Questão 59 (2º exame) da UERJ 2025

2º exame · Linguagens

Fotografia antiga em preto e branco da imponente fachada da Estação Ferroviária Leopoldina (Barão de Mauá), com carros de época estacionados em frente.

A Estação Ferroviária Leopoldina não abriga o mais belo dos aspectos visuais, visto que sua histórica fachada está pichada, suja e mal conservada. No entanto, em outros tempos, essa parada da cidade do Rio de Janeiro simbolizou o que havia de mais charmoso no Brasil. “A linha que partia dessa estação unia o centro do Rio a Petrópolis e a Três Rios. As viagens, no início, eram cheias de requinte”, conta o historiador Maurício Santos.

Inaugurada em 1926, era chamada de Barão de Mauá, para homenagear Irineu Evangelista de Souza, um dos pioneiros da construção de ferrovias no país. A estação foi elogiada inclusive por estrangeiros admiradores de boa arquitetura, segundo o historiador. Em 2002, deixou de ser utilizada definitivamente para embarque de passageiros, que passaram a embarcar na estação Dom Pedro II, conhecida como Central do Brasil.

QUINTINO GOMES FREIRE
Adaptado de diariodorio.com, 18/03/2015.

As estações de trem representaram um modelo exitoso de investimento em meios de transporte, no decorrer dos séculos XIX até meados do século XX.

A desativação da Estação Ferroviária Leopoldina, no início do século XXI, decorre do seguinte aspecto das transformações urbanas na cidade do Rio de Janeiro:

  1. A
    crescimento de ações para a ocupação de periferias e favelas
  2. B
    deslocamento de verbas para a circulação de automóveis e ônibus
  3. C
    ordenamento de iniciativas para a geração de empregos e serviços
  4. D
    aprimoramento de práticas para a integração de indústrias e finanças
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Fonte: UERJ 2025 · 2º Exame de Qualificação. Prova oficial ↗