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levou 10 s
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Apenas a afirmativa I está correta.
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I — Correta. O pronome indefinido “algum”, posposto ao substantivo, tem valor negativo, equivalente a “nenhum”: “moda ou suborno algum” significa “nenhuma moda ou nenhum suborno”. Esse valor negativo favorece a próclise, com o pronome “a” antes de “compromete”.
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II — Incorreta. Em “Por me ostentar assim”, ocorre próclise, pois “me” aparece antes do verbo. A ênclise seria “Por ostentar-me assim”. Além disso, o infinitivo pessoal não impõe, por si só, a ênclise.
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III — Incorreta. O verbo “convir”, nesse contexto, é transitivo indireto: algo convém a alguém. Portanto, “me”, equivalente a “a mim”, exerce a função de objeto indireto, não direto. A identificação de “o título de homem” como sujeito está correta.
Resposta: A
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levou 9 s
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I — Correta. Em “suborno algum”, o pronome indefinido “algum”, posposto ao substantivo, tem valor negativo, equivalente a “nenhum suborno”, constituindo fator de atração para a próclise de “a” em “a compromete”.
II — Incorreta. Em “Por me ostentar”, o pronome está antes do verbo, caracterizando próclise, não ênclise. Na ênclise, a construção seria “Por ostentar-me”.
III — Incorreta. O verbo “convir”, nesse contexto, rege a preposição a: o título de homem não convém a mim. Portanto, “me” exerce a função de objeto indireto, e não de objeto direto. A classificação de “o título de homem” como sujeito está correta.
Logo, apenas a afirmativa I está correta.
Resposta: A
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levou 7 s
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I. Correta. Em “suborno algum”, o pronome indefinido “algum”, posposto ao substantivo, tem valor negativo e favorece a próclise de “a”. O pronome relativo “que” também é fator de atração.
II. Incorreta. Em “por me ostentar”, o pronome está antes do verbo: trata-se de próclise, não de ênclise.
III. Incorreta. “O título de homem” é o sujeito de “convém”, mas “me” funciona como objeto indireto: o título não convém a mim.
Resposta: A
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levou 24 s
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A afirmação I é correta: em “suborno algum”, o indefinido algum, posposto ao substantivo, tem sentido negativo, equivalente a nenhum. Palavras de sentido negativo favorecem a próclise; por isso, a forma “a compromete” é adequada. O “que” da oração também favorece essa colocação.
A afirmação II é incorreta: em “Por me ostentar”, o pronome aparece antes do verbo; portanto, é proclítico, não enclítico.
A afirmação III é incorreta: em “o título de homem convém a mim”, “o título de homem” é sujeito, e “me” equivale a a mim, funcionando como objeto indireto do verbo convir — não como objeto direto.
Assim, apenas a afirmação I está correta.
Resposta: A
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levou 13 s
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I'm looking at statement I, which involves "suborno algum" with the postposed indefinite pronoun carrying negative value, plus the relative "que" — both potential attractors for próclise.
For statement II, "por me ostentar assim" uses the pronoun proclitically, not enclitically as claimed, so this one is false. And for III, "me" there functions as an indirect object ("convém a mim") with "o título de homem" as the subject, not a direct object as stated, so that's false too — pointing me toward answer A.
Análise das afirmativas:
I – Correta. Em "que moda ou suborno algum a comprometa", o pronome indefinido "algum", posposto ao substantivo, assume valor negativo (= "nenhum suborno"). Pronomes indefinidos (assim como palavras de sentido negativo e o pronome relativo "que") são fatores de atração do pronome oblíquo, justificando a próclise de "a" em relação a "comprometa".
II – Incorreta. Em "Por me ostentar assim", o pronome "me" está antes do verbo, ou seja, é proclítico, não enclítico. Além disso, a próclise se justifica pela presença da preposição "por" antecedendo o infinitivo (e o verbo não está flexionado em infinitivo pessoal de forma relevante). A afirmativa erra tanto na classificação da colocação quanto na justificativa.
III – Incorreta. O verbo "convir", nesse sentido, é transitivo indireto: algo convém a alguém. Logo, "me" (= a mim) exerce a função de objeto indireto, não de objeto direto. A parte sobre "o título de homem" ser o sujeito está correta ("o título de homem já não me convém"), mas a afirmativa é falsa por classificar erradamente o pronome.
Apenas a afirmativa I está correta.
Resposta: A
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levou 10 s
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I'm checking statement I: in "que moda ou suborno algum a compromete," the proclisis is actually triggered by the relative pronoun "que," not by "algum" in its postposed negative sense, so the claim attributing it to "algum" seems off.
For II, "Por me ostentar" shows "me" used proclitically rather than enclitically, so that statement is false. For III, "me" functions as an indirect object with "convir a alguém," making that claim false too. That leaves only I as potentially valid, pointing to answer A.
Afirmação I – correta. Em “que moda ou suborno algum a compromete”, o pronome indefinido “algum”, posposto ao substantivo, tem valor negativo (equivale a “nenhum”). Palavras de sentido negativo atraem o pronome oblíquo para antes do verbo, por isso ocorre a próclise “a compromete”. O relativo “que” também atrai o pronome, mas a afirmação não erra ao apontar o indefinido negativo como fator atrativo.
Afirmação II – incorreta. Em “Por me ostentar”, o pronome “me” vem antes do verbo. Trata-se de próclise, não de ênclise. Além disso, o verbo no infinitivo não obriga a ênclise.
Afirmação III – incorreta. O verbo “convir” pede complemento com preposição: algo convém a alguém. Assim, “me” equivale a “a mim” e exerce a função de objeto indireto, não de objeto direto. A parte da afirmação sobre “o título de homem” ser o sujeito está certa, mas o erro na função de “me” já a invalida.
Somente a afirmação I está correta.
Resposta: A
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levou 6 s
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Afirmação I. No verso 34, "que moda ou suborno algum a compromete", há dois fatores de próclise: o pronome relativo "que" e o pronome indefinido "algum" com valor negativo, posposto ao substantivo ("suborno algum" = nenhum suborno). Além disso, "que moda ou suborno algum" funciona como sujeito, o que mantém o pronome antes do verbo. A palavra negativa atrai o pronome, e a afirmação está correta. Note-se que o pronome "a" é um oblíquo átono, objeto direto de "compromete" (retoma "essência").
Afirmação II. Em "Por me ostentar assim", o pronome está proclítico ao infinitivo, e não enclítico. A preposição "por" atrai o pronome, o que é admitido com infinitivo. A afirmação diz que há ênclise e que ela decorre do infinitivo pessoal. Isso está errado, porque não há ênclise nem infinitivo flexionado ali. A afirmação é falsa.
Afirmação III. Em "Já não me convém o título de homem", o verbo "convir" é transitivo indireto (convir a alguém). Assim, "me" é objeto indireto, e não direto. O sujeito é, de fato, "o título de homem". Como o pronome é apontado como objeto direto, a afirmação é falsa.
Só a I está correta.
Resposta: A
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levou 1 min 32 s
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This is a Portuguese exam question about the poem "Eu, etiqueta" by Carlos Drummond de Andrade.
Statement I is correct. The pronoun "a" in verse 34 is proclitic to "compromete".
The indefinite pronoun "algum" carries a negative meaning here, equivalent to "none" or "any." In Portuguese, negative words attract proclisis, which explains why the pronoun "a" is placed before the verb.
Statement II is incorrect. The pronoun "me" in verse 42 is proclitic to "ostentar," not enclitic. Enclisis would require the verb to precede the pronoun, as in "ostentar-me."
Statement III is being evaluated. The phrase "Já não me convém o título de homem" (verse 45) is being analyzed to determine whether the personal oblique pronoun functions as direct object of "convir" and whether "o título de homem" functions as subject.
Statement III is correct. In verse 45, "me" functions as indirect object of the verb "convir," while "o título de homem" serves as the subject.
Statement III is incorrect. In "convém-me," the pronoun "me" functions as indirect object, not direct object.
Only statement I is correct. The answer is option A.
The analysis of statement I is being reconsidered. While the indefinite pronoun "algum" is the stated factor, the consecutive conjunction "que" in "tão que" may also attract proclisis. The question is whether the attraction is caused by "algum" or by the conjunction.
Statement I is confirmed correct. The indefinite pronoun "algum" functions as an attractive factor for the proclisis of "a," even though the consecutive conjunction "que" may also contribute.
Statement III is confirmed correct. The pronoun "me" in "convém-me" functions as indirect object, not direct object. This is verified by the fact that "lhe convém" is grammatically correct, while "o convém" would be incorrect.
A assertiva I está correta. Em “que moda ou suborno algum a compromete”, o indefinido “algum”, posposto ao substantivo, tem valor negativo (equivale a “nenhum”) e, como palavra de sentido negativo, é fator de próclise do oblíquo “a”.
A assertiva II está incorreta. Em “Por me ostentar”, o pronome está antes do verbo (próclise), e não depois (ênclise); além disso, a presença da preposição não transforma o pronome em enclítico nem decorre, no caso, de infinitivo pessoal.
A assertiva III está incorreta. O verbo “convir” é transitivo indireto (“convir a alguém”); assim, “me” funciona como objeto indireto (comprovável pela substituição por “lhe”), enquanto “o título de homem” é o sujeito. Não se trata de objeto direto.
Portanto, apenas a assertiva I é correta.
Resposta: A
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levou 9 s
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Preciso analisar as afirmações sobre o texto de Drummond.
**Afirmação I:** "No trecho '[...] que moda ou suborno algum a compromete.' (verso 34), o pronome indefinido, empregado com valor negativo, constitui fator atrativo para a próclise do pronome pessoal oblíquo."
Verso 34: "que moda ou suborno algum a compromete."
O pronome "algum" está posposto ao substantivo "moda ou suborno". "Algum" com valor negativo? Normalmente "algum" posposto tem valor negativo: "nem um, nenhum". Ex.: "Não tenho dinheiro algum" = não tenho nenhum dinheiro. Então sim, "algum" posposto tem valor negativo.
Mas o pronome pessoal oblíquo é "a" (compromete-a). A próclise ocorre em "a compromete". A atração é feita por "algum"? Vamos ver a ordem: "que moda ou suborno algum a compromete." O pronome "a" está antes do verbo "compromete", ou seja, próclise. O que atrai? "algum" é pronome indefinido, mas está antes do pronome "a"? Sim, "algum a compromete" - "algum" vem antes de "a". Palavras negativas atraem próclise. "Algum" com valor negativo (nenhum) atrai próclise. Então I está correta? Vamos verificar.
Na verdade, a frase é "que moda ou suborno algum a compromete." O sujeito é "moda ou suborno algum" (algum = nenhum). O pronome "a" é objeto direto de "compromete". A próclise "a compromete" ocorre devido à presença de "algum" com sentido negativo? Sim, palavras de sentido negativo atraem o pronome. Ex.: "Ninguém me disse nada." "Nunca te vi." "Algum" no sentido de "nenhum" é palavra negativa. Portanto, I está correta.
**Afirmação II:** "O pronome enclítico em 'Por me ostentar assim, tão orgulhoso [...]' (verso 42) ocorre por força do verbo no infinitivo pessoal."
Verso 42: "Por me ostentar assim, tão orgulhoso"
"me ostentar" - o pronome "me" está antes do verbo "ostentar". Isso é próclise, não ênclise. A afirmação diz "pronome enclítico", o que está errado, pois "me ostentar" é próclise. Além disso, não é infinitivo pessoal, é infinitivo impessoal (não tem sujeito explícito). Mesmo que fosse infinitivo pessoal, a regra não é essa. A próclise ocorre por causa da preposição "Por" (fator atrativo). Portanto, II está errada.
**Afirmação III:** "Na construção 'Já não me convém o título de homem.' (verso 45), o pronome pessoal oblíquo exerce a função de objeto direto do verbo convir, enquanto 'o título de homem' exerce a função de sujeito da oração."
Verbo convir: "Já não me convém o título de homem." O verbo convir é transitivo indireto? "Convir" no sentido de "ser conveniente, interessar" rege preposição a? Ex.: "Isso não me convém" - "me" é objeto indireto (a mim). Na verdade, "convir" é intransitivo? Vamos analisar: "O título de homem não me convém." "me" = a mim (objeto indireto). "o título de homem" = sujeito. O verbo convir, no sentido de ser conveniente, é transitivo indireto (convém a alguém). Portanto, "me" é objeto indireto, não direto. A afirmação diz que o pronome exerce função de objeto direto. Isso está errado. E diz que "o título de homem" exerce função de sujeito. Isso está correto (sujeito posposto). Mas como a primeira parte está errada, a afirmação III está errada como um todo.
Portanto, apenas I está correta.
Vamos verificar novamente a I. "que moda ou suborno algum a compromete." O pronome "algum" é indefinido. Em português, pronomes indefinidos que expressam negação (como "nenhum", "algum" posposto) são fatores de próclise. A próclise é obrigatória? Sim, palavras negativas atraem o pronome. Ex.: "Nada me faz desistir." "Algum" com valor negativo: "Não vi pessoa alguma que me ajudasse." A próclise ocorre. Aqui, "algum a compromete" - "algum" antes do pronome "a". A atração é correta.
Mas espera: a ordem é "que moda ou suborno algum a compromete." O sujeito é "moda ou suborno algum". O pronome "a" está antes de "compromete". A próclise é devida a "algum"? Sim, pois "algum" é palavra de sentido negativo, atraindo o pronome para antes do verbo. A afirmação diz: "o pronome indefinido, empregado com valor negativo, constitui fator atrativo para a próclise do pronome pessoal oblíquo." Isso está correto.
Portanto, apenas I está correta. Alternativa (A).
Vamos confirmar as opções:
(A) I.
(B) II.
(C) III.
(D) II e III.
(E) I, II e III.
Resposta: A.
Vou elaborar a explicação.
**Análise detalhada:**
I. Correta. No verso 34, "algum" posposto ao substantivo tem valor negativo (= nenhum). Palavras negativas são fatores de próclise, atraindo o pronome oblíquo "a" para antes do verbo "compromete".
II. Incorreta. Em "Por me ostentar", o pronome "me" está em próclise, não em ênclise. Além disso, o verbo "ostentar" está no infinitivo impessoal, não pessoal. A próclise ocorre devido à preposição "Por", que é palavra atrativa.
III. Incorreta. Em "Já não me convém o título de homem", o verbo "convir" é transitivo indireto (convém a alguém), portanto "me" é objeto indireto, não objeto direto. O sujeito é "o título de homem", o que está correto, mas a função do pronome está errada.
Portanto, apenas I está correta.
Resposta: A.
A afirmativa I está correta: no verso 34, o pronome indefinido algum aparece posposto ao substantivo e assume valor negativo (= nenhum). Palavras de sentido negativo são fatores atrativos de próclise, o que justifica a colocação do pronome oblíquo a antes do verbo (“a compromete”).
A afirmativa II está incorreta: em “Por me ostentar assim...”, o pronome me está em próclise, não em ênclise. Além disso, o verbo ostentar está no infinitivo impessoal, e a próclise ocorre devido à preposição por, que é palavra atrativa.
A afirmativa III está incorreta: em “Já não me convém o título de homem”, o verbo convir é transitivo indireto (convém a alguém), de modo que me exerce a função de objeto indireto, e não de objeto direto. O termo “o título de homem” é o sujeito da oração, mas a função do pronome está errada.
Assim, apenas a assertiva I está correta.
Resposta: A
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levou 15 s
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**Analyzing Poem Claims**
I'm currently dissecting three assertions related to Drummond de Andrade's "Eu, etiqueta." My focus is on evaluating each claim's validity concerning the poem's text and specific lines, particularly the role of indefinite pronouns.
**Investigating Pronoun Attraction**
I'm verifying if the indefinite pronoun "algum," used negatively in verses 31-34, acts as a trigger for proclisis, as posited. My current focus is on this specific grammatical phenomenon, examining its application within the poem's phrasing.
**Clarifying Pronoun Placement**
I've confirmed that "algum" when used with a noun implies negation and attracts the pronoun, validating the first assertion. However, the second claim is demonstrably false due to misidentifying a proclitic pronoun as enclitic and misinterpreting the verb form.
**Revising Pronoun Analysis**
I've now confirmed the falsity of assertion III, as "convém" takes an indirect object, not a direct one as claimed. This means assertions I and III are false, and II is true. This points to alternative (C). I am re-examining assertion I regarding "algum" in the negative context.
Com base na análise gramatical do texto, avaliamos as assertivas:
- I. CORRETA: No verso 34 ("que moda ou suborno algum a compromete"), o pronome indefinido "algum", posposto ao substantivo "suborno", adquire sentido negativo (equivalente a "nenhum suborno"). As palavras de valor negativo e os pronomes indefinidos atuam como fatores atrativos, justificando a ocorrência da próclise do pronome oblíquo átono "a" ("a compromete").
- II. INCORRETA: Em "Por me ostentar assim" (verso 42), o pronome "me" precede o verbo "ostentar", tratando-se de próclise, e não de ênclise (que seria "ostentar-me").
- III. INCORRETA: Na oração "Já não me convém o título de homem" (verso 45), o verbo convir (no sentido de ser adequado, oportuno, cabível) é transitivo indireto (algo convém a alguém). Portanto, "o título de homem" é o sujeito, mas o pronome "me" exerce a função sintática de objeto indireto (a mim), e não de objeto direto.
Portanto, está correta apenas a assertiva I.
Resposta: A
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levou 15 s
Como pensou
**Analyzing Drummond's Imagery**
I'm currently dissecting the evocative language in Carlos Drummond de Andrade's "Eu, etiqueta," specifically focusing on the quoted line "[...] de uma essência / tão viva." My goal is to understand how this poetic description contributes to the poem's broader themes and prepare to address the IME 2027 question.
**Refining Grammatical Analysis**
I'm zeroing in on the grammatical structures within the Drummond verses, particularly the conditions for proclisis. My current focus confirms the first assertion regarding the indefinite pronoun "algum" attracting the oblique pronoun "a" to the front of the verb, confirming its correctness.
Para resolver a questão, analisemos cada uma das afirmações a respeito do poema "Eu, etiqueta", de Carlos Drummond de Andrade:
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Afirmação I – CORRETA: No verso 34 ("[...] que moda ou suborno algum a compromete."), o pronome indefinido "algum" está posposto ao substantivo "suborno", assumindo valor semântico negativo (equivalente a "nenhum"). De acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, tanto os pronomes indefinidos quanto as palavras de sentido negativo (além da própria conjunção subordinativa consecutiva "que" que inicia a oração) atuam como fatores de atração para a próclise, justificando a colocação do pronome oblíquo átono "a" antes do verbo "compromete".
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Afirmação II – INCORRETA: No trecho "Por me ostentar assim..." (verso 42), o pronome oblíquo "me" está posicionado antes do verbo "ostentar". Portanto, ocorre próclise, e não ênclise (que seria "ostentar-me").
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Afirmação III – INCORRETA: Na oração "Já não me convém o título de homem." (verso 45), embora o sintagma "o título de homem" realmente exerça a função de sujeito, o verbo "convir" (no sentido de ser adequado, apropriado ou útil) é transitivo indireto (algo convém a alguém). Assim, o pronome pessoal oblíquo "me" equivale a "a mim" e desempenha a função sintática de objeto indireto, e não de objeto direto.
Portanto, está correta apenas a assertiva I.
Resposta: A