Questão 87 da FUVEST 2011
Texto para as questões de 86 a 88

The perils of counterfeit drugs go way beyond being ripped off by dubious online pill-pushers. The World Health Organization (WHO) estimates that 50 per cent of all medicines sold online are worthless counterfeits. In developing nations fake pills may account for as much as 30 per cent of all drugs on the market. Even in the developed world, 1 per cent of medicines bought over the counter are fakes.
Some key events illustrate the risk these pose. In Nigeria, 2500 children died in 1995 after receiving fake meningitis vaccines. In Haiti, Bangladesh and Nigeria, around 400 people died in 1998 after being given paracetamol that had been prepared with diethylene glycol – a solvent used in wallpaper stripper. The fakers are nothing if not market-aware: in the face of an outbreak of H5N1 bird flu in 2005, they began offering fake Tamiflu.
What can be done? The WHO coordinates an umbrella body called the International Medical Products Anti-Counterfeiting Taskforce (IMPACT), an industry initiative that issues alerts when it finds anomalies in the medicine supply chain. Such events include sudden drops in wholesale prices, hinting at fakes coming onto the market, or the mimicking of anti-counterfeiting features on packaging, such as holograms or barcodes, says Nimo Ahmed, head of intelligence at the UK’s Medicine and Healthcare Products Regulatory Agency.
New Scientist, 10 July 2010, p. 18. Adaptado.
O texto informa que os falsificadores
- Aatuam na venda de remédios no mercado atacadista.
- Broubam o selo de qualidade da Organização Mundial da Saúde.
- Cutilizam placebo nos medicamentos.
- Dapresentam-se como representantes oficiais da indústria farmacêutica.
- Eestão sempre alertas à demanda do mercado.
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Resolução comentada
O trecho decisivo está no segundo parágrafo: "The fakers are nothing if not market-aware: in the face of an outbreak of H5N1 bird flu in 2005, they began offering fake Tamiflu". Em português: "os falsificadores são, acima de tudo, atentos ao mercado"; diante do surto de gripe aviária em 2005, passaram a oferecer Tamiflu falso.
Ou seja, eles percebem onde há demanda (um surto de doença) e ajustam a oferta de falsificados a ela. Isso corresponde a "estar sempre alertas à demanda do mercado".
Confira as demais:
- O atacado aparece só como indicador: a queda repentina de preços no atacado é um sinal de alerta de falsificação, e não o local de atuação dos falsificadores.
- O texto não fala em roubo do selo da OMS; a OMS coordena a IMPACT, que combate falsificações.
- Não se menciona placebo; cita-se, por exemplo, paracetamol preparado com dietilenoglicol.
- Não se diz que se passam por representantes da indústria; diz-se que imitam hologramas e códigos de barras das embalagens.
Alternativa E.
Por que as outras alternativas estão erradas
- AO texto cita a queda de preços no atacado apenas como sinal de alerta, não diz que os falsificadores atuam nesse mercado.
- BNão há menção a roubo de selo de qualidade da OMS; a OMS combate as falsificações.
- CO texto não menciona placebo; fala de remédios inúteis ou tóxicos, como o paracetamol com dietilenoglicol.
- DO texto fala em imitar hologramas e códigos de barras das embalagens, não em se passar por representantes da indústria.
Assuntos: interpretação de texto em inglês, inferência.
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