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No trecho do enunciado, “que” é pronome relativo e exerce a função sintática de sujeito do verbo “lembra”: a cabeça descrita é que “lembra muito a cabeça de um imperador romano”.
A mesma classificação ocorre na alternativa C:
“o Instituto de Energia Atômica, de São Paulo, que pertence à Comissão Nacional de Energia Nuclear”.
Nesse caso, “que” retoma “Instituto de Energia Atômica” e funciona como sujeito de “pertence”: o Instituto pertence à Comissão.
Nas demais alternativas:
- A: “que” é conjunção integrante, introduzindo uma oração subordinada substantiva objetiva direta, complemento de “diria”.
- B: “que” é conjunção integrante, introduzindo uma oração subordinada substantiva subjetiva, sujeito de “é claro”.
- D: “que” é pronome relativo, mas exerce a função de objeto direto de “alcancei” e “transmitir”.
- E: “que” é pronome relativo, mas integra o objeto indireto “de que”, exigido pelo verbo “dispor”: dispomos de algo.
Resposta: C
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No trecho apresentado, “que” é pronome relativo e exerce a função sintática de sujeito do verbo “lembra”.
A mesma classificação ocorre na alternativa C: em “o Instituto de Energia Atômica, de São Paulo, que pertence à Comissão Nacional de Energia Nuclear”, o pronome relativo “que” retoma “Instituto de Energia Atômica” e funciona como sujeito de “pertence”.
Nas demais alternativas:
- A: “que” é conjunção integrante, introduzindo uma oração subordinada substantiva objetiva direta.
- B: “que” é conjunção integrante, introduzindo uma oração subordinada substantiva subjetiva.
- D: “que” é pronome relativo, mas exerce a função de objeto direto de “alcancei” e de “transmitir”.
- E: “que” é pronome relativo, mas exerce a função de objeto indireto de “dispomos”: dispomos de algo.
Resposta: C
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No trecho de referência, que retoma “cabeça de homem” e é pronome relativo. Na oração “que lembra muito a cabeça de um imperador romano”, exerce a função sintática de sujeito de “lembra”.
A alternativa C apresenta o mesmo uso: que retoma “Instituto de Energia Atômica” e é sujeito de “pertence”.
Nas demais alternativas, o termo tem outra classificação ou função: em A e B, é conjunção integrante; em D, é pronome relativo com função de objeto direto; em E, pronome relativo precedido de preposição, com função de complemento de “dispomos”.
Resposta: C
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No trecho de referência, "ele tem uma bela cabeça de homem que lembra muito a cabeça de um imperador romano", o "que" é pronome relativo (retoma "cabeça") e exerce a função sintática de sujeito do verbo "lembra" (a cabeça lembra).
Análise das alternativas:
- A) "Quem diria... que eu iria entrevistar" – conjunção integrante, introduzindo oração subordinada substantiva objetiva direta. Não é pronome.
- B) "é claro que a intuição tem seu papel" – conjunção integrante, introduzindo oração subordinada substantiva subjetiva. Não é pronome.
- C) "o Instituto de Energia Atômica, de São Paulo, que pertence à Comissão Nacional" – pronome relativo (retoma "Instituto") e é sujeito de "pertence" (o Instituto pertence). Mesma classificação morfológica e sintática do trecho de referência.
- D) "O que eu alcancei" – pronome relativo, mas exerce função de objeto direto de "alcancei" (eu alcancei o que = aquilo).
- E) "as instalações de que dispomos" – pronome relativo, mas exerce função de objeto indireto de "dispomos" (dispomos de instalações).
Portanto, apenas em C o "que" é pronome relativo com função de sujeito.
Resposta: C
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In that sentence "que" is the relative pronoun acting as subject of "lembra." Checking the options, A and B use "que" as a conjunction, D has it as a direct object, and E as an indirect object with "dispor de" — only C matches, with "que" as subject of "pertence." So the answer is C.
Análise do trecho de referência
Em "... ele tem uma bela cabeça de homem que lembra muito a cabeça de um imperador romano", o "que" retoma o antecedente "cabeça de homem". Por isso, é pronome relativo. Na oração adjetiva, ele exerce a função de sujeito do verbo "lembrar": a cabeça (que) lembra a de um imperador romano.
Análise das alternativas
- A) "Quem diria (...) que eu iria entrevistar..." – O "que" é conjunção integrante e introduz oração subordinada substantiva objetiva direta. Não serve.
- B) "é claro que a intuição tem seu papel..." – O "que" é conjunção integrante e introduz oração subordinada substantiva subjetiva. Não serve.
- C) "o Instituto de Energia Atômica, de São Paulo, que pertence à Comissão..." – O "que" é pronome relativo, retoma "Instituto" e funciona como sujeito de "pertence". A classificação é a mesma do trecho original.
- D) "O que eu alcancei..." – O "que" é pronome relativo, retoma "o" (aquilo). Sua função, porém, é objeto direto de "alcancei", pois o sujeito é "eu". Não serve.
- E) "as instalações de que dispomos" – O "que" é pronome relativo, mas funciona como objeto indireto, já que se diz "dispor de algo". Não serve.
Somente em C o termo tem a mesma classificação morfológica (pronome relativo) e sintática (sujeito).
Resposta: C
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O "que" de "uma bela cabeça de homem que lembra muito a cabeça de um imperador romano" é um pronome relativo. Ele retoma "homem" (ou "cabeça") e exerce a função de sujeito da oração subordinada adjetiva "que lembra...".
Análise das alternativas:
- A) "Quem diria... que eu iria entrevistar": o "que" é conjunção integrante, que introduz uma oração subordinada substantiva objetiva direta. Não é pronome relativo.
- B) "é claro que a intuição tem seu papel": o "que" é conjunção integrante, que introduz uma oração subordinada substantiva subjetiva. Não é pronome relativo.
- C) "o Instituto de Energia Atômica, de São Paulo, que pertence à Comissão Nacional de Energia Nuclear": o "que" é pronome relativo, com antecedente "Instituto", e é sujeito de "pertence". Coincide com o "que" do enunciado.
- D) "O que eu alcancei": o "que" é pronome demonstrativo/relativo, na verdade um relativo com antecedente "o" (= aquilo que), e funciona como objeto direto de "alcancei". A função sintática é diferente.
- E) "instalações de que dispomos": o "que" é pronome relativo, mas funciona como complemento nominal ou objeto indireto, regido por "de" (dispor de). A função sintática é diferente.
Só a C reúne a mesma classificação morfológica (pronome relativo) e a mesma função sintática (sujeito).
Resposta: C
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This problem is from the Portuguese section of the ITA 2027 exam.
The task is to identify the alternative where a highlighted "que" matches the morphological and syntactic classification of the one in the reference phrase.
The "que" in the reference is a relative pronoun. It modifies "homem" or "cabeça de homem".
The relative "que" refers to "cabeça". It is the subject of the verb "lembra".
Alternative A is ruled out. Its "que" is a conjunction integrante introducing an objective clause, not a relative pronoun.
Alternative B is also ruled out. Its "que" is a conjunction integrante introducing a subjective clause.
Alternative C matches the reference. The "que" there is a relative pronoun referring to "Instituto de Energia Atômica". It functions as the subject of the verb "pertence".
Alternative D is ruled out. Its "que" is a relative pronoun functioning as the direct object of "alcancei", not the subject.
Alternative E is ruled out. Its "que" is a relative pronoun functioning as the object of the preposition "de", not as the subject of the verb.
A ocorrência de referência (“cabeça de homem que lembra…”) é um pronome relativo que introduz oração adjetiva e exerce a função sintática de sujeito do verbo “lembra”.
- Em A e B, “que” é conjunção integrante (introduz oração substantiva), logo difere já na classe morfológica.
- Em D, “que” é pronome relativo, mas funciona como objeto direto de “alcancei”.
- Em E, “que” é pronome relativo, mas funciona como complemento da preposição “de” (objeto indireto de “dispomos”).
- Em C, “que” é igualmente pronome relativo, introduz oração adjetiva e funciona como sujeito de “pertence”, coincidindo nas duas classificações pedidas.
Resposta: C
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Preciso resolver a questão. O trecho: "... ele tem uma bela cabeça de homem que lembra muito a cabeça de um imperador romano" (ref.1). O termo grifado "que" recebe classificação morfológica e sintática. Preciso identificar.
Vamos analisar: "uma bela cabeça de homem que lembra muito a cabeça de um imperador romano". O "que" é pronome relativo? Antecedente: "cabeça de homem" ou "homem"? A oração "que lembra muito a cabeça de um imperador romano" refere-se a "homem" ou "cabeça de homem"? Provavelmente "que" retoma "homem" (ou "cabeça de homem"). "que lembra..." É oração adjetiva restritiva? Função sintática: sujeito? "que" como pronome relativo exerce função de sujeito do verbo "lembra". Classificação morfológica: pronome relativo. Sintática: sujeito (simples) da oração adjetiva.
Agora nas alternativas, preciso encontrar o "que" com mesma classificação morfológica e sintática: pronome relativo com função de sujeito.
Vamos analisar cada alternativa:
A) “Quem diria na minha infância que eu iria entrevistar um dos meus ídolos?”. "que" é conjunção integrante, introduz oração subordinada substantiva objetiva direta. Não é pronome relativo.
B) “[...] é claro que a intuição tem seu papel na física e matemática”. "que" é conjunção integrante, introduz oração subordinada substantiva subjetiva? Na verdade "é claro que..." - sujeito oracional? "que" conjunção integrante. Não é pronome relativo.
C) “o Instituto de Energia Atômica, de São Paulo, que pertence à Comissão Nacional de Energia Nuclear”. Aqui "que" é pronome relativo, retoma "Instituto de Energia Atômica". Função sintática: sujeito do verbo "pertence". Morfologia: pronome relativo. Sintática: sujeito. Isso parece igual.
D) “O que eu alcancei e tento transmitir aos leitores foi a ideia de alguma coisa de uma extraordinária beleza”. "O que" - pronome relativo? Pode ser "o que" = aquilo que. Função: objeto direto? "O que eu alcancei e tento transmitir..." O "que" é pronome relativo, mas função sintática: objeto direto de "alcancei e tento transmitir"? Na verdade "O que eu alcancei..." = "Aquilo que eu alcancei..." O "que" é objeto direto. Não é sujeito.
E) “O número de pesquisadores e as instalações de que dispomos são ainda inteiramente inadequados para o trabalho a ser realizado”. "que" é pronome relativo regido da preposição "de", objeto indireto do verbo "dispomos" (dispomos de). Função sintática: objeto indireto. Não é sujeito.
Portanto a alternativa correta é C.
Vamos confirmar a classificação do "que" no trecho: "uma bela cabeça de homem que lembra muito a cabeça de um imperador romano". O pronome relativo "que" tem como antecedente "homem"? Ou "cabeça de homem"? Concordância: "lembra" singular. Se antecedente fosse "cabeça de homem", também singular. Mas sintaticamente "que" é sujeito de "lembra". Morfologicamente pronome relativo. Em C: "o Instituto... que pertence..." - "que" é sujeito de "pertence", pronome relativo. Mesma classificação.
Portanto resposta C.
Preciso explicar raciocínio em português. Terminar com "Resposta: C".
No trecho “... ele tem uma bela cabeça de homem que lembra muito a cabeça de um imperador romano”, o termo “que”:
- Morfologicamente: é um pronome relativo, pois retoma o antecedente “homem” (ou “cabeça de homem”) e introduz uma oração adjetiva.
- Sintaticamente: exerce a função de sujeito do verbo “lembra” (quem lembra? → “que” = o homem / a cabeça de homem).
Agora, vamos analisar as alternativas:
-
A) “Quem diria na minha infância que eu iria entrevistar um dos meus ídolos?”
→ “que” é conjunção integrante, introduz oração subordinada substantiva objetiva direta. Não é pronome relativo.
-
B) “[...] é claro que a intuição tem seu papel na física e matemática”.
→ “que” é conjunção integrante, introduz oração subordinada substantiva subjetiva. Não é pronome relativo.
-
C) “o Instituto de Energia Atômica, de São Paulo, que pertence à Comissão Nacional de Energia Nuclear”.
→ “que” é pronome relativo, retoma “Instituto de Energia Atômica” e funciona como sujeito do verbo “pertence”. Mesma classificação morfológica e sintática do termo destacado no enunciado.
-
D) “O que eu alcancei e tento transmitir aos leitores foi a ideia de alguma coisa de uma extraordinária beleza”.
→ “que” é pronome relativo, mas exerce função de objeto direto dos verbos “alcancei” e “tento transmitir”. Não é sujeito.
-
E) “O número de pesquisadores e as instalações de que dispomos são ainda inteiramente inadequados para o trabalho a ser realizado”.
→ “que” é pronome relativo, mas vem regido da preposição “de”, exercendo função de objeto indireto do verbo “dispomos” (dispomos de algo). Não é sujeito.
Portanto, a alternativa em que o “que” recebe a mesma classificação morfológica (pronome relativo) e sintática (sujeito) é a C.
Resposta: C
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**Analyzing the Term**
I'm currently dissecting the grammatical role of "que" in the provided sentence. My focus is on its morphological and syntactic function within the clause, specifically how it connects the subordinate clause to the main one.
**Classifying Grammatical Elements**
I'm now examining the classification of "que" in the subsequent example, identifying it as an integral conjunction. My current effort involves determining its syntactic role, specifically whether it functions as a subject or object within its respective clause.
**Identifying Relative Pronouns**
I'm now analyzing "que" in the "Instituto de Energia Atômica" example, confirming it's a relative pronoun. My current focus is its function as the subject of "pertence."
Para resolver a questão, devemos analisar a classificação morfológica e sintática do termo grifado no trecho:
"... ele tem uma bela cabeça de homem que lembra muito a cabeça de um imperador romano."
- Classificação morfológica: O termo que retoma o antecedente substantivo "cabeça de homem" (ou "uma bela cabeça de homem"), atuando, portanto, como pronome relativo.
- Classificação sintática: Na oração subordinada adjetiva ("que lembra muito a cabeça de um imperador romano"), o pronome relativo exerce a função sintática de sujeito do verbo lembrar (uma bela cabeça de homem lembra muito...).
Analisando as alternativas:
- A) "Quem diria na minha infância que eu iria entrevistar..."
- O que é conjunção integrante (introduz oração subordinada substantiva objetiva direta: Quem diria isso?). Não possui função sintática de termo da oração.
- B) "[...] é claro que a intuição tem seu papel..."
- O que é conjunção integrante (introduz oração subordinada substantiva subjetiva: Isso é claro).
- C) "o Instituto de Energia Atômica, de São Paulo, que pertence à Comissão Nacional de Energia Nuclear"
- O que é pronome relativo (retoma "o Instituto de Energia Atômica, de São Paulo") e exerce a função sintática de sujeito do verbo pertencer (o Instituto pertence...). Corresponde exatamente à classificação do enunciado.
- D) "O que eu alcancei..."
- O que é pronome relativo (equivale a aquilo o qual), porém exerce função de objeto direto dos verbos alcancei e transmitir (eu alcancei o que / aquilo).
- E) "... as instalações de que dispomos..."
- O que é pronome relativo (retoma "instalações"), porém exerce função sintática de objeto indireto regido pela preposição de (dispomos de algo).
Resposta: C
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Como pensou
**Analyzing Portuguese Grammar**
I am currently dissecting the grammatical function of the relative pronoun "que" within the provided Portuguese sentence. My focus is on its role in connecting clauses and its antecedent, aiming to pinpoint its precise contribution to the sentence's structure and meaning.
**Identifying Relative Pronouns**
My current task involves a comparative analysis of the word "que." I've determined its role as a relative pronoun functioning as the subject in the original sentence. Now, I'm systematically examining each provided alternative to identify where "que" shares this dual classification, focusing on conjunctive roles versus relative ones.
**Classifying Portuguese Connectives**
I've further refined my analysis, identifying "que" in option B as an *integrante* conjunction, introducing a subjective clause without a distinct syntactic function within it. My focus then shifted to option C, where "que" demonstrably acts as a relative pronoun, serving as the subject of the verb "pertence" within its clause. This classification aligns perfectly with its morphological role. I am now examining option D.
Para resolver a questão, precisamos determinar a classificação morfológica e a função sintática do vocábulo "que" no trecho do enunciado:
“... ele tem uma bela cabeça de homem que lembra muito a cabeça de um imperador romano”
- Classificação morfológica: Trata-se de um pronome relativo, pois retoma o termo antecedente (“uma bela cabeça de homem”) e pode ser substituído por “a qual” (... uma bela cabeça de homem a qual lembra...).
- Classificação sintática: Exerce a função de sujeito da oração subordinada adjetiva restritiva, realizando a ação do verbo lembrar ([uma bela cabeça de homem] lembra muito a cabeça de um imperador romano).
Agora, analisemos o termo grifado em cada uma das alternativas:
- A) Incorreta. Em “Quem diria na minha infância que eu iria entrevistar...”, o termo é uma conjunção integrante, pois introduz uma oração subordinada substantiva objetiva direta (Quem diria isso?), não exercendo função sintática interna na oração.
- B) Incorreta. Em “[...] é claro que a intuição tem seu papel...”, o termo também é uma conjunção integrante, introduzindo uma oração subordinada substantiva subjetiva (Isso é claro).
- C) Correta. Em “o Instituto de Energia Atômica, de São Paulo, que pertence à Comissão Nacional de Energia Nuclear”, o termo é um pronome relativo (retoma “o Instituto de Energia Atômica”, equivalendo a “o qual”) e funciona sintaticamente como sujeito do verbo pertence ([o Instituto de Energia Atômica] pertence à Comissão...).
- D) Incorreta. Em “O que eu alcancei e tento transmitir...”, embora seja um pronome relativo (retomando o pronome demonstrativo “O”, equivalente a “aquilo”), exerce a função sintática de objeto direto do verbo alcancei (o sujeito é “eu”).
- E) Incorreta. Em “... as instalações de que dispomos...”, o termo é um pronome relativo, mas, antecedido pela preposição “de” exigida pelo verbo dispor, exerce a função sintática de objeto indireto (o sujeito oculto é “nós”).
Resposta: C