Questões de Linguagens da UERJ
843 questãoões
El texto propone una reflexión acerca de cómo el hombre se enfrenta al tiempo.
Pour regagner le temps perdu (titre)
The author presents a series of questions in the first paragraph. These questions are used with the following purpose:
se notaba ansioso y maldecía que la puerta de embarque no se hubiera abierto ya. (\ell. 3)
Le temps s’étire, l’horloge ne dicte plus l’agenda. Ouf ! (\ell. 2)
This harmful mindset results in burnout, poor decision-making and bad communication. (\ell. 3-4)
que en 1982 ya hablaba de la “enfermedad del tiempo” (\ell. 6-7)
la cadence infernale de notre société, (\ell. 10)
It may seem counterintuitive, (\ell. 5)
Para la presentación de su tesis sobre el ritmo acelerado de la vida actual, el autor del texto recurre en los dos primeros párrafos, principalmente, a la siguiente estrategia:
L’homme devrait travailler moins: (\ell. 19-20)
In the second paragraph, the author mentions three principles we can count on in our life and work. Each is presented in a separate paragraph, along lines 09 to 21.
somos nosotros quienes podemos apagar ese interruptor (\ell. 25)
pour en profiter plutôt que de courir après. (\ell. 29)
Helpful methods to slow down include journaling, (\ell. 25-26)
A decisão de quem será o narrador é um ponto crucial e inaugurador de qualquer trabalho literário. E aqui Chico começa a desfilar as jogadas que nos encantarão ao longo da leitura dessa pequena obra-prima. Há três contos narrados por crianças: “Meu tio”, “Os primos de Campos” e “Anos de chumbo”. A adolescente que se prostitui com o tio miliciano com a anuência dos pais, o garoto abandonado pelo pai que vivencia as agruras de um primo morto pelo crime e de um irmão que se perde nas drogas, e o menino paralítico que passa o tempo imaginando batalhas com soldadinhos de chumbo são personagens que têm em comum a vivência de grandes terrores, sem a exata percepção disso.
Há temáticas que se repetem ao longo do livro de Chico Buarque.
A partir da leitura do conto, observa-se que o tom de banalização dos fatos, empregado pela narradora, acentua certa crítica.
Meu tio passou a encurralar a moto no limite da pista. (...) Com uma rabeada do carro, meu tio acabou de jogar a moto num canteiro. Olhei para trás e vi a moto capotar quatro vezes no gramado, com o motociclista abraçado nela.
Atordoado, o grande artista se olhou no espelho bem no momento em que se transformava ele próprio num canalha. (p. 36)