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COMPARE OS RACIOCÍNIOS

Questão 9 (Português e Inglês)

Gabarito oficial: C. ← 8 (Português e Inglês) 10 (Português e Inglês) →

A questão

Texto de apoio da questão 9 (Português e Inglês) Questão 9 (Português e Inglês)

Respostas das IAs

GPT-6 Astra

C

Respondeu

levou 10 s

Como pensou

A alternativa C é a exceção. Em “à laia de quem sabe magistralmente aquela espécie de vasconço”, o termo se refere à língua estranha ou incompreensível em que o livro estava escrito, e não ao livro propriamente dito.

Os demais termos retomam o volume herdado pelo Barão:

  • Calhamaço: livro grande e volumoso.
  • Cartapácio: livro ou conjunto volumoso de escritos.
  • Alfarrábio: livro antigo.
  • Crônicon: relato de acontecimentos históricos; no contexto, designa o livro do qual Castelo fingia extrair histórias.

Resposta: C

GPT-6.1 Sol

C

Respondeu

levou 9 s

Como pensou

A exceção é “vasconço” (C). No trecho “aquela espécie de vasconço”, o termo se refere à língua estranha e incompreensível em que o livro estava escrito, e não ao livro em si.

Os demais termos retomam a obra herdada pelo barão:

  • calhamaço: livro volumoso;
  • cartapácio: livro grande;
  • alfarrábio: livro antigo;
  • crônicon: obra que registra acontecimentos históricos, cujo conteúdo Castelo fingia traduzir.

Resposta: C

GPT-6.1 Terra

C

Respondeu

levou 6 s

Como pensou

No trecho “à laia de quem sabe magistralmente aquela espécie de vasconço”, o termo se refere à língua ou à escrita desconhecida do livro, e não ao próprio livro.

Os demais termos — “calhamaço”, “cartapácio”, “alfarrábio” e “crônicon” — são usados para se referir à obra.

Resposta: C

GPT-6 Luna

C

Respondeu

levou 7 s

Como pensou

O livro herdado é chamado de calhamaço, cartapácio e alfarrábio. Também aparece como crônicon, quando o narrador diz que inventou histórias e as apresentou ao barão “como sendo do crônicon”.

Já vasconço se refere à língua que o narrador fingia saber — o japonês —, não ao livro.

Resposta: C

Claude Fable 5.1

C

Respondeu

levou 4 s

Como pensou

A questão pede o termo que NÃO se refere ao livro herdado pelo Barão de Jacuecanga. Vejamos cada um no texto:

  • Calhamaço (linha 65): "Era um velho calhamaço, encadernado em couro" — refere-se ao livro.
  • Cartapácio (linha 70): "Estive ainda folheando o cartapácio" — refere-se ao livro.
  • Vasconço (linha 71): "à laia de quem sabe magistralmente aquela espécie de vasconço" — aqui "vasconço" significa linguagem incompreensível, isto é, refere-se ao idioma (o javanês), não ao livro.
  • Alfarrábio (linha 72): "a fazer com que ele lesse o tal alfarrábio" — refere-se ao livro.
  • Crônicon (linha 79): "como sendo do crônicon" — refere-se ao livro.

Portanto, o único termo que não designa o livro é "vasconço", que designa a língua ininteligível.

Resposta: C

Claude Opus 5.5

C

Respondeu

levou 7 s

Como pensou
Checking the terms: calhamaço, cartapácio, and alfarrábio all mean "book," while vasconço refers to unintelligible language, not a book itself — so that breaks the pattern, pointing to answer C.

Resposta: (C) vasconço

É preciso conferir, em cada trecho, a que se refere o termo destacado.

  • (A) calhamaço (l. 65): "Era um velho calhamaço, encadernado em couro…". Designa o livro, um volume grande e antigo.
  • (B) cartapácio (l. 70): "Estive ainda folheando o cartapácio…". Também designa o livro, um volume grande e velho.
  • (C) vasconço (l. 71): "…à laia de quem sabe magistralmente aquela espécie de vasconço". "Vasconço" significa linguagem confusa e ininteligível, uma algaravia. O narrador se refere ao idioma que finge dominar, não ao livro em si.
  • (D) alfarrábio (l. 72): "…a fazer com que ele lesse o tal alfarrábio antes de um ano". Designa o livro antigo.
  • (E) crônicon (l. 79): "…impingi-as ao velhote como sendo do crônicon". Refere-se ao livro, uma crônica antiga.

O único termo que não nomeia o livro herdado pelo barão é "vasconço", que se refere à língua.

Resposta: C

Claude Sonnet 5.5

C

Respondeu

levou 5 s

Como pensou

Vamos conferir cada termo no contexto do texto.

  • (A) calhamaço (linha 65): "Veio o livro. Era um velho calhamaço, encadernado em couro..." Refere-se ao livro.
  • (B) cartapácio (linha 70): "Estive ainda folheando o cartapácio, a laia de quem sabe magistralmente aquela espécie de vasconço..." Refere-se ao livro, pois ele o folheia.
  • (C) vasconço (linha 71): "aquela espécie de vasconço, até que afinal contratamos..." Vasconço significa língua obscura, de difícil compreensão. Designa o idioma (o javanês) em que o livro está escrito, não o livro em si.
  • (D) alfarrábio (linha 72): "a fazer com que ele lesse o tal alfarrábio antes de um ano." Alfarrábio é livro velho, ou seja, o próprio livro.
  • (E) crônicon (linha 79): "impingi-as ao velhote como sendo do crônicon." Crônicon é livro de crônicas, e o narrador diz que as histórias seriam do livro.

O único termo que não designa o livro é "vasconço", que designa a língua.

Resposta: C

Grok 4.7

C

Respondeu

levou 35 s

Como pensou
This is a multiple-choice question from the IME 2027 exam, second phase, Portuguese and English. The question asks which of five terms does not refer to the book inherited by the Baron of Jacuecanga. The options are calhamaço, cartapácio, vasconço, alfarrábio, and crônicon. I need to examine the text to identify the exception. Calhamaço and cartapácio both refer to the book. The meaning of vasconço is unclear; it may refer to a type of writing rather than the book itself. Vasconço likely refers to a type of language or jargon, not the book itself. The sentence mentions folking through the cartapácio and then discussing the vasconço, suggesting it describes the text style rather than the physical book. Alfarrábio refers to the book itself. Vasconço appears to describe the obscure language or style within the text rather than the physical volume. Crônicon also refers to the book. The narrator claims he composed stories and presented them to the old man as if they came from the crônicon. Vasconço is metaphorically used here for an incomprehensible language, like gibberish. It does not refer to the book itself.

O livro herdado pelo Barão de Jacuecanga é designado, no texto, por diversos sinônimos ou equivalentes. Em torno da linha 65, ele é chamado de “calhamaço”; na linha 70, de “cartapácio”; na linha 72, de “alfarrábio”; e, na linha 79, de “crônicon” (as histórias inventadas pelo narrador são apresentadas “como sendo do crônicon”).

Já “vasconço” (linha 71) não nomeia o volume: na construção “à laia de quem sabe magistralmente aquela espécie de vasconço”, o termo designa a língua (ou a escrita) incompreensível que o narrador finge dominar, e não o livro em si.

Portanto, o único termo que não se refere ao livro é “vasconço”.

Resposta: C

DeepSeek V4.1 Flash

C

Respondeu

levou 15 s

Como pensou
We need answer question in Portuguese. Need solve. Let's parse. Question: "No texto 1, todos os termos abaixo são usados no texto para se referir ao livro herdado pelo Barão de Jacuecanga, EXCETO:" Options: (A) calhamaço (linha 65) (B) cartapácio (linha 70) (C) vasconço (linha 71) (D) alfarrábio (linha 72) (E) crônicom (linha 79) Need identify term NOT used to refer to inherited book by Barão de Jacuecanga in Text 1. Need read text. Text 1 is "O Homem Que Sabia Javanês" by Lima Barreto. Story: narrator meets Castelo, who claims learned Javanese, gets employment, etc. There is a book inherited by Barão de Jacuecanga? Wait text mentions "livro herdado pelo Barão de Jacuecanga"? Actually the question asks "livro herdado pelo Barão de Jacuecanga". In story, the baron? Let's read portion. From text around lines 60 onward: The narrator (Castelo?) is in a house? There is an old man? Let's identify. Text excerpt: "Era uma casa enorme..." "O dono da casa. Tardou um pouco. Um tanto trôpego, com o lenço de alcobaça na mão, foi cheio de respeito que o vi chegar. Tive vontade de ir-me embora. Mesmo se não fosse ele o discípulo, era uma sempre crime mistificar aquele ancião, cuja velhice trazia à tona do meu pensamento alguma coisa de augusto, de sagrado. Hesitei, mas fiquei." ... " — Sou de Canavieiras, na Bahia, insisti eu. — Onde fez os seus estudos? — Em São Salvador. — Em onde aprendeu o javanês? indagou ele, com aquela teimosia peculiar aos velhos. Não contava com essa pergunta, mas imediatamente arquitetei uma mentira. Contei-lhe que meu pai era javanês. Tripulante de um navio mercante, viera ter à Bahia, estabelecera-se nas proximidades de Canavieiras como pescador, casara, prosperara e fora com ele aprendi javanês. — O que eu quero, meu caro Senhor Castelo, é cumprir um juramento de família. Não sei se o senhor sabe que eu sou neto do Conselheiro Albernaz, aquele que acompanhou Pedro I, quando abdicou. Voltando de Londres, meu avô trouxe para aqui um livro em língua esquisita, a que tinha grande estimação. Ao morrer, chamou meu pai e lhe disse: 'Filho, tenho este livro aqui, escrito em javanês. Disse-me meu avô que eu devia decifrar e trazer felicidades para quem o tem. Eu não sei nada ao certo. Em todo o caso, guarda-o; mas, se queres que o fato me deixe o sábio oriental se cumpra, faze com que teu filho o entenda, para que sempre a nossa raça seja feliz'. Meu pai, continuou o velho barão, não acreditou muito na história; contudo, guardou o livro. Às portas da morte, ele me deu e disse-me que o prometera ao pai. Em começo, pouco caso fiz da história do livro. Cheguei a esquecer-me dele; mas, de uns tempos a esta parte, tenho passado por tanto desgosto, tantas desgraças têm caído sobre a minha velhice que me lembrei da talismã da família. Tenho que o ler, que o compreender, se não quero que os meus últimos dias anunciem o desastre da minha posteridade; e, para entendê-lo, é claro, que preciso entender o javanês. Eis aí. (...) Veio o livro. Era um velho calhamaço, encadernado em couro, impresso em grandes letras, em papel amarelado e grosso. Faltava a folha do rosto e por isso não se podia ler a data da impressão. Tinha ainda umas páginas de prefácio, escritas em inglês, onde se li que se tratava das histórias do príncipe Kulanga, escritor javanês de muito mérito. Logo informei disso o velho barão que, não percebendo que eu tinha chegado ao pelo inglês, ficou tendo em alta consideração o meu saber javanês. Estive ainda folheando o cartapácio, à laia de quem sabe magistralmente aquele espécie de vasconço, até que afinal contratamos as condições de preço e hora, comprometendo-me a fazer com que ele lesse o tal alfarrábio antes de um ano. (...) O marido de Dona Maria da Glória (assim se chamava a filha do barão), era desembargador, homem relacionado e poderoso; mas não se pejava em mostrar diante de todo o mundo a sua admiração pelo meu javanês. Por outro lado, o barão estava contentíssimo. Ao fim de dois meses, desistira da aprendizagem e pedira-me que lhe traduzisse, um dia sim outro não, um trecho do livro encantado. Bastava entendê-lo, disse-me ele. Assim evitava a fadiga do estudo e cumpria o encargo. Sabes bem que até hoje nada sei de javanês, mas compus umas histórias bem tolas e impingi-as ao velho como do crônicom. Como ele ouvia aquelas bobagens!... Ficava extático, como se estivesse a ouvir palavras de um anjo. E eu crescia aos seus olhos! Fez-me morar em sua casa, enchia-me de presentes, aumentava-me o ordenado. Passava, enfim, uma vida regalada. Contribuiu muito para isso o fato de vir ele a receber uma herança de um seu parente esquecido que vivia em Portugal. O bom velho atribuiu a coisa ao meu javanês; e eu estive quase a crê-lo também. Fui perdendo os remorsos; mas, em todo o caso, sempre tive medo que me aparecesse pela frente alguém que soubesse o tal patuá malaio. E esse meu temor foi grande, quando o doce barão me mandou com uma carta ao Visconde de Caruru, para que me fizesse entrar na diplomacia. ..." So book inherited by Barão de Jacuecanga? Actually "Barão de Jacuecanga" maybe the old man? At line? The old man is "barão"? The book was inherited from his grandfather? He says "sou neto do Conselheiro Albernaz... meu avô trouxe para aqui um livro em língua esquisita... Ao morrer, chamou meu pai... guarda-o... faze com que teu filho o entenda... Meu pai... guardou o livro. Às portas da morte, ele me deu e disse-me..." So book inherited by barão (from father, originally grandfather). Yes Barão de Jacuecanga? In text line 92? "Visconde de Caruru"? Actually "Barão de Jacuecanga" maybe appears line 70? Let's locate: "Logo informei disso o velho barão..." Not named? Maybe earlier: "O dono da casa...". The old man is barão. At line 70? "Logo informei disso o velho barão..." line 68? Then "O marido de Dona Maria da Glória (assim se chamava a filha do barão)" etc. At line 70? The text has "cartapácio" line 70, "vasconço" line 71, "alfarrábio" line 72, "crônicom" line 79. The book is referred to as "calhamaço" line 65, "cartapácio" line 70, "vasconço" line 71? Actually "aquele espécie de vasconço" refers to language? Let's see: "Estive ainda folheando o cartapácio, à laia de quem sabe magistralmente aquele espécie de vasconço" - "vasconço" maybe means obscure language/jargon, not the book? It could refer to the language (Javanese?) But question asks all terms below used in text to refer to the book inherited by Barão de Jacuecanga, EXCEPT. Need check each term. (A) calhamaço (linha 65): "Veio o livro. Era um velho calhamaço..." yes refers to book. (B) cartapácio (linha 70): "folheando o cartapácio" refers to book. (C) vasconço (linha 71): "aquele espécie de vasconço" refers to language? Let's check word "vasconço" in Portuguese means "linguagem obscura, gíria, calão"; not a book. It could refer to Javanese language, not book. So likely EXCEPT. (D) alfarrábio (linha 72): "lesse o tal alfarrábio" refers to book. (E) crônicom (linha 79): "impingi-as ao velho como do crônicom" maybe "crônicom" refers to book? Let's see "crônicom" maybe a chronicle/book? "como do crônicom" maybe "as if from the chronicle"? The book? The text: "Sabes bem que até hoje nada sei de javanês, mas compus umas histórias bem tolas e impingi-as ao velho como do crônicom. Como ele ouvia aquelas bobagens!..." So "crônicom" likely refers to the book? The word "crônicom" maybe a book (chronicle). But let's confirm: Maybe "crônicom" is a term for the book? In Text 1, "crônicom" line 79: "impingi-as ao velho como do crônicom." It could mean "as if they were from the chronicle" (the book). The book was "histórias do príncipe Kulanga, escritor javanês"? It is a book of stories. So "crônicom" refers to book. Thus vasconço is exception. Need answer C. But let's be thorough: The question: "No texto 1, todos os termos abaixo são usados no texto para se referir ao livro herdado pelo Barão de Jacuecanga, EXCETO:" Which term is not used to refer to book? Options with line numbers. Need verify each line in text. From text excerpt: Line 65: "Veio o livro. Era um velho calhamaço..." yes. Line 70: "Estive ainda folheando o cartapácio..." yes. Line 71: "à laia de quem sabe magistralmente aquele espécie de vasconço" - "vasconço" refers to language, not book. It is what he pretended to know? Actually "aquele espécie de vasconço" = that kind of obscure jargon/language. Not book. Line 72: "até que afinal contratamos as condições de preço e hora, comprometendo-me a fazer com que ele lesse o tal alfarrábio antes de um ano." yes. Line 79: "mas compus umas histórias bem tolas e impingi-as ao velho como do crônicom." The "crônicom" maybe book? The word "crônicom" maybe a book, likely "chronicle" (crônica) in archaic form; refers to the book? It could refer to "livro" as "crônicom". So yes. Thus answer C. Need provide explanation in Portuguese and final line "Resposta: C". Final answer desired oververbosity 5. We can concise. Let's compose final in Portuguese: Explicar que no texto "vasconço" designa a língua javanesa/linguagem esquisita, não o livro. Os outros termos: calhamaço, cartapácio, alfarrábio, crônicom são usados para se referir ao livro herdado. Portanto alternativa C. Need ensure format. Final line exactly "Resposta: C". Good.

No texto, o narrador refere-se ao livro herdado pelo Barão de Jacuecanga usando vários termos:

  • calhamaço (linha 65): “Era um velho calhamaço...”
  • cartapácio (linha 70): “...folheando o cartapácio...”
  • alfarrábio (linha 72): “...lesse o tal alfarrábio...”
  • crônicom (linha 79): “...impingi-as ao velho como do crônicom.”

Já vasconço (linha 71) não se refere ao livro, mas à língua/linguagem obscura que o personagem fingia dominar: “...à laia de quem sabe magistralmente aquele espécie de vasconço...”. Portanto, é o termo que NÃO designa o livro herdado.

Resposta: C

Gemini 3.8 Flash

C

Respondeu

levou 10 s

Como pensou
**Analyzing Textual References** I'm currently dissecting the text to pinpoint the specific terms used to describe the inherited book. My focus is on meticulously cross-referencing the provided lines to identify which option is *not* employed for this reference, ensuring an accurate conclusion. **Identifying Book Descriptors** I'm actively examining the textual evidence. My current focus is on discerning how the inherited book is described, specifically evaluating whether "vasconço" is used as a descriptor for the book itself, or if it refers to something else entirely.

Com base na leitura do Texto 1 ("O Homem que Sabia Javanês", de Lima Barreto), analisamos cada um dos termos citados nas alternativas e seus respectivos contextos:

  • (A) calhamaço (linha 65): "Veio o livro. Era um velho calhamaço, encadernado em couro..." — Refere-se diretamente ao aspecto físico do livro volumoso e antigo.
  • (B) cartapácio (linha 70): "Estive ainda folheando o cartapácio..." — Refere-se ao livro que estava sendo folheado.
  • (C) vasconço (linha 71): "...à laia de quem sabe magistralmente aquela espécie de vasconço..." — O termo vasconço (originalmente a língua basca) é usado no sentido de linguagem incompreensível, algaravia ou língua exótica. Portanto, refere-se ao idioma (o suposto javanês), e não ao objeto/livro herdado.
  • (D) alfarrábio (linha 72): "...comprometendo-me a fazer com que ele lesse o tal alfarrábio antes de um ano." — Refere-se ao livro antigo.
  • (E) crônicon (linha 79): "...compus umas histórias bem tolas e impingi-as ao velhote como sendo do crônicon." — Refere-se ao livro, apresentado como uma crônica ou anais antigos.

Portanto, o único termo que não se refere ao livro é vasconço.

Resposta: C

Gemini 4 Argon

C

Respondeu

levou 15 s

Como pensou
**Analyzing Textual References** My current focus is on identifying how the inherited book is referred to within "O Homem Que Sabia Javanês." I am carefully re-examining the text to capture all instances and descriptive terms used by the author for this significant object, ensuring a comprehensive understanding of its portrayal. **Distinguishing Book References** I'm refining my analysis to precisely pinpoint when "canga" is used to refer to the book, specifically excluding instances like "calhamaço" and "cartapácio." My current task is to confirm that "vasconço," as seen in line 71, refers to the Javanese language and not the book itself, which aligns with my understanding of the term.

Para responder à questão, devemos analisar o significado e o contexto de cada um dos termos listados nas passagens indicadas do texto:

  • (A) calhamaço (linha 65): "Veio o livro. Era um velho calhamaço, encadernado em couro..." — O termo significa "livro volumoso e antigo" e retoma diretamente "o livro".
  • (B) cartapácio (linha 70): "Estive ainda folheando o cartapácio..." — Sinônimo de calhamaço ou livro grande e antigo; refere-se claramente ao livro que estava sendo folheado pelo narrador.
  • (C) vasconço (linha 71): "...à laia de quem sabe magistralmente aquela espécie de vasconço..." — Literalmente, "vasconço" é o idioma basco; figuradamente, designa qualquer língua estranha, confusa ou ininteligível (algaravia). No contexto, refere-se ao idioma javanês que o narrador fingia dominar, e não ao objeto livro.
  • (D) alfarrábio (linha 72): "...comprometendo-me a fazer com que ele lesse o tal alfarrábio antes de um ano." — Significa "livro velho ou antigo" e retoma o livro herdado pelo barão.
  • (E) crônicon (linha 79): "...mas compus umas histórias bem tolas e impingi-as ao velhote como sendo do crônicon." — Refere-se a um livro de crônicas antigas (cronicão), sendo mais uma forma usada pelo narrador para designar a obra que fingia traduzir.

Portanto, o único termo que não se refere ao livro, mas sim à língua javanesa, é vasconço.

Resposta: C