Questão 14 da FUVEST 2018

1ª fase

A mandioca, uma das principais fontes de carboidratos da alimentação brasileira, possui algumas variedades conhecidas popularmente como “mandioca brava”, devido a sua toxicidade. Essa toxicidade se deve à grande quantidade de cianeto de hidrogênio (\ce{HCN}) liberado quando o tecido vegetal é rompido.

Após cada etapa do processamento para a produção de farinha de mandioca seca, representado pelo esquema a seguir, quantificou-se o total de \ce{HCN} nas amostras, conforme mostrado no gráfico que acompanha o esquema.

Fluxograma do processamento da mandioca da Amostra I à IV (Etapas 1: Trituração; 2: Prensagem e extração do líquido residual; 3: Torração a 160 °C) seguido por gráfico de barras mostrando a quantidade total de HCN (mg/kg) nas Amostras II (~150 mg/kg), III (~68 mg/kg) e IV (~5 mg/kg).

O que ocorre com o \ce{HCN} nas Etapas 2 e 3?

  1. A
    Etapa 2 Etapa 3
    \ce{HCN} é insolúvel em água, formando um precipitado. \ce{HCN} é volatilizado durante a torração, sendo liberado no ar.
  2. B
    Etapa 2 Etapa 3
    \ce{HCN} é insolúvel em água, formando uma única fase na manipueira. \ce{HCN} permanece na massa torrada, não sendo afetado pela temperatura.
  3. C
    Etapa 2 Etapa 3
    \ce{HCN} é solúvel em água, sendo levado na manipueira. \ce{HCN} permanece na massa torrada, não sendo afetado pela temperatura.
  4. D
    Etapa 2 Etapa 3
    \ce{HCN} é solúvel em água, sendo levado na manipueira. \ce{HCN} é volatilizado durante a torração, sendo liberado no ar.
  5. E
    Etapa 2 Etapa 3
    \ce{HCN} é insolúvel em água, formando um precipitado. A 160\ ^\circ\text{C}, a ligação \ce{C#N} é quebrada, degradando as moléculas de \ce{HCN}.
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Resolução comentada Em breve: a resolução passo a passo desta questão.
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