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PRÁTICA COM QUESTÕES OFICIAIS

Questão 39 (Português e Inglês) da 2ª fase do IME 2026

Português e Inglês · Inglês: Inferência e ponto de vista do autor

Texto-base das questões 38 a 40 · Português e Inglês

Text 3

A new ”eye” may radically change how robots see
The low-power robotics system LENS merges a brainlike sensor, a chip and an AI model

By Kathryn Hulick

This hexapod robot recognizes its surroundings using a vision system that occupies less storage space than a single photo on your phone. Running the new system uses only 10 percent of the energy required by conventional location systems, researchers report in the June Science Robotics.

Such a low-power ‘eye’ could be extremely useful for robots involved in space and undersea exploration, as well as for drones or microrobots, such as those that examine the digestive tract, says roboticist Yulia Sandamirskaya of Zurich University of Applied Sciences, who was not involved in the study.

The system, known as LENS, consists of a sensor, a chip and a super-tiny AI model to learn and remember location. Key to the system is the chip and sensor combo, called Speck, a commercially available product from the company SynSense. Speck’s visual sensor operates “more like the human eye” and is more efficient than a camera, says study coauthor Adam Hines, a bioroboticist at Queensland University of Technology in Brisbane, Australia.

Cameras capture everything in their visual field many times per second, even if nothing changes. Mainstream AI models excel at turning this huge pile of data into useful information. But the combo of camera and AI guzzles power. Determining location devours up to a third of a mobile robot’s battery. “It is, frankly, insane that we got used to using cameras for robots,” Sandamirskaya says.

In contrast, the human eye detects primarily changes as we move through an environment. The brain then updates the image of what we’re seeing based on those changes. Similarly, each pixel of Speck’s eyelike sensor “only wakes up when it detects a change in brightness in the environment,” Hines says, so it tends to capture important structures, like edges. The information from the sensor feeds into a computer processor with digital components that act like spiking neurons in the brain, activating only as information arrives — a type of neuromorphic computing.

The sensor and chip work together with an AI model to process environmental data. The AI model developed by Hines’ team is fundamentally different from popular ones used for chatbots and the like. It learns to recognize places not from a huge pile of visual data but by analyzing edges and other key visual information coming from the sensor.

This combo of a neuromorphic sensor, processor and AI model gives LENS its low-power superpower. “Radically new, power-efficient solutions for . . . place recognition are needed, like LENS,” Sandamirskaya says.

Adapted from: ScienceNews in https://www.sciencenews.org/article/robot-eye-artificial-intelligence-ai [Accessed on 14th July 2025].

Which of the following scenarios would least benefit from the use of a neuromorphic vision system like LENS?

  1. A
    Robotic dep-sea research.
  2. B
    Planetary rovers with limited power sources.
  3. C
    Indoor robots with unrestricted access to power and bandwidth.
  4. D
    Swarm microrobots for internal medical diagnostics.
  5. E
    Military drones in operation.
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Resolução comentada

O texto apresenta o LENS como um sistema de baixo consumo de energia: usa só 10% da energia de sistemas convencionais de localização, e a localização chega a consumir até um terço da bateria de um robô móvel. A vantagem central, portanto, é a economia de energia (e de armazenamento).

A questão pede o cenário que menos se beneficiaria disso, ou seja, aquele em que energia não é um problema.

  1. Exploração espacial e submarina: o texto cita expressamente como usos muito úteis. Isso cobre A e B, já que rovers planetários e robôs de águas profundas dependem de baterias limitadas.
  2. Microrrobôs, como os que examinam o trato digestivo: também citados no texto, pois têm bateria minúscula. Isso cobre D.
  3. Drones: o texto os menciona como beneficiários, e drones militares em operação dependem de bateria e autonomia de voo. Isso cobre E.
  4. Robôs internos com acesso irrestrito a energia e banda: a economia de energia perde importância, então o ganho do LENS seria o menor.

Por eliminação e pela lógica do texto, o cenário com menos necessidade de eficiência energética é o da alternativa C.

Alternativa C.

Por que as outras alternativas estão erradas

  • AAmbiente submarino é citado no texto; a bateria é limitada e o sistema de baixo consumo ajuda muito.
  • BRovers planetários têm energia escassa, caso típico de exploração espacial mencionada no texto.
  • DMicrorrobôs médicos são citados no texto e exigem sistemas minúsculos e de baixíssimo consumo.
  • EDrones são citados como beneficiários, e drones em operação dependem de bateria e autonomia.

Assunto: Inferência e ponto de vista do autor.

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Fonte: IME 2ª fase 2026 · Português e Inglês. Prova oficial ↗