Questão 89 da FUVEST 2016
TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 88 A 90
Working for on-demand startups like Uber and TaskRabbit is supposed to offer flexible hours and higher wages, but many workers have found the pay lower and the hours less flexible than they expected. Even more surprising: 8 percent of those chauffeuring passengers and 16 percent of those making deliveries said they lack personal auto insurance.
Those are among the findings from a survey about the work life of independent contractors for on-demand startups, a booming sector of the tech industry, being released Wednesday.
“We want to shed light on the industry as a whole,” said Isaac Madan, a Stanford master’s candidate in bioinformatics who worked with two other Stanford students and a recent alumnus on the survey of 1,330 workers. “People need to understand how this space will change and evolve and help the economy.”
On-demand, often called the sharing economy, refers to companies that let users summon workers via smartphone apps to handle all manner of services: rides, cleaning, chores, deliveries, car parking, waiting in lines. Almost uniformly, those workers are independent contractors rather than salaried employees.
That status is the main point of contention in a recent rash of lawsuits in which workers are filing for employee status. While the survey did not directly ask contractors if they would prefer to be employees, it found that their top workplace desires were to have paid health insurance, retirement benefits and paid time off for holidays, vacation and sick days – all perks of full-time workers. Respondents also expressed interest in having more chances for advancement, education sponsorship, disability insurance and human-relations support.
Because respondents were recruited rather than randomly selected, the survey does not claim to be representational but a conclusion one may come to is that flexibility of new jobs comes with a cost. Not all workers are prepared for that!
SFChronicle.com and SFGate.com, May 20, 2015. Adaptado.
Um dos resultados da pesquisa realizada com prestadores de serviços de empresas do tipo “on-demand” mostra que esses trabalhadores
- Aconsideram a flexibilidade do horário de trabalho o ponto alto de sua opção profissional.
- Bpagam seus próprios seguros-saúde e planos de aposentadoria.
- Cinvestem no seu aprimoramento profissional para obter melhores ganhos no futuro.
- Dtêm a opção de tirar férias quando desejarem, com o apoio das empresas e dos familiares.
- Edesejam ter os mesmos benefícios sociais que trabalhadores assalariados.
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Resolução comentada
A questão pede um dos resultados da pesquisa, então cada alternativa deve ser confrontada com o texto.
- O texto diz que muitos trabalhadores acharam o pagamento menor e os horários menos flexíveis do que esperavam ("the hours less flexible than they expected"). Logo, a flexibilidade não é o ponto alto.
- Seguro-saúde e aposentadoria aparecem como desejos dos trabalhadores, não como algo que já pagam. O texto só menciona a falta de seguro do carro (8% e 16%).
- Educação patrocinada e possibilidade de avanço aparecem como interesses, não como investimentos que eles já fazem.
- Férias remuneradas também estão na lista do que querem ter ("paid time off for holidays, vacation and sick days"), então não é uma opção que já possuem.
- O texto diz que os principais desejos são seguro-saúde pago, aposentadoria e folgas remuneradas, que são "all perks of full-time workers" (vantagens de quem tem emprego de tempo integral). Isso equivale a desejar os benefícios dos assalariados.
Portanto, o resultado da pesquisa é que esses profissionais querem os mesmos benefícios dos empregados assalariados.
Alternativa E.
Por que as outras alternativas estão erradas
- AO texto diz justamente que as horas são menos flexíveis do que o esperado.
- BSaúde e aposentadoria são benefícios desejados, não algo que eles já paguem.
- CPatrocínio de educação e avanço aparecem como interesse, não como investimento já feito.
- DFolgas e férias remuneradas são um desejo, não uma opção que eles já tenham.
Assuntos: interpretação de texto em inglês, reading comprehension.
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