Questão 34 da FAMERP 2026
A União Africana (UA) apoiou uma campanha para acabar com o uso por governos e organizações internacionais do mapa-múndi de Mercator, do século XVI. Fara Ndiaye, cofundadora da organização Speak Up Africa, disse que o mapa afetou a identidade e o orgulho dos africanos, especialmente das crianças que podem encontrá-lo cedo na escola. Selma Malika Haddadi, vice-presidente da UA, afirmou que a sua instituição apoiou a campanha, acrescentando que ela se alinha com seu objetivo de “reivindicar o lugar de direito da África no cenário global”, em meio a crescentes pedidos de reparação pelo colonialismo e pela escravidão.
(www.theguardian.com, 15.08.2025. Adaptado.)
A crítica à utilização da projeção de Mercator fundamenta-se
- Anas fronteiras artificiais dos países africanos, estabelecidas por países europeus no contexto colonial.
- Bna incorreção das coordenadas geográficas da África, suprimindo a posição do continente no Hemisfério Norte.
- Cnas distorções das áreas desérticas na África, ampliando os espaços para desestimular a ocupação humana.
- Dna falta de precisão do tamanho da África, sub-representada quando comparada ao Norte Global.
- Ena omissão de dados relativos às riquezas naturais africanas, adotada para legitimar a expropriação durante a colonização europeia.
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Fonte: FAMERP 2026 · Conhecimentos Gerais. Prova oficial ↗