A é dada, e nós usamos v_rA = v. Mas se A não é o ponto mais próximo, a velocidade em A não é necessariamente dirigida para O. Vamos reavaliar.
Na figura da vista superior: o círculo, B no topo, A embaixo. O observador O está à direita, na mesma linha horizontal que A? A linha pontilhada de A até O é horizontal. Isso significa que A e O estão na mesma altura (mesma coordenada y). O centro C está acima de A, então C = (x_C, y_C). Se A está embaixo, A = (x_A, y_A). A linha pontilhada horizontal significa que y_A = y_O. A distância AO = d = 10. Então O está a 10 m de A na horizontal. A é o ponto mais baixo do círculo? Na figura, A está na parte inferior do círculo. B está na parte superior. A linha vertical pontilhada passa por B e A, então B e A estão na mesma vertical. O centro C está nessa vertical, entre B e A. Então se A é o ponto mais baixo, a coordenada y de A é mínima. O centro C está acima de A. B está acima de C. Então A = (x, y_min), B = (x, y_max). A linha vertical passa por A, C, B. O ponto O está à direita, na mesma altura que A. Então O = (x + 10, y_min). Isso é exatamente o que assumimos: A = (0,0), O = (10,0), C = (0,R), B = (0,2R). Mas então A não é o ponto mais próximo de O. O ponto mais próximo de O seria o ponto do círculo que está mais à direita. Vamos calcular a distância de O a um ponto genérico do círculo: C = (0, R). O círculo tem equação x^2 + (y - R)^2 = R^2. O ponto O = (10, 0). A distância mínima de O ao círculo é |OC| - R = sqrt(10^2 + R^2) - R. A distância de O a A é 10. Se R > 0, sqrt(100 + R^2) - R < 10? Vamos testar R = 5√3 ≈ 8.66. sqrt(100 + 75) - 5√3 = sqrt(175) - 8.66 ≈ 13.23 - 8.66 = 4.57. Então A não é o ponto mais próximo. A distância AO = 10 é maior que a distância mínima. Então a velocidade em A não é puramente radial! Isso muda o cálculo do efeito Doppler em A.
Nós assumimos que em A a velocidade é horizontal para a direita, e a linha AO é horizontal. Então a velocidade em A é paralela à linha AO? Se A = (0,0) e O = (10,0), a linha AO é o eixo x. A velocidade em A no MCU anti-horário: o centro C está acima de A, então em A (ponto mais baixo), a tangente é horizontal. Para movimento anti-horário, a velocidade em A aponta para a direita (sentido positivo de x). Então a velocidade é paralela à linha AO. Portanto, a componente radial da velocidade na direção de O é exatamente v (pois o vetor velocidade é paralelo ao vetor AO). Então v_rA = v. Isso é correto, independentemente de A ser o ponto mais próximo ou não. A linha AO é horizontal, e a velocidade em A é horizontal. Então a componente radial é v. OK.
Agora, em B: B = (0, 2R). O = (10, 0). A velocidade em B é horizontal para a esquerda (-v, 0). O vetor de B para O é (10, -2R). A componente radial é v_B . (O-B)/|O-B| = (-v, 0) . (10, -2R) / sqrt(100 + 4R^2) = -10v / sqrt(100 + 4R^2). Isso é o que usamos.
Então nossos cálculos estão corretos.
Mas vamos verificar se a frequência em A não deveria usar a componente radial correta. Nós usamos v_rA = v. Isso é verdade porque a velocidade é paralela à linha AO. Se a linha AO não fosse paralela à velocidade, teríamos um fator cos. Aqui, a linha AO é horizontal, e a velocidade em A é horizontal. Então cos = 1. OK.
Agora, vamos verificar se a distância AO = d = 10 m é usada corretamente. Nós usamos d = 10 para calcular a distância de B a O. BO = sqrt(d^2 + (2R)^2). Isso é correto.
Agora, vamos ver se há alguma outra interpretação. A vista lateral mostra o fio L inclinado. O objeto está na superfície? A figura mostra o objeto no topo do retângulo cinza. O retângulo cinza é a água. O objeto está na superfície da água. O observador está na superfície da piscina, no mesmo plano. Então a profundidade do objeto é zero? Mas o fio tem L=10, e R=8.66, então h=5 m. Se o objeto está na superfície, a profundidade da piscina é 5 m. O fundo está a 5 m abaixo da superfície. O fio vai do fundo até a superfície. Isso é consistente.
Agora, o item d: volume submerso. O objeto é uma casca esférica. O volume submerso é o volume da parte do objeto que está debaixo d'água. Como o objeto está na superfície, talvez apenas metade do volume esteja submerso? Mas a observação diz: "considere que o volume submerso do objeto não se altera durante o movimento; ... as dimensões do objeto, que só devem ser consideradas no cálculo do empuxo." Isso sugere que o volume submerso é uma fração do volume total, e é constante. Não sabemos se é metade ou o quê. Nós calculamos o volume submerso a partir do empuxo. Mas será que o empuxo é calculado com o volume total? Não, empuxo = ρ V_sub g. Nós calculamos V_sub = E / (ρ g). Isso é o volume de água deslocado, que é o volume submerso. Então V_sub ≈ 0,055 m³. Isso é uma resposta válida.
Mas vamos ver se há uma maneira mais simples de calcular V_sub. Talvez o objeto flutue, e o empuxo seja igual ao peso? Mas se o fio está tensionado para baixo, o empuxo é maior que o peso. Se o fio não estivesse tensionado, o objeto subiria. Mas ele está preso, então a tração puxa para baixo. Então E > P. Nós calculamos E = P + T cos θ. Isso está correto.
Agora, vamos calcular com mais precisão usando os dados fornecidos.
Dados:
√3 = 1,732
34^2/√3 = 667,4
a) v = 68 m/s.
b) R = 5√3 = 5 * 1,732 = 8,66 m.
c) T = 1,6 * 667,4 = 1067,84 N.
d) V_sub = ?
E = P + T cos θ.
P = m g = √3 * 10 = 17,32 N.
T cos θ = T/2 = 1067,84 / 2 = 533,92 N.
E = 17,32 + 533,92 = 551,24 N.
V_sub = E / (ρ g) = 551,24 / (1000 * 10) = 0,055124 m³.
Podemos expressar V_sub em notação científica: 5,51 × 10^{-2} m³.
Ou talvez em litros? 1 m³ = 1000 L, então 55,124 L. Mas o enunciado não especifica unidade. Vamos deixar em m³.
Agora, vamos revisar se a tração poderia ser calculada de forma diferente. A tração no fio é a força que o fio exerce no objeto. Nós usamos T sin θ = m v^2 / R. Mas a aceleração centrípeta é m v^2 / R. A única força horizontal é a componente horizontal da tração (a resistência da água é desprezada). Então T sin θ = m v^2 / R. Isso é correto.
Mas vamos verificar se o empuxo afeta a tração horizontal? Não, o empuxo é vertical. A resistência da água é desprezada. Então OK.
Vamos calcular o valor de T usando os dados fornecidos:
T = m v^2 / (R sin θ) = √3 * 68^2 / (5√3 * √3/2) = 68^2 / (5 * √3/2) = 68^2 * 2 / (5√3) = 4624 * 2 / (5√3) = 9248 / (5√3) = 1849,6 / √3.
Agora, 1849,6 / √3 = (1849,6 / 1156) * (34^2/√3) = 1,6 * 667,4 = 1067,84 N. Exato.
Agora, V_sub:
E = mg + T cos θ = 10√3 + (1849,6 / √3) * (1/2) = 10√3 + 924,8 / √3 = (30 + 924,8) / √3 = 954,8 / √3.
V_sub = E / (ρ g) = (954,8 / √3) / 10000 = 954,8 / (10000√3) = 0,09548 / √3.
Agora, 0,09548 / √3 = (0,09548 / ?) * (34^2/√3)? Não é simples.
Vamos calcular numericamente:
954,8 / 1,732 = 551,27... N. Dividido por 10000 = 0,055127 m³.
Usando 34^2/√3 = 667,4, podemos achar 1/√3 = 667,4 / 34^2 = 667,4 / 1156 = 0,5773356.
Então V_sub = 0,09548 * 0,5773356 = 0,055123 m³.
Então V_sub ≈ 0,0551 m³.
Podemos escrever a resposta em função de √3 ou com o valor numérico. O enunciado fornece √3 = 1,732 e 34^2/√3 = 667,4. Então podemos dar os valores numéricos.
a) 68 m/s
b) 8,66 m (ou 5√3 m)
c) 1067,84 N
d) 0,0551 m³ (ou 5,51 × 10^{-2} m³)
Vamos verificar se há alguma pegadinha no item d. "o volume do objeto que permanece submerso durante o movimento." Talvez o volume submerso seja o volume total do objeto? Não, é o volume da parte submersa. Como o objeto é uma casca esférica, e ele está na superfície, talvez o volume submerso seja metade do volume total? Mas nós calculamos o volume submerso a partir do empuxo. O empuxo é ρ V_sub g. Nós calculamos V_sub. Não precisamos saber o volume total. A resposta é o volume submerso.
Mas vamos pensar: se o objeto é uma casca esférica, e ele está na superfície, a parte submersa é uma calota esférica? Mas a observação diz "desconsidere as dimensões do objeto, que só devem ser consideradas no cálculo do empuxo". Isso significa que tratamos o objeto como um ponto para o movimento, mas para o empuxo consideramos seu volume submerso. Não precisamos da geometria da casca. O volume submerso é simplesmente o volume de água deslocado.
Agora, vamos revisar a fórmula do efeito Doppler. O observador está parado? "Um observador localizado em O, na superfície da piscina" - ele está parado? Sim, ele está localizado em O, então está parado. A fonte está se movendo. A fórmula é f_obs = f0 * v_som / (v_som - v_r). Nós usamos isso.
Mas vamos verificar se a fonte está se aproximando ou afastando em A e B. Em A, f_obs > f0, então está se aproximando. v_r positiva. Em B, f_obs < f0, então está se afastando. v_r negativa. Isso está consistente.
Agora, vamos ver se a velocidade v = 68 m/s é muito alta. 68 m/s = 244,8 km/h. É uma velocidade alta, mas possível para um objeto motorizado.
Agora, vamos escrever a solução como um candidato faria.
Passo 1: Efeito Doppler.
Em A, a fonte se aproxima do observador. A componente radial da velocidade é v_A = v (pois a velocidade é paralela à linha AO). Usando a fórmula do efeito Doppler:
f_A = f0 * v_som / (v_som - v) = 5/4 f0 => v = v_som/5 = 68 m/s.
Em B, a fonte se afasta. A distância BO = sqrt(d^2 + (2R)^2). A componente radial da velocidade é v_B = - v * d / BO.
f_B = f0 * v_som / (v_som - v_B) = 10/11 f0.
Substituindo v_B = - v d / BO:
10/11 = v_som / (v_som + v d / BO) => 10 (v_som + v d / BO) = 11 v_som => 10 v d / BO = v_som => v d / BO = 34 => BO = v d / 34 = 68 * 10 / 34 = 20 m.
Mas BO = sqrt(d^2 + (2R)^2) = sqrt(100 + 4R^2) = 20 => 100 + 4R^2 = 400 => R^2 = 75 => R = 5√3 m ≈ 8,66 m.
Passo 2: Geometria do fio.
L = 10 m, R = 5√3 m. A altura h = sqrt(L^2 - R^2) = sqrt(100 - 75) = 5 m.
sin θ = R/L = √3/2, cos θ = h/L = 1/2. θ = 60°.
Passo 3: Tração.
Força centrípeta: T sin θ = m v^2 / R.
T = m v^2 / (R sin θ) = √3 * 68^2 / (5√3 * √3/2) = 68^2 * 2 / (5√3) = 9248 / (5√3) = 1849,6 / √3.
Usando 34^2/√3 = 667,4: 1849,6 = 1,6 * 1156, então T = 1,6 * 667,4 = 1067,84 N.
Passo 4: Volume submerso.
Equilíbrio vertical: E = P + T cos θ.
P = m g = 10√3 = 17,32 N.
T cos θ = T/2 = 533,92 N.
E = 17,32 + 533,92 = 551,24 N.
V_sub = E / (ρ g) = 551,24 / 10000 = 0,055124 m³.
Vamos verificar se o valor de T cos θ poderia ser negativo? Não, T é positiva.
Agora, vamos escrever a resposta final.
Resposta final:
a) 68 m/s
b) 5√3 m (ou aproximadamente 8,66 m)
c) 1067,84 N (ou 1849,6/√3 N)
d) 0,0551 m³ (ou 5,51 × 10^{-2} m³)
Mas vamos conferir se o item b pede o raio da trajetória. É 5√3 m. O enunciado dá √3 = 1,732, então 5 * 1,732 = 8,66 m. Podemos escrever 8,66 m.
Agora, uma dúvida: a frequência em B é 10f0/11. Nós usamos f_B = f0 * v_som / (v_som - v_rB). Mas v_rB é negativo. Vamos reescrever a equação para evitar confusão:
10/11 = v_som / (v_som + |v_rB|) => 10/11 = 340 / (340 + |v_rB|) => 10(340 + |v_rB|) = 11*340 => 3400 + 10|v_rB| = 3740 => 10|v_rB| = 340 => |v_rB| = 34 m/s. Isso é mais claro.
|v_rB| = v * d / BO = 34 => BO = 68 * 10 / 34 = 20 m.
BO = sqrt(d^2 + (2R)^2) = sqrt(100 + 4R^2) = 20 => R^2 = 75 => R = 5√3.
OK.
Agora, vamos verificar se a expressão para BO está correta. B = (0, 2R), O = (10, 0). A distância BO = sqrt(10^2 + (2R)^2). Sim.
Agora, vamos verificar a expressão para a componente radial em B. A velocidade em B é (-v, 0). O vetor unitário de B para O é (10, -2R)/BO. O produto escalar é (-v)*10 / BO = -10v/BO. O módulo é 10v/BO. Então |v_rB| = 10v/BO. Nós usamos v d / BO, mas d = 10, então é a mesma coisa. OK.
Agora, vamos calcular V_sub com mais precisão usando os dados fornecidos.
E = 551,24 N.
V_sub = 551,24 / 10000 = 0,055124 m³.
Podemos escrever 5,51 × 10^{-2} m³.
Mas o enunciado pode esperar uma resposta em notação científica ou decimal. Vamos deixar 0,0551 m³.
Agora, vamos revisar se há alguma outra força atuando no objeto. A resistência da água é desprezada. O empuxo é vertical. A tração tem componentes. A única força horizontal é a componente horizontal da tração. Então a equação centrípeta está correta.
Agora, vamos escrever a resposta final conforme solicitado:
Resposta final: a) 68 m/s; b) 5√3 m ≈ 8,66 m; c) 1067,84 N; d) 0,0551 m³.
Mas vamos ver se a tração pode ser simplificada. T = 1849,6/√3 N. Usando √3 = 1,732, T ≈ 1067,84 N. OK.
Agora, vamos escrever a solução completa em português.
Vou detalhar os passos.
1. Efeito Doppler em A:
f_A = f0 * v_som / (v_som - v) = 5/4 f0 => v = v_som/5 = 68 m/s.
2. Efeito Doppler em B:
f_B = f0 * v_som / (v_som + v_rB) = 10/11 f0, onde v_rB = v * d / BO.
340 / (340 + v_rB) = 10/11 => 3400 + 10 v_rB = 3740 => v_rB = 34 m/s.
BO = v d / v_rB = 68 * 10 / 34 = 20 m.
BO = sqrt(d^2 + (2R)^2) => 400 = 100 + 4R^2 => R^2 = 75 => R = 5√3 m.
3. Geometria:
L = 10 m, R = 5√3 m => h = sqrt(L^2 - R^2) = 5 m.
sin θ = R/L = √3/2, cos θ = 1/2.
4. Tração:
T sin θ = m v^2 / R => T = m v^2 / (R sin θ) = √3 * 68^2 / (5√3 * √3/2) = 1849,6 / √3 ≈ 1067,84 N.
5. Volume submerso:
E = P + T cos θ = m g + T/2 = 10√3 + 1067,84/2 = 17,32 + 533,92 = 551,24 N.
V_sub = E / (ρ g) = 551,24 / (1000 * 10) = 0,055124 m³.
Agora, vamos escrever a resposta final conforme o formato pedido.
Resposta final: a) 68 m/s; b) 5√3 m (≈ 8,66 m); c) 1067,84 N; d) 0,0551 m³.
Vou arredondar para 3 algarismos significativos? O enunciado dá 34^2/√3 = 667,4 (4 algarismos). Vou manter 1067,84 N e 0,0551 m³.
Agora, vou revisar se há algum erro de sinal na equação do empuxo. Eu escrevi E = P + T cos θ. Isso significa que o empuxo é maior que o peso. Se o empuxo fosse menor, o fio teria que puxar para cima, mas o fio só puxa para baixo. Então E > P. Isso é consistente.
Agora, vou verificar se a tração poderia ser calculada considerando a força resultante vertical zero. Sim, E = P + T cos θ. OK.
Agora, vou escrever a solução de forma clara.
Uma última verificação: a frequência em B é 10f0/11. Isso é menor que f0, então a fonte está se afastando. A componente radial é negativa. Nós usamos v_rB positiva na fórmula f_obs = f0 * v_som / (v_som - v_r), onde v_r é positiva se aproxima. Se se afasta, v_r é negativa. Então f_B = f0 * v_som / (v_som - (-|v_r|)) = f0 * v_som / (v_som + |v_r|). Isso é o que fizemos. OK.
Agora, vou escrever a resposta final.
Resposta final: a) 68 m/s; b) 5√3 m (≈ 8,66 m); c) 1067,84 N; d) 0,0551 m³.
Mas o formato pede "Resposta final: <o resultado de cada item, de forma curta>". Vou colocar de forma concisa.
Resposta final: a) 68 m/s; b) 5√3 m; c) 1067,84 N; d) 0,0551 m³.