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Encontre seu próximo desafioEn los suburbios de La Habana, llaman al amigo mi tierra o mi sangre. En Caracas, el amigo es mi pana o mi llave: pana, por panadería, la fuente del buen pan para las hambres del alma; y llave por... — Llave, por llave — me dice Mario Benedetti. Y me cuenta que cuando vivía en Buenos Aires, en los tiempos del terror, él llevaba cinco llaves ajenas en su llavero: cinco llaves, de cinco casas, de cinco amigos: las llaves que lo salvaron.
Resolver questãoWe walked on, the stranger walking with us. Taylor Franklin Bankole. Our last names an instant bond between us. We’re both descended from men who assumed African surnames back during the 1960s. His father and my grandfather had had their names legally changed, and both had chosen Yoruba replacement names.
Resolver questãoNessa tirinha, o comportamento da mulher expressa
Resolver questãoConstitui exemplo de interação do cronista com o leitor o trecho
Resolver questãoExiste o Rio de Janeiro, o Rio de Janeiro e o Rio de Janeiro. O primeiro Rio é aquele que ainda anseia por Ipanemas perdidas, de um tempo em que os amores eram recatados e silenciosos, o povo sorridente e polido, a água do mar cristalina e tépida e a música suave e gingada. O segundo Rio é a terra de ninguém, trombeteada nos noticiários de TV, em que cada esquina é um Vietnã ou Iraque e não há lugar seguro para correr. Uma cidade de favelas que cercam os redutos de cidadania, favelas dominadas por traficantes e demais bandidos que cada vez mais transbordam para o asfalto a sua violência. Mas há ainda um terceiro Rio de Janeiro. Aquele de quem anda de ônibus, compra nas bancas os jornais populares, zanza pelo camelódromo, permite-se um churrasquinho de gato com cerveja na esquina e sabe que existem muitos matizes entre o preto e o branco, a favela e o asfalto, a lei e o crime. Cidade de pessoas que, seja qual for a cor e a classe social, andam pra lá e pra cá com celulares, rádios minúsculos, CDs piratas ou não e DVDs idem. É uma cidade que pode ir do samba de roda ao techno music, da umbanda ao padre pop, do grito para a casa da vizinha à internet num microinstante. É o Rio de Janeiro que, musicalmente, não cabe mais no compasso da bossa nova – por mais que alguns tenham tentado aditivar eletronicamente o seu balanço – e nem no chamado samba de raiz, cultuado por setores jovens da classe média, mas definitivamente trocado pela grande massa pelo flexível pagode romântico, que assume sem preconceitos as formas úteis de toda a música popular, seja ela o rock, o sertanejo, o pop negro americano.
Resolver questãoLeia, a seguir, um excerto do roteiro e a sinopse do filme Saneamento Básico, o Filme (2007), com direção e roteiro de Jorge Furtado.
Resolver questãoLos niños de nuestro olvido
Resolver questãoDiego Rosales viste y habla como gaucho. Para poder sobrevivir, dice, sus antepasados resignaron la cultura mapuche. Hubo entonces mestizaje y se acriollaron. “Con la ayuda de la Confederación Mapuche de Neuquén retomamos la cultura y la lengua mapuche. Tomamos cursos para recuperar una identidad que habíamos perdido. También, para pelear por nuestros derechos ante los órganos públicos”, se sincera Rosales. A su lado, Inocencia, de 80 años, que conserva la lengua de su etnia, cuenta que cuando era joven todo era campo fértil. Vendían cuero, lana, pieles de zorro y nutrias que transportaban en burros, y subsistían con las cosechas de quinta y la venta de animales. “He visto mi vida arrinconarse; el campo se va terminando y los animales no tienen qué comer. La vida debería ser más pareja”, dice. Inocencia reclama personería jurídica para pedir tierras. Ella aspira a una fracción de 1 600 hectáreas; su nieto Rosales quiere un predio similar cerca del río. Adquirir personería les permitiría iniciar juicio contra los privados titulares de las tierras que ellos ocupan desde hace décadas a través del pastoreo. La provincia no se las da, dicen, porque los dueños especulan con las reservas de gas de estas tierras y con el monopolio del agua.
Resolver questãoOs recursos verbais e não verbais do cartum fazem referência a situações comuns em aeroportos, motivadas pelo fato de que os(as)
Resolver questãoA Teen’s View of Social Media
Resolver questãoa) Como as formas verbais “gostaria” e “acho” contribuem para a construção de sentido dos quadros 1 e 2?
Resolver questãoA imagem e o excerto abaixo foram extraídos do livro do artista plástico Mulambö.
Resolver questãoEm “o lobisomem, para perpétua e suprema vergonha de toda a sua classe, andava acumulando novos pecados sobre os pecados antigos, e dando-se à prática de excessos menos merecedores de exorcismos que de cadeia” (3o parágrafo), o trecho sublinhado constitui um exemplo de
Resolver questãoFútbol, pelota, gol, copa, recopa, partido, promoción, campeonato, equipo, portería, córner, falta, quiniela, liga, entrenador y árbitro... Bastan sólo estos términos precisos, junto con otros pocos de igual rango, para hablar de política, de ciencia, de civismo y de paz con los hispánicos. Otras palabras hay, pero no constan más que en algún rincón del diccionario.
Resolver questãoMATERNIDADES EN TIEMPOS DE PANDEMIA
Resolver questãoLetter to the Editor
Resolver questãoI tend the mobile now like an injured bird
Resolver questãoNuma questão da 1a Fase do vestibular Unicamp 2022, você leu que, na tradição dos povos indígenas, todo conhecimento de plantas, de cura, de mitos e narrativas é produzido de maneira oral, transmitido por seus anciãos e anciãs; deste modo, tal conhecimento precisa ser registrado e mantido pelos jovens. Leia, agora, o texto a seguir:
Resolver questãoA crise atual no mundo – no Oriente Médio, em Israel e na Palestina – não diz respeito aos valores do Islã. Não diz respeito, de jeito algum, à mentalidade dos árabes, como querem alguns racistas. Diz respeito à luta antiga entre fanatismo e pragmatismo. Entre fanatismo e pluralismo. Entre fanatismo e tolerância. O 11 de setembro não tem a ver nem mesmo com a questão de se a América é boa ou má, se o capitalismo é ameaçador ou transparente, se a globalização deveria cessar ou não. Diz respeito, isto sim, à reivindicação típica dos fanáticos: se julgo algo mau, elimino-o, junto com seus vizinhos. (...) Minha própria infância em Jerusalém tornou-me um especialista em fanatismo comparado. Jerusalém da minha infância, lá pelos idos dos anos 1940, era cheia de profetas espontâneos, Redentores e Messias. Mesmo atualmente, cada um dos jerosolimitanos tem sua fórmula pessoal de salvação instantânea. Todos dizem que vieram a Jerusalém – e aqui cito uma frase famosa de uma velha canção – para construí-la e para serem construídos por ela. De fato, alguns deles e algumas delas, judeus, cristãos e muçulmanos, realmente vieram a Jerusalém não tanto para construí-la, para serem construídos por ela, mas antes para serem crucificados, ou para crucificar outros, ou ambas as coisas. Há um transtorno mental reconhecido, uma doença mental designada “síndrome de Jerusalém”: as pessoas vão pra Jerusalém, inalam o maravilhoso ar transparente da montanha e, em seguida, repentinamente, inflamam-se e põem fogo numa mesquita, numa igreja ou sinagoga. Ou, de outra forma, tiram as roupas, sobem numa pedra e começam a profetizar. Ninguém escuta, jamais.
Resolver questãoO povo indígena Wajãpi utiliza o Kusiwa — reconhecido como bem imaterial da humanidade em 2003 — como repertório codificado de padrões gráficos que decora e colore o corpo e os objetos. Para além de enfeitar, Kusiwa aparece como “arte”, “marca”, “pintura” e “desenho”. Esses grafismos ultrapassam a noção estética e alcançam a cosmologia e as crenças religiosas.
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